Archive for the 'Comércio Eletrônico' Category
Pagamento Digital lança shopping online com 927 lojas

Consumidores poderão fazer buscas por produtos, comparar preços e comprar com toda segurança do Pagamento Digital

Lojistas que são clientes exclusivos da plataforma de pagamento terão suas ofertas listadas gratuitamente no Shopping e no BuscaPé

SÃO PAULO - O Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), plataforma de gerenciamento de pagamentos online do BuscaPé (www.buscape.com.br), anuncia a abertura do Shopping do Pagamento Digital, que já chega no varejo online com a oferta de mais de 1 milhão de produtos em 927 lojas. A partir de agora, os e-consumidores poderão pesquisar, comparar preços e adquirir produtos na Web com toda a segurança e facilidade do Pagamento Digital.

“Lançamos o Shopping do Pagamento Digital para proporcionar maior agilidade, conforto e segurança nas compras e vendas online aos nossos clientes”, diz Denis Smetana Lopes, gerente-geral do BuscaPé Financial Services. “Esperamos facilitar ainda mais a busca e compra pelos consumidores, além de auxiliar na divulgação das lojas virtuais que contam com o Pagamento Digital como a forma segura de pagamento online”, acrescenta.

Segundo ele, outro objetivo do Shopping é alavancar as vendas dos pequenos lojistas na internet que, ao adotarem o Pagamento Digital como plataforma exclusiva de pagamento, serão listados automaticamente no Shopping e ainda irão ganhar anúncios grátis no BuscaPé. “Nossos lojistas obtêm, assim, uma série de benefícios em serviços, produtos e ferramentas de marketing para otimizar ainda mais seus negócios”, finaliza Denis.

Rodolfo Nakamura
1stcm

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e-bit e Instituto Análise lançam estudo sobre varejo multicanal

Parceria entre empresas aponta tendências do mundo on-line e off-line e preferências de seus consumidores

SÃO PAULO  – e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, realizou, em parceria com o Instituto Análise, a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, com o objetivo de analisar o comportamento do e-consumidor e do consumidor do varejo tradicional em ambos os canais de venda. O estudo, que abre a série, é composto por uma pesquisa quantitativa face a face domiciliar, na qual foram entrevistadas mil pessoas adultas, e uma pesquisa quantitativa via web, utilizando o painel de respondentes e-bit, no qual foram coletadas 5.491 entrevistas. As pesquisas foram feitas durante o mês de Março de 2010.

De acordo com o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, essa parceria ajuda a visualizar o potencial de crescimento que o e-commerce ainda possui. “Com a Pesquisa Cross Channel, podemos verificar os consumidores que ainda não aderiram ao e-commerce, além de conhecer os motivos para isso ainda não acontecer. Hoje, somos mais de 17,5 milhões de e-consumidores, mas esse número pode crescer ainda mais para contribuir com esse mercado de mais de R$ 10,6 bilhões de faturamento”, argumenta o executivo.

Sobre perfil

Segundo dados levantados pela pesquisa, o perfil dos respondentes off-line difere dos respondentes on-line, principalmente em dois aspectos: Faixa etária e renda familiar. Enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade. A renda média familiar do e-consumidor também é mais do que o dobro da média brasileira que realiza suas compras off-line: R$ 3.560,76, ante R$ 1.444,52.

Outro aspecto a ser levado em conta é a diferença entre os meios de pagamento nos dois canais. Os e-consumidores preferem utilizar o cartão de crédito em suas compras, tanto na web quanto no varejo físico. Já as pessoas que compram fora de casa, utilizam mais o dinheiro como forma de pagamento. No entanto, na hora de adquirir um produto de maior valor agregado, como Eletrodomésticos, Eletrônicos e produtos de Informática, a opção é pelo dinheiro de plástico.

Sobre preferência de compra nos dois canais

Dos pesquisados no mundo on-line, 56% preferem comprar eletrodomésticos pela web, contra 34% que optam por lojas especializadas fora da internet. Já no mundo off-line, 77% compram o mesmo produto em lojas físicas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um Eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para suas compras. A pesquisa também levantou que 70% dos e-consumidores preferem comprar Ingressos pelo e-commerce, ao mesmo tempo em que 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes conectados.

Onde comprar?

O estudo também trouxe informações sobre em que lojas os e-consumidores pretendem comprar determinadas categorias nos próximos tempos. Para o segmento de Eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% na Compra Fácil e 5% no Wal-Mart. Já para a categoria Papelaria e Escritório, a líder nas escolhas foi a Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%.

De acordo com o levantamento, são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar no ambiente off-line. Normalmente, a escolha é por produtos que são precisaram ser vistos ou tocados, como produtos de Supermercado, Cosméticos e Perfumaria e Moda e Acessórios. Para Pedro Guasti, a Web 2.0 pode ser uma forte aliada na decisão de compra desses segmentos. “A evolução das plataformas nos conceitos Web 2.0 contribuem para a linha de crescimento dessas categorias. As lojas que comercializam esses tipos de produtos podem disponibilizar vídeos, reviews de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes em efetuar pedidos de produtos que antes necessitavam ser obrigatoriamente tocados e experimentados pessoalmente”, explica Guasti.

O levantamento também indica que, entre as categorias que os consumidores virtuais têm intenção de comprar nos próximos meses estão Eletrônicos, Artigos de Informática, Eletrodomésticos e Livros.

Os adeptos estão satisfeitos com os canais?

Para o consumidor virtual, praticidade e facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, já que não está familiarizado com este canal.

e-bit e o Instituto Análise planejam acompanhar o comportamento do varejo multicanal de forma recorrente, visando antecipar as tendências do setor.

Rodolfo Nakamura
frstcm

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.

O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Fonte: IBOPE, 01/06/2010.

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Copa do Mundo deve influenciar vendas online

Expectativa da e-bit é que o aumento na venda de TV´s de tela plana influencie o tíquete médio do setor

SÃO PAULO – A Copa do Mundo está chegando e a expectativa para o maior evento esportivo do planeta aumenta a cada dia. Além dos milhões de torcedores espalhados pelo Brasil acompanhando os jogos, o comércio eletrônico também terá motivos para sorrir graças à competição, que promete alavancar as vendas e contribuir ainda mais para o faturamento bilionário do canal.

A previsão da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, é de que a Copa do Mundo deva impulsionar a venda de eletrônicos, principalmente TV´s de tela plana. De acordo com dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), os fabricantes irão comercializar 19,6% mais TVs em 2010, o que irá representar um total de 11,5 milhões de unidades.

Com o aumento nas vendas de produtos de maior valor agregado, como TVs, o tíquete médio do comércio eletrônico deverá registrar um aumento significativo.

Segundo dados levantados pelo BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, existe uma grande variação no valor dos aparelhos nas lojas virtuais, que podem chegar em até mil reais. Um bom exemplo disso é a TV Samsung LCD de 32 polegadas com conversor digital integrado modelo LN32B530, que tem preços variando de R$ 1.706,69 a R$ 2.699,00.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, as boas vendas na Copa do Mundo em 2010 devem seguir o exemplo da competição anterior, há quatro anos. “Em 2006, o comércio eletrônico cresceu 76%. Esse foi o maior índice de crescimento já registrado no setor e foi fortemente influenciado pelas vendas para a Copa do Mundo daquele ano. Tendo isso em vista, é provável que um fenômeno semelhante ocorra nesse ano, principalmente pela estabilidade da economia e a maior confiança dos consumidores no canal web”, diz Guasti.

A categoria Artigos Esportivos também é outro segmento do e-commerce que deve sentir os efeitos do torneio. A venda de camisas de seleções, além de bolas e produtos oficiais da Copa, devem ser os principais alvos dos e-consumidores ao longo da competição.

Rodolfo Nakamura
frstcm

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Estudo: centrais online mudam os hábitos das mulheres em compras offline

Quando se trata de compras, todos nós temos escutado os mitos de uma mulher encontrar um produto, contando a outra e, assim, uma onda de novos consumidores adotam o produto aos montes. Divulgam o mito de que pode estar mais perto da verdade do que qualquer um de nós pode imaginar. Pelo menos, de acordo com um estudo recente da iVillage e SheSpeaks. Os pesquisadores descobriram que cerca de três quartos (77%) das mulheres são influenciadas a experimentar e comprar produtos novos a partir de outros clientes do sexo feminino no mundo online.

por Kristina Knight

Onde essas mulheres estão se reunindo para encontrar as mais recentes e melhores ofertas de produtos? Nas redes sociais online. Os pesquisadores descobriram que as mulheres são mais propensas a comprar um novo produto depois de ler uma revisão on-line (em fóruns da comunidade) ou fazer uma compra na loja presencial, depois de ler um relatório de fórum da comunidade sobre o item. Cerca de metade (51%) dos clientes do sexo feminino já estão seguindo as suas marcas favoritas através socnets (redes sociais) como o Facebook eo Twitter, mas o estudo observa que as mulheres são menos propensas a fazer uma compra por causa de uma página de produto social.

Em vez disso, as mulheres estão à procura de cupons (68%), análises de produtos on-line (61%) e e-mails da empresa (45%) para ajudá-los a tomar decisões de compra.

“Quando se trata de construir preferência e motivação de vendas em loja, o  digital está emergindo como um candidato forte. Se as marcas podem motivar a confiança de clientes a partir de recomendações e acoplá-las a uma”chamada à ação”, como um cupom, que é um poderoso golpe 1-2 (Nota do tradutor: trata-se de um golpe de boxe, onde um golpe rápido de direita segue outro, de esquerda) que impulsiona as vendas e dá apoio”, disse Aliza Freud, CEO da SheSpeaks.

Outros resultados interessantes do estudo incluem:

  • 77% das mulheres são influenciados pelas recomendações de amigos;
  • 61% das mulheres são influenciadas por opiniões dos consumidores em sites de compras;
  • Cupons ativam a maioria das compras (68%);
  • Mais de 80% das mulheres ter visitado um site ‘megastore’ nos últimos 30 dias;
  • Antes de realmente fazer compras, as mulheres gastam entre seis e sessenta minutos de preparação antes de ir às compras, observando as recomendações, à procura de cupons ou para verificar as últimas novidades para diferentes produtos.

Matéria com tradução livre do original: BizReport.

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Dia das Mães bate recorde no comércio eletrônico

Com crescimento de 42% em relação a 2009, data comemorativa fatura R$ 625 milhões em 2010

SÃO PAULO  – O Dia das Mães foi aquecido para o comércio eletrônico. De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, foram realizados cerca de 1,6 milhão de pedidos em lojas virtuais durante o período de 25/04/2010 a 09/05/2010, o que contribuiu para um faturamento de R$ 625 milhões, crescimento 42% superior aos R$ 440 milhões registrados em 2009. Dessa forma, a previsão da empresa para a data sazonal de 40% de crescimento foi superada. Além disso, o Dia das Mães apresentou-se acima da linha de crescimento do setor, estimada pela e-bit em 30% para esse ano.

O bom desempenho do setor na data foi, inclusive, superior ao varejo tradicional. Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o crescimento foi de 9,43%.

No varejo eletrônico, um dos fatores que contribuíram para o bom resultado foi o elevado tíquete médio, de R$ 380, impactado principalmente pela escolha dos filhos em presentearem suas mães com produtos de maior valor agregado. Pela primeira vez, Eletrodomésticos foi a campeã das categorias mais vendidas, com 15% do volume total de pedidos. Em 2009, a categoria havia ficado em terceiro lugar. Informática, com 10%, e Eletrônicos, com 8%, também figuraram entre os cinco segmentos mais vendidos, antecedidos por Livros, Assinaturas de Revistas e Jornais e Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, a economia está ainda mais aquecida esse ano, fato benéfico para o setor. “O comércio eletrônico mostra que continua seu crescimento a passos largos. Com as ótimas oportunidades do canal, aliadas ao aumento significativo do crédito, tivemos um ótimo desempenho nesse Dia das Mães”, explica Guasti.

Ranking dos produtos mais vendidos no Dia das Mães em 2010

(Em volume de pedidos / transacional)

Eletrodomésticos 15%
Livros, Assinatura de Revistas e Jornais 15%
Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos. 13%
Informática 10%
Eletrônicos 8%

Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br)

Período: 25/04/10 a 09/05/10

Rodolfo Nakamura
frstcm

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Novas regras da nota fiscal eletrônica podem prejudicar faturamento das pequenas e médias empresas

Fornecedores e clientes com cadastro irregular podem emperrar o andamento de compra e venda de mercadorias e comprometer toda a cadeia produtiva relacionada ao comércio de diversos produtos

SÃO PAULO - Pouca gente tem comentado sobre as repercussões em cadeia que as novas determinações da Receita Federal para o SPED e a Nota Fiscal Eletrônica podem causar, principalmente para as pequenas e médias empresas que não fizeram investimentos necessários para corrigir seus cadastros de clientes e fornecedores. Isso porque as novas regras para emissão de nota fiscal exigem que tais dados estejam impecavelmente atualizados. Caso contrário, não será mais possível a emissão da nota fiscal, já que ela será obrigatoriamente eletrônica e os dados preenchidos para a sua emissão serão checados logos após serem recepcionados pela Sefaz responsável.

Se por qualquer motivo, por exemplo, a empresa não tenha regularizado seu cadastro junto aos órgãos públicos e fizer um pedido a um fornecedor para a compra de matérias primas ou insumos, este fornecedor não conseguirá emitir sua nota fiscal e, consequentemente, ficará impossibilitado de entregar a mercadoria. Com isso, nem a empresa consegue atender seus clientes, nem o fornecedor consegue receber. ”Os efeitos decorrentes desta situação vão causar muitos transtornos e uma empresa em situação irregular pode afetar a produção de uma série de outras”, explica o especialista Luis Claudio Palese, da CCA Consultores – consultoria especializada na análise e adequação de empresas à nova legislação.

Numa situação inversa, onde o fornecedor esteja com cadastro irregular, pode haver, ainda, a necessidade de uma empresa ter que trocar de fornecedor de uma hora para a outra. “Imagine que uma empresa tenha negociações especiais de preço e condições de pagamento com um fornecedor que está em situação irregular junto à Receita Federal.Como esse empresário vai manter sua política de preços junto a seus consumidores, se tiver que recorrer a um fornecedor desconhecido de uma hora para a outra e não conseguir os mesmos acordos? Com certeza deixará de ser competitivo no mercado em que atua e fatalmente sofrerá prejuízo se não repassar suas perdas na venda final”, diz o especialista.

A recomendação de Palese é que as empresas corram atrás do tempo perdido e implantem as soluções fiscais necessárias. “Mas não se deve focar apenas no campo de investimentos financeiros e tecnológicos. A mudança de postura do empresário também deve englobar seus colaboradores. É a oportunidade ideal para agregar o valor ético aos negócios desenvolvidos no Brasil”.

Rodolfo Nakamura
Indt

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Aumento da população conectada à Internet muda ações de marketing

SÃO PAULO – O comércio eletrônico brasileiro fechou 2009 comemorando um crescimento de 30%, atingindo um faturamento de R$ 10,6 bilhões. O 1º trimestre de 2010 já apresenta elevação em relação a esse índice e uma das novas oportunidades de negócios está no aquecimento das vendas de computadores e celulares com acesso a Internet. Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o setor de telecomunicações deverá crescer 21% neste ano. De acordo com dados do e-bit, 17,6 milhões de pessoas consumiram virtualmente um tíquete médio de R$ 335 no ano passado, representando um crescimento de 33% em relação a 2008. A expectativa para 2010 é chegar a 23 milhões de pessoas, contribuindo para elevar o faturamento do comércio eletrônico em cerca de 30% com meta de bater R$ 13,6 bilhões. Essas boas perspectivas do segmento estão estimulando mudanças em ações de marketing e publicidade entre as empresas no Brasil.

Um estudo feito pelos institutos The Kelsey Group e Com Stat com mais de 300 gestores de pequena e média empresa nos Estados Unidos revelou que o hábito de anunciar na internet está se disseminando entre os empresários. Conforme a pesquisa, 77% dos entrevistados afirmaram ter anunciado em blogs, redes sociais e sites e, 69% dessas empresas também publicaram anúncios em outros meios como tevê, rádio, jornais e revistas.

Desde que esse monitoramento começou a ser feito há três anos, é a 1ª vez que o percentual de anunciantes em internet é maior que em mídia convencional. Segundo o especialista em negócios e soluções virtuais Leonardo Bortoletto, diretor comercial e de marketing da mineira Web Consult, esse resultado indica o interesse crescente em experimentar as novas mídias. “As empresas ainda destinam uma maior parte de seu orçamento para a publicidade tradicional, mas estão começando a perceber a importância da divulgação virtual. As mídias tradicionais ganham nova força com campanhas voltadas para os meios digitais, pois o investimento apresenta um custo acessível e um grande alcance”, afirma.

Cerca de 75% dos brasileiros que navegam pela internet estão nas classes C, D e E, sendo que 61% dos que compram online costumam conferir os produtos em lojas físicas, antes de fecharem a transação pela rede. O Brasil lidera o ranking mundial de países com maior tempo médio de navegação, com uma média geral em torno de 44 horas navegadas segundo o Idege, referente a dezembro de 2009.

A iniciativa do Governo Federal com o Plano Nacional de Banda Larga para massificar o uso da internet com meta de chegar a 90 milhões de acessos individuais até 2014 contribuirá ainda mais para o crescimento dessa demanda pela utilização da rede com veiculação de anúncios.

Rodolfo Nakamura
Zoom

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Comércio eletrônico conquista a confiança de 86,3% dos e-consumidores durante o ano de 2009

Média do ano ficou 1,3 ponto percentual acima da marca considerada pela camara-e.net como patamar de excelência para as compras pela Internet

São Paulo – As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net),  dedicado a atuar na educação do usuário para que o mesmo evite cair em golpes aplicados pela rede.

Ao todo foram coletados pela e-bit mais de 1.4 milhão de questionários de janeiro a dezembro do ano passado e a média de satisfação revelada pelos pesquisados com o desempenho das lojas ficou em 86,3%. Durante os 12 meses houve uma variação máxima de 1.7 ponto percentual entre o menor (fevereiro – 85,59%) e o maior (agosto – 87,29%) índice de confiança.

O coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade explica que a consolidação do estudo feito ao longo do ano revelou que o comércio eletrônico brasileiro tem um nível de aprovação junto ao consumidor superior ao de países como os Estados Unidos, por exemplo. “A variação dos números que indicam satisfação foi muito pequena mesmo com o aumento do volume de transações em eventos sazonais, greve de operadores logísticos, enchentes e outros imprevistos”, diz.

O diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) Gerson Rolim comemora a consolidação de sua previsão feita em novembro de que a média de satisfação do ano ficaria  acima dos 85%, padrão considerado pela camara-e.net como sendo de excelência para o varejo eletrônico. “Nos Estados Unidos, por exemplo, onde a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil, a média de satisfação é de 82%. Levando-se em conta toda a complexidade das compras pela Internet, principalmente num país com dimensões continentais como o Brasil, temos consciência de que é muito difícil alcançar patamares próximos a 80% de satisfação, por isso consideramos 85% um marco de eficiência do segmento”, afirma.

Somente no mês de dezembro foram coletados pela e-bit 150.998 mil questionários entre os dias 1 e 31. O índice específico do mês do Natal ficou em 85,98% de satisfação. De acordo com a e-bit, foram movimentados R$ 1,6 bilhões no período de 15/11 a 24/12 em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhões.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, esse faturamento expressivo mostra que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras.

Segundo ele as lojas virtuais tiveram que se programar para atender todas as demandas e mesmo assim tivemos uma redução no índice de satisfação. “Sem uma estrutura robusta e logística preparada para atender o aumento expressivo da demanda, ficaria difícil entregar tantos pedidos no período natalino. O volume  de compras nessa época é intenso, já que as pessoas têm o hábito de dar muitos presentes, tanto para amigos, quanto para familiares. Por isso, um planejamento antecipado por parte das lojas e seus fornecedores de logística é mais do que necessário para obter sucesso em datas como essas”, afirma Guasti.

Nas pesquisas colhidas pela e-bit para apurar o Índice de Confiança do e-Consumidor as pessoas são estimuladas a expressar o nível de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Patamar excelencia ecommerce 2009

Rodolfo Nakamura
mla

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Ferramenta de monitoramento para e-commerce

Retail Monitor revela dados de intenção de compra e competitividade das lojas

SÃO PAULO – Atenta ao crescimento da competitividade do varejo eletrônico brasileiro e a necessidade de buscar monitoramento constante dos movimentos do mercado e concorrentes, a e-bit passa a disponibilizar o Retail Monitor Executivo, ferramenta que além de fazer uma checagem completa sobre políticas relacionadas a condições de pagamento, preço e política de entrega, entre outras, do e-commerce nacional, ainda possibilita acompanhamento contínuo da intenção de compra do consumidor.

Isso é possível graças ao cruzamento de dados das pesquisas de satisfação realizadas pela e-bit e os dados fornecidos pela de conteúdo do Grupo BuscaPé. “O processo leva em conta uma base gigantesca de informação e funciona como um termômetro de competitividade”, explica Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.

Ainda segundo o executivo, com os levantamentos do Retail Monitor é possível obter radiografias precisas, como a que registrou aumento quase imediato da intenção de compra de eletrodomésticos de linha branca, após o Governo Federal anunciar redução do IPI para os produtos em questão. “De posse de uma informação como essa, o varejista pode definir de maneira ágil, uma estratégia que tire proveito máximo do cenário”, ressalta.

O e-commerce brasileiro, que encerrou o ano de 2008 com faturamento de R$ 8,2 bilhões e tíquete médio de R$ 328,00, continua sua trajetória de crescimento, e mesmo com um cenário econômico menos favorável por conta da crise mundial, registrou no primeiro trimestre do ano resultado de R$ 2,3 bilhões, valor 25% superior ao obtido em igual período do ano passado.

Rodolfo Nakamura

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