Lançado no Brasil pela editora Campus-Elsevier, o livro Viral Loop explora a máquina que move o crescimento dos novos negócios na Web 2.0 como o Twitter, You Tube e eBay. Ele é alcançado quando o caráter viral é incorporado à funcionalidade do produto.
Destinado a todos aqueles que desejam conhecer e explorar as possibilidades de negócios na Web 2.0, convertendo audiência em receita, o livro conta a fascinante história dos empresários que primeiro aproveitaram o potencial sem precedentes dos viral loops para criar negócios online de sucesso – alguns de bilhões de dólares – que todos nós podemos usar. O segredo é que eles criaram algo que as pessoas realmente querem, a ponto de seus clientes divulgarem espontaneamente seus produtos.
Projetando o produto da maneira certa, é possível construir um próspero negócio partindo do “zero”. Mesmo sem ter orçamento para publicidade ou marketing, ou uma equipe de vendas, investidores de capital de risco farão fila pela oportunidade de investir no seu produto. Adam Penenberg explica como isso funciona com estudos de casos de produtos que foram projetados para se difundir. Todos os tipos de empresas, dos menores start-ups e organizações sem fins lucrativos, às maiores corporações multinacionais podem usar o poder revolucionário dos viral loops para alavancar seus negócios por meio da tecnologia.
“O modelo de adoção viral é o modo mais barato de fazer uma audiência crescer. Quanto maior uma rede viral se torna, mais rápido ela germina. Depois que esse crescimento fantasmagórico entra em funcionamento, é possível prever sua taxa com espantosa exatidão, pois a rede se difunde a uma velocidade uniforme até chegar à não superação. Nesse ponto, ela continua a ganhar usuários mesmo sem fazer nada. Muitas das mais bem-sucedidas empresas da Web 2.0, incluindo MySpace, YouTube, eBay e as estrelas em ascensão como Twitter e Flickr, são excelentes exemplos de viral loop”, informa o autor.
Há três categorias de loops de expansão viral: viral loop, rede viral e viral loop duplo, sendo este último um híbrido dos dois primeiros. Criar um viral loop simples é relativamente fácil. Em 1996, o Hotmail colocou um link no corpo de cada mensagem, oferecendo ao destinatário a capacidade de configurar uma conta própria de Webmail; no período de 30 meses, o Hotmail passou de 0 a 30 milhões de membros. O You Tube implantou um mecanismo viral que permitia que as pessoas incorporassem links de vídeos em seus blogs ou páginas do MySpace. Quanto mais pessoas o vissem, mais links eram incorporados e, rapidamente, milhões de usuários eram canalizados diretamente para o You Tube.

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.





