Estrela desafia comunidade de Orkut pela volta de Ferrorama

Grupo de aficionados pelo brinquedo começam hoje o desafio de fazer o trenzinho da Estrela atravessar o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, em troca de ter o brinquedo de volta ao mercado

SÃO PAULO - Nos anos 70, 80 e 90 o Ferrorama era febre entre as crianças brasileiras. Quem não queria ter a locomotiva da Estrela com vários vagões acoplados, como vagão de carvão, de carga, de combustível, de passageiros? O produto que vendeu mais de 2 milhões de exemplares ainda preserva fãs que fazem de tudo para ver o trenzinho de volta às lojas brasileiras de brinquedos.

Diante de uma comunidade no Orkut criada em 2005 com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama, a Estrela lança um desafio: se os fãs fizerem o trem do Ferrorama percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela, o brinquedo será relançado no Brasil. Uma ação idealizada pela DM9DDB

Além da dificuldade de fazer o Ferrorama trilhar tantos quilômetros, há um detalhe: a equipe só contará com 110 metros de trilho e também não poderá deixar o trem parar em momento algum. Essa mecânica forçará a equipe a ir tirando a última peça do trilho, colocando-a no início para garantir que o Ferrorama permaneça em movimento.

A ação exige uma logística complexa, o time precisa estar bem preparado fisicamente para agüentar o rojão. Nada pode dar errado e o planejamento precisa estar perfeito. O desafio começa hoje e caminho será transmitido via satélite através do site www.voltaferrorama.com.br . Os testes dos GPS´s  já foram iniciados para que os internautas possam acompanhar a ação à distancia com vídeos, fotos e twitts (@voltaferrorama). Quem estiver acompanhando a ação pelo site, poderá interagir com o time que estará na Espanha. O site  foi desenvolvido com uma navegação lateral com uma ilustração temática de 9.000 pixels, de forma a ilustrar a amplitude do caminho. Basta arrastar o trem para acompanhar a trajetória.

“Quando vimos uma comunidade no Orkut com mais de 3 mil pessoas, achamos que deveríamos realmente pensar em relançar o Ferrorama, mas queríamos um relançamento que contasse de alguma forma com a interação dos fãs do produto. Afinal, as redes sociais propõem essa atividade conjunta. Queríamos este espírito”, explica Carlos Tilkian, presidente da Estrela.

“Essa é uma ação moderna, convergente, que coloca o consumidor participando da estratégia de negócios da marca. É ele quem vai decidir pelo relançamento do produto. A lógica digital está no centro da estratégia, mas a ação acontece nos meios reais e interagem com os consumidores no mundo onde ele vive! Nesta ação, a marca estará na internet, em Santiago de Compostela e nas redes sociais, enfim é uma ação que explora multicanais”, afirma Sergio Valente, presidente da DM9DDB.

O desafio começará no dia 7 de junho e envolverá um grupo que inclui o líder da comunidade “Ferrorama”, o artista plástico curitibano Markora, 41 anos. “Há algumas semanas, o pessoal da Estrela entrou em contato com a gente. Eles queriam saber o que eu achava da possibilidade de eles voltarem a fabricar o Ferrorama. Óbvio que eu achei sensacional”, afirma Markora.

“Uma semana depois, eles propuseram um desafio: percorrer um trecho do famoso Caminho de Santiago com o trem, remontando os trilhos à medida em que a locomotiva avança. Se a gente conseguir, a Estrela se compromete publicamente a relançar o Ferrorama. Topei na hora, curti muito a proposta.

Daí escolhi alguns amigos pra ir comigo, chamei um dos moderadores dessa comunidade”, revela o líder da Comunidade.

O caminho de Santiago de Compostela foi o trajeto escolhido para o desafio porque todo mundo que faz este percurso volta renovado. “Isso vai acontecer com o nosso Ferrorama, que fará o trajeto e renascerá ainda mais evoluído e moderno”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Estrela. O presidente de criação da DM9DDB concorda e acrescenta que a ação toda é uma grande prova de fé para os fãs do Ferrorama. “Queríamos medir a fé e a paixão que os fãs do Ferrorama têm no possível relançamento do produto”, diz Sergio Valente.

Rodolfo Nakamura
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Empresas usam cada vez mais redes sociais para contratar

Por: Danielle Alves

Um estudo divulgado pela companhia americana Jobvite, especializada em recrutamento online, mostrou que muitas empresas já adotaram como rotina a busca por candidatos nas redes sociais. De acordo com o levantamento, 95% das empresas consultadas na pesquisa afirmaram utilizar o Linkedin na busca por talentos. Aqui no Brasil, o Linkedin começou a despertar a atenção dos departamentos de recursos humanos, que já utilizavam outras fontes como Facebook e Twitter, uma estratégia que certamente veio para ficar.

Isso acontece porque por meio das redes sociais quebramos a barreira das distâncias entre candidatos e empresa e ampliamos a possibilidade de atrair cada vez mais pessoas, de diferentes lugares e culturas, com custo praticamente zero. Além disso, os recrutadores têm acesso imediato a uma série de informações acerca dos candidatos. São dados que facilitam a identificação do melhor perfil e fortalecem a comunicação entre empresa e profissionais no mercado. Tudo isto acaba agilizando o processo de recrutamento e seleção e faz com que a empresa tenha uma maior assertividade na contratação de um profissional.

Nesta variedade de redes sociais e ambientes colaborativos que temos hoje à nossa disposição, integram-se diferentes pessoas e perfis, sendo que a estratégia é utilizar a rede social adequada para caçar o talento que se quer.

No entanto, um equivoco bastante comum cometido por recrutadores e caçadores de talento é querer acionar as redes sociais como quem lança ao mar uma rede de pesca. Tal prática resulta em desperdício de recursos e, em especial, de tempo, pois se analisa uma avalanche de currículos de pessoas que nada têm do perfil que se busca. Ou seja, acionar a rede social certa é como pescar com arpão: direto ao ponto, direto à pessoa mais próxima possível do perfil desejado.

É por isso que antes de iniciar uma busca por candidatos nas Web, o contratante tem de ter em mente onde ele está. Por exemplo, o recrutamento de candidatos para uma agência de comunicação pede uma divulgação mais informal, já que muito provavelmente esse profissional estará no Facebook, Orkut e principalmente no Twitter, rede onde a informação é rápida, direta e simples. Já no linkedin as empresas procuram currículos mais densos e estruturados, evidenciando uma cuidadosa gestão de carreira e resultados obtidos em cargos anteriores e alguma vivência internacional.

Comunidades relevam comportamento

Facebook e Orkut são identificadas neste meio como redes mais pessoais. Nelas encontramos informações que vão além do âmbito profissional. E essas informações são igualmente úteis. Às vezes, nelas as pessoas se revelam diferentes da imagem que querem demonstrar através dos currículos. As comunidades às quais pertencem, o que escrevem, as fotos que expõem revelam mais delas do que algumas dinâmicas de grupo.

No entanto, as redes sociais não devem ser utilizadas como único recurso de recrutamento e seleção.  A melhor forma de utilizá-las é como um recurso complementar do processo, sendo mais uma fonte de informação e atração de candidatos. De toda maneira, elas não podem de forma nenhuma ser ignoradas, pois fazem parte dessa geração de talentos que desejamos atrair.

Devemos ainda ficar atentos ao tipo de cargo que estamos selecionando, pois nem todos os perfis profissionais estão inseridos nas redes. Mas, se este profissional não se adaptar a este meio e não estiver atualizado, em pouco tempo ficará para trás.

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*Danielle Alves é responsável pela área de Recrutamento e Seleção Talk Interactive, agência de relacionamento digital. É formada em Administração e Negócios pela Unisul Business School, com especialização em Mapeamento de Processos pela PUC-PR.


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Primeiro celular Java com Windows Live Messenger pré-instalado do Brasil

SÃO PAULO – O novo LG Messenger (GT360) foi especialmente pensado para um público jovem que não quer ficar desconectado sequer um minuto. Além do acesso à Internet, o celular já vem com MSN (Messenger) e permite acesso ao Orkut de onde o usuário estiver. Nenhum outro celular do mercado oferece esta alternativa de uso. O teclado estendido (QWERTY) proporciona uma interação muito mais ágil e completa.

Nas cores azul, rosa e vermelha, com display de 2.4 polegadas de alta qualidade e sensível ao toque para discagem, este celular no formato slider suporta memória externa por meio de cartão micro SD (cartão de 1GB já incluso), tem câmera de 2.0 Mega Pixels com Zoom 4x, Bluetooth estéreo, MP3 Player e rádio FM.

Para os fãs de cinema uma surpresa: o conteúdo exclusivo do filme X-Men Origens: Wolverine (ringtone, wallpaper e trailer) vem embarcado no aparelho.

Preço médio sugerido: R$499,00

Share of Mind:

 A LG está entre as 10 marcas mais lembradas pelos jovens, segundo pesquisa realizada pela Synovate  consultoria de pesquisa de mercado pertencente ao Grupo Aegis plc, presente em cerca de 60 países. Na pesquisa, realizada pela internet, foram entrevistados jovens de 18 a 24 anos, provenientes das classes A e B.

A pesquisa concluiu que, das 10 marcas com as quais os jovens mais se relacionam, seis são de tecnologia. A LG obteve o terceiro lugar neste ranking, com 37% das menções, ficando à frente de outras como Samsung, Microsoft e Apple. (Fonte: Supermercado Moderno - http://www.sm.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=3&infoid=3472)

Rodolfo Nakamura
lg 

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