Estudo: centrais online mudam os hábitos das mulheres em compras offline

Quando se trata de compras, todos nós temos escutado os mitos de uma mulher encontrar um produto, contando a outra e, assim, uma onda de novos consumidores adotam o produto aos montes. Divulgam o mito de que pode estar mais perto da verdade do que qualquer um de nós pode imaginar. Pelo menos, de acordo com um estudo recente da iVillage e SheSpeaks. Os pesquisadores descobriram que cerca de três quartos (77%) das mulheres são influenciadas a experimentar e comprar produtos novos a partir de outros clientes do sexo feminino no mundo online.

por Kristina Knight

Onde essas mulheres estão se reunindo para encontrar as mais recentes e melhores ofertas de produtos? Nas redes sociais online. Os pesquisadores descobriram que as mulheres são mais propensas a comprar um novo produto depois de ler uma revisão on-line (em fóruns da comunidade) ou fazer uma compra na loja presencial, depois de ler um relatório de fórum da comunidade sobre o item. Cerca de metade (51%) dos clientes do sexo feminino já estão seguindo as suas marcas favoritas através socnets (redes sociais) como o Facebook eo Twitter, mas o estudo observa que as mulheres são menos propensas a fazer uma compra por causa de uma página de produto social.

Em vez disso, as mulheres estão à procura de cupons (68%), análises de produtos on-line (61%) e e-mails da empresa (45%) para ajudá-los a tomar decisões de compra.

“Quando se trata de construir preferência e motivação de vendas em loja, o  digital está emergindo como um candidato forte. Se as marcas podem motivar a confiança de clientes a partir de recomendações e acoplá-las a uma”chamada à ação”, como um cupom, que é um poderoso golpe 1-2 (Nota do tradutor: trata-se de um golpe de boxe, onde um golpe rápido de direita segue outro, de esquerda) que impulsiona as vendas e dá apoio”, disse Aliza Freud, CEO da SheSpeaks.

Outros resultados interessantes do estudo incluem:

  • 77% das mulheres são influenciados pelas recomendações de amigos;
  • 61% das mulheres são influenciadas por opiniões dos consumidores em sites de compras;
  • Cupons ativam a maioria das compras (68%);
  • Mais de 80% das mulheres ter visitado um site ‘megastore’ nos últimos 30 dias;
  • Antes de realmente fazer compras, as mulheres gastam entre seis e sessenta minutos de preparação antes de ir às compras, observando as recomendações, à procura de cupons ou para verificar as últimas novidades para diferentes produtos.

Matéria com tradução livre do original: BizReport.

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Empresas usam cada vez mais redes sociais para contratar

Por: Danielle Alves

Um estudo divulgado pela companhia americana Jobvite, especializada em recrutamento online, mostrou que muitas empresas já adotaram como rotina a busca por candidatos nas redes sociais. De acordo com o levantamento, 95% das empresas consultadas na pesquisa afirmaram utilizar o Linkedin na busca por talentos. Aqui no Brasil, o Linkedin começou a despertar a atenção dos departamentos de recursos humanos, que já utilizavam outras fontes como Facebook e Twitter, uma estratégia que certamente veio para ficar.

Isso acontece porque por meio das redes sociais quebramos a barreira das distâncias entre candidatos e empresa e ampliamos a possibilidade de atrair cada vez mais pessoas, de diferentes lugares e culturas, com custo praticamente zero. Além disso, os recrutadores têm acesso imediato a uma série de informações acerca dos candidatos. São dados que facilitam a identificação do melhor perfil e fortalecem a comunicação entre empresa e profissionais no mercado. Tudo isto acaba agilizando o processo de recrutamento e seleção e faz com que a empresa tenha uma maior assertividade na contratação de um profissional.

Nesta variedade de redes sociais e ambientes colaborativos que temos hoje à nossa disposição, integram-se diferentes pessoas e perfis, sendo que a estratégia é utilizar a rede social adequada para caçar o talento que se quer.

No entanto, um equivoco bastante comum cometido por recrutadores e caçadores de talento é querer acionar as redes sociais como quem lança ao mar uma rede de pesca. Tal prática resulta em desperdício de recursos e, em especial, de tempo, pois se analisa uma avalanche de currículos de pessoas que nada têm do perfil que se busca. Ou seja, acionar a rede social certa é como pescar com arpão: direto ao ponto, direto à pessoa mais próxima possível do perfil desejado.

É por isso que antes de iniciar uma busca por candidatos nas Web, o contratante tem de ter em mente onde ele está. Por exemplo, o recrutamento de candidatos para uma agência de comunicação pede uma divulgação mais informal, já que muito provavelmente esse profissional estará no Facebook, Orkut e principalmente no Twitter, rede onde a informação é rápida, direta e simples. Já no linkedin as empresas procuram currículos mais densos e estruturados, evidenciando uma cuidadosa gestão de carreira e resultados obtidos em cargos anteriores e alguma vivência internacional.

Comunidades relevam comportamento

Facebook e Orkut são identificadas neste meio como redes mais pessoais. Nelas encontramos informações que vão além do âmbito profissional. E essas informações são igualmente úteis. Às vezes, nelas as pessoas se revelam diferentes da imagem que querem demonstrar através dos currículos. As comunidades às quais pertencem, o que escrevem, as fotos que expõem revelam mais delas do que algumas dinâmicas de grupo.

No entanto, as redes sociais não devem ser utilizadas como único recurso de recrutamento e seleção.  A melhor forma de utilizá-las é como um recurso complementar do processo, sendo mais uma fonte de informação e atração de candidatos. De toda maneira, elas não podem de forma nenhuma ser ignoradas, pois fazem parte dessa geração de talentos que desejamos atrair.

Devemos ainda ficar atentos ao tipo de cargo que estamos selecionando, pois nem todos os perfis profissionais estão inseridos nas redes. Mas, se este profissional não se adaptar a este meio e não estiver atualizado, em pouco tempo ficará para trás.

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*Danielle Alves é responsável pela área de Recrutamento e Seleção Talk Interactive, agência de relacionamento digital. É formada em Administração e Negócios pela Unisul Business School, com especialização em Mapeamento de Processos pela PUC-PR.


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Internet: amiga ou inimiga da educação?

Artigo de Eduardo Shinyashiki

A internet, muitas vezes, é vista como inimiga da educação. Retratada como um ambiente descontrolado onde sobra material pornográfico, inutilidades várias e artigos de cultura inútil. Mas alguns profissionais, atualizados com as evoluções no mundo da comunicação e da web, enxergam esse mundo possível com outro olhar: nessa terra sem lei, sobram oportunidades, mesmo que anárquicas, de conhecimento, ferramentas usáveis na sala de aula e fora dela, úteis na hora de manter o aprendizado dos alunos em momentos de diversão e descontração.

A Wikipédia é um dos exemplos mais claros de como o digital pode favorecer o conhecimento e o desenvolvimento intelectual. Com 7,5 milhões de artigos, o site colaborativo pode ser alterado por qualquer um e se apresenta como uma poderosa ferramenta educacional. O site possui vários portais de conteúdo educativo com materiais de Arte, História, Matemática e Filosofia.

Mas é importante deixar claro que a internet só é fonte de conhecimento quando o usuário procura por esse conhecimento. Caso contrário, a criança ou o jovem desviarão de todo e qualquer conteúdo interessante e atingirão materiais que não agregarão a sua formação.

É nesse momento que o educador entra em cena. Mostrando caminhos, abrindo trilhas pelas teias de informação e mostrando o alvo certo ao aluno. A escola deve ultrapassar as cadeiras tradicionais e invadir o espaço eletrônico, ensinando o aluno a utilizar com consciência o mundo de possibilidades que é a internet. Não podemos esperar que uma criança de nove anos prefira o site da TV Escola aos jogos do Cartoon Network, é função de pais e educadores mostrar que sites educativos podem ser interessantes e divertidos.

Quanto aos adolescentes, muito do que eles sabem sobre a internet foi aprendido de forma autodidata, e muito desse aprendizado não foca na qualidade, mas na facilidade. Um exemplo claro é o número de trabalhos feitos na base do “copia e cola”. Esse mau hábito pede por reeducação, conscientização dos jovens, no sentido de que o aprendizado acontece superficialmente com um método no qual uma pesquisa acontece apenas com o clique do mouse, e não com o bater do teclado e o giro do pensamento.

Cabe a pais e educadores, a partir das informações aqui contidas e em outros inúmeros artigos sobre internet e aprendizado, decidirem como usar essa poderosa ferramenta, a favor ou contra, amiga ou inimiga da educação e do desenvolvimento intelectual de seus filhos e alunos.

Eduardo Shinyashiki é consultor, palestrante e diretor da Sociedade Cre Ser. Autor do livro Viva Como Você quer Viver, da Editora Gente. Para mais informações, acesse www.edushin.com.br.
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