Viral Loop

Lançado no Brasil pela editora Campus-Elsevier, o livro Viral Loop explora a máquina que move o crescimento dos novos negócios na Web 2.0 como o Twitter, You Tube e eBay. Ele é alcançado quando o caráter viral é incorporado à funcionalidade do produto.

Destinado a todos aqueles que desejam conhecer e explorar as possibilidades de negócios na Web 2.0, convertendo audiência em receita, o livro conta a fascinante história dos empresários que primeiro aproveitaram o potencial sem precedentes dos viral loops para criar negócios online de sucesso – alguns de bilhões de dólares – que todos nós podemos usar. O segredo é que eles criaram algo que as pessoas realmente querem, a ponto de seus clientes divulgarem espontaneamente seus produtos.

Projetando o produto da maneira certa, é possível construir um próspero negócio partindo do “zero”. Mesmo sem ter orçamento para publicidade ou marketing, ou uma equipe de vendas, investidores de capital de risco farão fila pela oportunidade de investir no seu produto. Adam Penenberg explica como isso funciona com estudos de casos de produtos que foram projetados para se difundir. Todos os tipos de empresas, dos menores start-ups e organizações sem fins lucrativos, às maiores corporações multinacionais podem usar o poder revolucionário dos viral loops para alavancar seus negócios por meio da tecnologia.

“O modelo de adoção viral é o modo mais barato de fazer uma audiência crescer. Quanto maior uma rede viral se torna, mais rápido ela germina. Depois que esse crescimento fantasmagórico entra em funcionamento, é possível prever sua taxa com espantosa exatidão, pois a rede se difunde a uma velocidade uniforme até chegar à não superação. Nesse ponto, ela continua a ganhar usuários mesmo sem fazer nada. Muitas das mais bem-sucedidas empresas da Web 2.0, incluindo MySpace, YouTube, eBay e as estrelas em ascensão como Twitter e Flickr, são excelentes exemplos de viral loop”, informa o autor.

Há três categorias de loops de expansão viral: viral loop, rede viral e viral loop duplo, sendo este último um híbrido dos dois primeiros. Criar um viral loop simples é relativamente fácil. Em 1996, o Hotmail colocou um link no corpo de cada mensagem, oferecendo ao destinatário a capacidade de configurar uma conta própria de Webmail; no período de 30 meses, o Hotmail passou de 0 a 30 milhões de membros. O You Tube implantou um mecanismo viral que permitia que as pessoas incorporassem links de vídeos em seus blogs ou páginas do MySpace. Quanto mais pessoas o vissem, mais links eram incorporados e, rapidamente, milhões de usuários eram canalizados diretamente para o You Tube.

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Sony lança vários notebooks em julho

São Paulo – Para atingir 100% de crescimento neste ano, a linha VAIO de notebooks da Sony apresenta este mês uma nova série e o novo modelo de uma série recém-lançada e voltada ao consumidor brasileiro que precisa de um produto com as tecnologias mais modernas, mas não abre mão de design diferenciado, estilo e bom custo x benefício.

A primeira novidade é a série M. Os modelos VPC-M120AB são os novos mini notebooks da Sony, sucessores da série W, lançada no ano anterior. Com apenas 1,4 kg, são ideais para quem precisa levar o notebook a diversos locais, como reuniões e viagens. Apesar da leveza, o equipamento é robusto em relação à tecnologia. Tem 320GB de disco rígido, memória de 2GB, sistema operacional Windows 7 Starter Edition e processador Intel Atom N470 de 1.83 GHz.

Com uma tela de 10.1 polegadas com câmera e microfone integrados, é possível realizar conferências a distância. Está disponível nas cores branco, azul marinho e rosa, com design único e cantos arredondados, que dão um ar elegante ao produto. Tem 3 portas USB e possui até 4,5 horas de duração de bateria de 6 células. Além de tudo isto, já vem com o Microsoft Office 2010 Starter e software Picture Motion Browser VAIO, que organiza fotos e permite o upload para redes sociais em apenas alguns segundos.

A série M tem preço sugerido de R$ 1.899,00.

Mais praticidade ao dia a dia

Pensando no consumidor que precisa de um notebook de simples utilização e com recursos para facilitar o uso diário, a linha VAIO trouxe ao mercado nacional, no mês de junho, a série E. Um dos novos integrantes desta série a partir de julho é o VPC-EE23EB, com processador AMD Athlon II Dual-Core P320, que proporciona excelente desempenho multitarefas, e placa gráfica ATI Mobility Radeon HD 4250 Graphics, que traz altíssima qualidade de imagem para filmes em alta definição e games.

O modelo dispõe da exclusiva tecla ASSIST, que permite o acesso rápido e fácil à central de soluções VAIO Care. Já por meio do software VAIO Media Gallery é possível organizar fotos, músicas e vídeos de forma simples e intuitiva.

O lançamento possui tela de 15.5 polegadas, teclado isolado para maior conforto na digitação. Conta também com teclado numérico para facilitar a inserção de senhas, planilhas, etc. Possui ainda saída HDMI para transmissão de conteúdo em alta definição para TVs LCD ou LED, memória de 4GB, disco rígido de 320GB, sistema operacional Windows 7 Home Basic e até 3 horas de duração de bateria. O preço sugerido é R$ 2.399,00.

Todos os produtos podem ser comprados pelo www.sonystyle.com.br, nas lojas Sony Style ou nas revendas autorizadas.

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Novo serviço de email gratuito oferece 10Gb de espaço

Prática e segura, ferramenta é lançada pelo portal R7, da Rede Record

SÃO PAULO – Os usuários de internet agora possuem mais uma opção de e-mail: “@r7.com”. O e-mail é grátis e conta com várias funcionalidades que deixam a caixa postal mais prática e segura:

  • Capacidade de 10GB;
  • Controle simples de spam;
  • Antivírus automático (antes mesmo de o email do usuário chegar até a caixa postal, o sistema verifica se há vírus na mensagem);
  • Calendário integrado;
  • Acesso via web (o email pode ser acessado de qualquer computador conectado à internet);
  • Lista de contatos;
  • Confirmação de leitura (o usuário pode ser avisado quando o email enviado for lido pelo destinatário);
  • Verificador ortográfico e rascunho de mensagem.

“O e-mail do R7 é curto e por tratar-se de uma nova plataforma tem várias possibilidades de login. Os usuários poderão deixar o e-mail com a cara deles”, diz Dado Lancellotti, Diretor Comercial do R7.

Já o  diretor de conteúdo do portal, Antonio Guerreiro, reforça: “O e-mail do R7 será o passaporte para inúmeras ações exclusivas e concursos culturais, nas quais o usuário poderá ter acesso aos bastidores dos programas da Rede Record e participação efetiva na construção do conteúdo do portal”.

O portal surgiu há pouco mais de oito meses, no dia 27 de setembro do ano passado. Estreou na web como uma nova opção de portal de jornalismo e entretenimento do País. Com investimento inicial de R$ 100 milhões, a nova plataforma de comunicação do grupo Record é inovadora na comunicação com o internauta ao apostar em uma grande interatividade com o seu leitor, na prestação de serviço, na interação do conteúdo de TV e web. Também é forte a presença de blogs de diversos colunistas.

Rodolfo Nakamura
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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril. 

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas. 

   O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março. 

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online. 

  Fonte: Divulgação IBOPE Nielsen OnLine 

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009. 

Rodolfo Nakamura
Com informações do IBOPE

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Número de usuários ativos da internet cresceu 1,8% em maio

No período de um ano, as categorias que mais cresceram foram Viagens, Ocasiões Especiais, Informação Corporativa, Automotivo e Casa e Moda

Em maio de 2010, a categoria que apresentou o maior crescimento percentual do número de usuários únicos em relação ao mês anterior foi Ocasiões Especiais, com evolução de 12,1%, chegando a 9,8 milhões de usuários.

Em relação a maio de 2009, com 36,9% de evolução, a categoria Viagens acumula o maior crescimento percentual, atingindo 19,9 milhões de usuários únicos em maio de 2010.

Dentro da categoria Viagens, a subcategoria Mapas registrou o maior aumento anual em números absolutos, ao ganhar mais de seis milhões de usuários únicos e chegar a 17,3 milhões em maio de 2010. “Nos últimos três meses, cresceu no Brasil o fluxo de audiência de microblogs para serviços de mapas e localização”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Entre as subcategorias que mais ganharam usuários únicos no período de um ano também estão Vídeos e Filmes, Esportes, Buscadores e Comunidades.

Fonte: Ibope Nielsen Online

A subcategoria Comunidades, em que se classificam as redes sociais, os blogs, os bate-papos, os fóruns e outros sites de relacionamento, atingiu em maio 87% do total de internautas ativos no Brasil. Esse alcance é o maior entre os países acompanhados com a mesma metodologia.

Fonte: divulgação IBOPE Nielsen OnLine

O número de usuários ativos no trabalho e em residências cresceu para 37,3 milhões em maio de 2010, evolução de 1,8% em relação ao mês anterior.

Fonte: divulgação IBOPE Nielsen OnLine

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Rodolfo Nakamura
Com informações do IBOPE

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Internet 3G já supera banda larga fixa no Brasil, diz estudo

Por Rui Maciel, do IDG Now!

Número de usuários desta modalidade mais que quintuplicou entre o primeiro trimestre de 2009 e o deste ano.

O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.

Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.

“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.

Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.

Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil

Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.

“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.

No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.

Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unidos.

Fonte: IDGNOW, 18/06/2010.

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Blog da Pakalolo está no ar

A Pakalolo estréia blog para aproximar ainda mais os fãs da marca. Além de conferir dicas de moda, beleza, lazer e sobre o que há de novo no mundo tecnológico interativo, o novo portal de relacionamento da Pakalolo vai contar em primeira mão as novidades, lançamentos e dicas exclusivas de looks da marca.

Desenvolvido pela pela Seagulls Fly, estúdio de computação gráfica carioca, o blog acompanha o desenvolvimento da marca, transmitindo aos consumidores o conceito de jovialidade e sofisticação. “Criamos mais um canal de interação com o público da marca e todos aqueles que admiram e querem conhecer o novo posicionamento da Pakalolo”, reforça Juliano Reghini, gerente de Marketing e Produto da Pakalolo.

O blog apresenta também link para a o site da marca que possui loja virtual, área de downloads com painéis grafitados e fotos da coleção em tamanho ampliado. Fica, então, o convite de visita ao http://www.pakalolo.com.br/blog/ que já está no ar.

Rodolfo Nakamura
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e-bit e Instituto Análise lançam estudo sobre varejo multicanal

Parceria entre empresas aponta tendências do mundo on-line e off-line e preferências de seus consumidores

SÃO PAULO  – e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, realizou, em parceria com o Instituto Análise, a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, com o objetivo de analisar o comportamento do e-consumidor e do consumidor do varejo tradicional em ambos os canais de venda. O estudo, que abre a série, é composto por uma pesquisa quantitativa face a face domiciliar, na qual foram entrevistadas mil pessoas adultas, e uma pesquisa quantitativa via web, utilizando o painel de respondentes e-bit, no qual foram coletadas 5.491 entrevistas. As pesquisas foram feitas durante o mês de Março de 2010.

De acordo com o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, essa parceria ajuda a visualizar o potencial de crescimento que o e-commerce ainda possui. “Com a Pesquisa Cross Channel, podemos verificar os consumidores que ainda não aderiram ao e-commerce, além de conhecer os motivos para isso ainda não acontecer. Hoje, somos mais de 17,5 milhões de e-consumidores, mas esse número pode crescer ainda mais para contribuir com esse mercado de mais de R$ 10,6 bilhões de faturamento”, argumenta o executivo.

Sobre perfil

Segundo dados levantados pela pesquisa, o perfil dos respondentes off-line difere dos respondentes on-line, principalmente em dois aspectos: Faixa etária e renda familiar. Enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade. A renda média familiar do e-consumidor também é mais do que o dobro da média brasileira que realiza suas compras off-line: R$ 3.560,76, ante R$ 1.444,52.

Outro aspecto a ser levado em conta é a diferença entre os meios de pagamento nos dois canais. Os e-consumidores preferem utilizar o cartão de crédito em suas compras, tanto na web quanto no varejo físico. Já as pessoas que compram fora de casa, utilizam mais o dinheiro como forma de pagamento. No entanto, na hora de adquirir um produto de maior valor agregado, como Eletrodomésticos, Eletrônicos e produtos de Informática, a opção é pelo dinheiro de plástico.

Sobre preferência de compra nos dois canais

Dos pesquisados no mundo on-line, 56% preferem comprar eletrodomésticos pela web, contra 34% que optam por lojas especializadas fora da internet. Já no mundo off-line, 77% compram o mesmo produto em lojas físicas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um Eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para suas compras. A pesquisa também levantou que 70% dos e-consumidores preferem comprar Ingressos pelo e-commerce, ao mesmo tempo em que 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes conectados.

Onde comprar?

O estudo também trouxe informações sobre em que lojas os e-consumidores pretendem comprar determinadas categorias nos próximos tempos. Para o segmento de Eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% na Compra Fácil e 5% no Wal-Mart. Já para a categoria Papelaria e Escritório, a líder nas escolhas foi a Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%.

De acordo com o levantamento, são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar no ambiente off-line. Normalmente, a escolha é por produtos que são precisaram ser vistos ou tocados, como produtos de Supermercado, Cosméticos e Perfumaria e Moda e Acessórios. Para Pedro Guasti, a Web 2.0 pode ser uma forte aliada na decisão de compra desses segmentos. “A evolução das plataformas nos conceitos Web 2.0 contribuem para a linha de crescimento dessas categorias. As lojas que comercializam esses tipos de produtos podem disponibilizar vídeos, reviews de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes em efetuar pedidos de produtos que antes necessitavam ser obrigatoriamente tocados e experimentados pessoalmente”, explica Guasti.

O levantamento também indica que, entre as categorias que os consumidores virtuais têm intenção de comprar nos próximos meses estão Eletrônicos, Artigos de Informática, Eletrodomésticos e Livros.

Os adeptos estão satisfeitos com os canais?

Para o consumidor virtual, praticidade e facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, já que não está familiarizado com este canal.

e-bit e o Instituto Análise planejam acompanhar o comportamento do varejo multicanal de forma recorrente, visando antecipar as tendências do setor.

Rodolfo Nakamura
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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.

O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Fonte: IBOPE, 01/06/2010.

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Consumidor nunca esteve tão confiante

Segundo pesquisa da Fecomercio, há mais de 15 anos os paulistanos não se mostram tão otimistas quanto no primeiro semestre de 2010

O consumidor paulista nunca começou o ano tão confiante. É o que revela o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), aferido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), que registrou impulso de 4% em junho na comparação com o mês anterior. Com este resultado, o indicador saltou dos 152,9 pontos, em maio, para os 158,9 atuais, praticamente repetindo o melhor resultado de toda a série histórica, iniciada em 1994, de fevereiro deste ano, quando o ICC registrava 159 pontos. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve um incremento de 18,1%, o que consolida o primeiro semestre de 2010 como o de maior nível de otimismo em mais de 15 anos.

Para Thiago Freitas, assessor econômico da Fecomercio, o resultado do ICC se deve, pela permanência dos excelentes resultados, principalmente no âmbito interno, como a estabilização do nível de desemprego em patamares historicamente baixos, sucessivos ganhos dos rendimentos das famílias e, ampliação nas concessões das carteiras de crédito. “Ainda precisamos somar a este cenário a desaceleração dos preços correntes, o que reduz eventuais perdas inflacionarias e assegura o poder de compra, o que sustentará o consumo em um patamar razoável”, aponta. Freitas também considera a euforia natural que toma o brasileiro nos períodos de Copa do Mundo como um dos fatores a influenciar o ICC. “O otimismo tradicionalmente tende a aumentar nesta época”, pondera.

O economista ainda destaca que é nítida a evolução da confiança do consumidor diante da situação geral mais favorável da economia, resultado esse comprovado no faturamento real das vendas do comércio varejista, que obteve um extraordinário incremento de 11% no primeiro trimestre do ano ante igual período de 2009, averiguada na Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), também da Fecomercio. “A saída quase incólume da economia brasileira da recente crise financeira internacional parece ter fortalecido ainda mais a percepção dos consumidores que estão se sentindo mais seguros ante as ameaças de uma turbulência caracterizada como agora na zona do Euro”.

Momento atual e expectativas para o futuro

Os dois indicadores que compõem o ICC, o Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC), apresentaram incremento em relação ao mês anterior. O resultado mostra que a percepção que os consumidores têm em relação ao futuro é ainda mais otimista do que a avaliação do presente.

Em comparação com maio, o IEC saltou 4,9%, atingindo 162,5 pontos. Os consumidores que recebem mais de 10 salários mínimos mensais são os mais seguros e atingiram 167,9 pontos este mês. Aqueles que com ganhos inferiores a este total também apresentaram um aumento significativo de confiança, registrando incremento de 6,1% (162,8 pontos).

Já o ICEA apontou elevação de 2,5% em relação ao mês anterior, atingindo 153,5 pontos. Em junho, os consumidores com mais de 35 anos ficaram 5% mais confiantes no cenário atual, atingindo o mesmo patamar de confiança daqueles com menos de 35 anos, 153,8 pontos. Ou seja, os consumidores com menos de 35 anos mantiveram sua avaliação estável em relação a maio.

Nota metodológica

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela Fecomercio desde 1994. Os dados são coletados junto a cerca de 2.100 consumidores no município de São Paulo. O objetivo da pesquisa é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura.

Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de 0 (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, apresenta-se em: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.

A metodologia do ICC foi desenvolvida com base no Consumer Confidence Index, índice norte-americano que surgiu em 1950 na Universidade de Michigan. No início da década de 90, a equipe econômica da Fecomercio adaptou a metodologia da pesquisa norte-americana à realidade brasileira. Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no país, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.

Rodolfo Nakamura
Com informações da Fecomercio/Fisher

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