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	<title> &#187; Comércio Eletrônico</title>
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		<title> &#187; Comércio Eletrônico</title>
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		<title>Líder mundial em site de compras coletivas chega ao Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 17:47:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[GroupOn,  site de compras coletivas da  norteamericana GroupOn Inc., já iniciou operações em 12 cidades brasileiras e deverá chegar a 25 municípios até o final do ano O Groupon Inc., empresa norte-americana presente em mais de 29 países e 200 cidades no mundo, investe em mais um mercado internacional e instala no Brasil sua operação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><em>GroupOn,  site de compras coletivas  da  norteamericana GroupOn Inc., já iniciou operações em 12 cidades brasileiras  e deverá chegar a 25 municípios até o final do ano</em></h2>
<p><em> </em></p>
<p>O <strong>Groupon Inc</strong>., empresa  norte-americana presente em mais de 29 países e 200 cidades no mundo, investe em  mais um mercado internacional e instala no Brasil sua operação local, um site de  compras coletivas que oferece ofertas diárias nos melhores endereços das cidades  onde está presente, com preço vantajoso aos usuários cadastrados em seu sistema  – descontos de até 90% em estabelecimentos nas áreas de gastronomia, bem-estar e  entretenimento.</p>
<p>A expansão internacional do Groupon  Inc. teve início em abril de 2010, quando a empresa adquiriu a MyCityDeal  europeia, com a união de suas operações nos dois continentes. Em junho, eles  começaram os trabalhos na América Latina ao comprar uma empresa chilena e ao  fundar o GroupOn no Brasil. “<em>O mercado brasileiro de e-commerce, de usuários  de internet e das redes sociais está em constante expansão. Além disso, o  brasileiro adora experimentar novidades, é sociável e recomenda lugares  interessantes para os amigos. Apesar de termos menos de dois meses no país,  perdemos apenas para os EUA em quantidade de recomendações diárias do nosso site  e já somos a quinta maior operação do grupo no mundo</em>”, afirma o executivo  Daniel Funis, um dos diretores da operação brasileira.</p>
<p><strong>Investimento  mundial</strong></p>
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</script></div><p>O Groupon Inc. conta com um aporte de  cerca de 150 milhões de dólares para investir no mercado mundial e planeja, por  meio do GroupOn, estar nas maiores capitais brasileiras nos próximos dois meses  e chegar em mais de 29 cidades até o final do ano. “São inúmeras as vantagens  das empresas interessadas neste tipo de parceria já que poderão trabalhar com a  empresa pioneira em compras coletivas e líder mundial no setor, ter a  possibilidade de divulgar a marca em diversos países da América do Sul, Europa e  EUA, e ter total segurança na execução da operação”, afirma Florian Otto,  presidente da empresa no país.</p>
<p>A mecânica de funcionamento do  GroupOn é simples: todos os dias os membros cadastrados no site recebem uma  newsletter com uma oferta. Caso haja interesse no serviço, que fica disponível  para compra por 24 horas, a pessoa deve acessar o site <a title="http://www.groupon.com.br/" href="http://www.groupon.com.br/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.groupon.com.br/?referer=');">www.groupon.com.br</a>, ler os detalhes da transação e  efetuar a compra. No dia seguinte, receberá um email de confirmação do pedido.  Nesta comunicação, consta um voucher com um código. É com este material que o  cliente pode ter acesso ao produto ou serviço oferecido, que precisa ser  agendado e tem prazo para uso.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Números do Groupon Inc.</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<ul>
<li>Fundado em novembro de 2008, na cidade de Chicago (EUA)</li>
<li>Mais de 12 milhões de vouchers vendidos no mundo;</li>
<li>Presente em 29 países e em mais 200 cidades no mundo;</li>
<li>Mais de 18 milhões de usuários em todo o mundo;</li>
<li>Faturamento global de mais de US$500 milhões;</li>
<li>500 milhões de dólares economizados pelos clientes em 1,5 anos de  vida;</li>
</ul>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura<br />
prstg</em></p>
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		<title>Pagamento Digital lança shopping online com 927 lojas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 19:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[buscapé]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[meios de pagamento]]></category>
		<category><![CDATA[pagamento digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Consumidores poderão fazer buscas por produtos, comparar preços e comprar com toda segurança do Pagamento Digital Lojistas que são clientes exclusivos da plataforma de pagamento terão suas ofertas listadas gratuitamente no Shopping e no BuscaPé SÃO PAULO - O Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), plataforma de gerenciamento de pagamentos online do BuscaPé (www.buscape.com.br), anuncia a abertura do Shopping [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Consumidores poderão fazer buscas por  produtos, comparar preços e comprar com toda segurança do  Pagamento Digital</strong></h2>
<h2>Lojistas  que são clientes exclusivos da plataforma de  pagamento terão suas ofertas listadas gratuitamente no  Shopping e no BuscaPé</h2>
<p>SÃO PAULO - O Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), plataforma de gerenciamento de pagamentos online do BuscaPé (www.buscape.com.br), anuncia a abertura do Shopping do Pagamento Digital, que já chega no varejo online com a oferta de mais de 1 milhão de produtos em 927 lojas. A partir de agora, os e-consumidores poderão pesquisar, comparar preços e adquirir produtos na Web com toda a segurança e facilidade do Pagamento Digital.</p>
<p>“Lançamos o Shopping do Pagamento Digital para proporcionar maior agilidade, conforto e segurança nas compras e vendas online aos nossos clientes”, diz Denis Smetana Lopes, gerente-geral do BuscaPé Financial Services. “Esperamos facilitar ainda mais a busca e compra pelos consumidores, além de auxiliar na divulgação das lojas virtuais que contam com o Pagamento Digital como a forma segura de pagamento online”, acrescenta.</p>
<p>Segundo ele, outro objetivo do Shopping é alavancar as vendas dos pequenos lojistas na internet que, ao adotarem o Pagamento Digital como plataforma exclusiva de pagamento, serão listados automaticamente no Shopping e ainda irão ganhar anúncios grátis no BuscaPé. “Nossos lojistas obtêm, assim, uma série de benefícios em serviços, produtos e ferramentas de marketing para otimizar ainda mais seus negócios”, finaliza Denis.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura<br />
1stcm</em></p>
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		<item>
		<title>e-bit e Instituto Análise lançam estudo sobre varejo multicanal</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 16:23:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[e-bit]]></category>

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		<description><![CDATA[Parceria entre empresas aponta tendências do mundo on-line e off-line e preferências de seus consumidores SÃO PAULO  – A e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, realizou, em parceria com o Instituto Análise, a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, com o objetivo de analisar o comportamento do e-consumidor e do consumidor do varejo tradicional em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Parceria entre empresas aponta tendências do mundo on-line e off-line e preferências de seus consumidores</em><strong> </strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>SÃO PAULO  – </strong>A <strong>e-bit</strong>, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, realizou, em parceria com o Instituto Análise, a primeira edição da <strong>Pesquisa Cross Channel, </strong>com o objetivo de analisar o comportamento do e-consumidor e do consumidor do varejo tradicional em ambos os canais de venda. O estudo, que abre a série, é composto por uma pesquisa quantitativa face a face domiciliar, na qual foram entrevistadas mil pessoas adultas, e uma pesquisa quantitativa via web, utilizando o <strong>painel de respondentes</strong> <strong>e-bit</strong>, no qual foram coletadas 5.491 entrevistas. As pesquisas foram feitas durante o mês de Março de 2010.</p>
<p>De acordo com o diretor geral da <strong>e-bit</strong>, Pedro Guasti, essa parceria ajuda a visualizar o potencial de crescimento que o e-commerce ainda possui. “Com a Pesquisa Cross Channel, podemos verificar os consumidores que ainda não aderiram ao e-commerce, além de conhecer os motivos para isso ainda não acontecer. Hoje, somos mais de 17,5 milhões de e-consumidores, mas esse número pode crescer ainda mais para contribuir com esse mercado de mais de R$ 10,6 bilhões de faturamento”, argumenta o executivo.</p>
<p><strong>Sobre perfil</strong></p>
<p>Segundo dados levantados pela pesquisa, o perfil dos respondentes off-line difere dos respondentes on-line, principalmente em dois aspectos: Faixa etária e renda familiar. Enquanto 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade. A renda média familiar do e-consumidor também é mais do que o dobro da média brasileira que realiza suas compras off-line: R$ 3.560,76, ante R$ 1.444,52.</p>
<p>Outro aspecto a ser levado em conta é a diferença entre os meios de pagamento nos dois canais. Os e-consumidores preferem utilizar o cartão de crédito em suas compras, tanto na web quanto no varejo físico. Já as pessoas que compram fora de casa, utilizam mais o dinheiro como forma de pagamento. No entanto, na hora de adquirir um produto de maior valor agregado, como Eletrodomésticos, Eletrônicos e produtos de Informática, a opção é pelo dinheiro de plástico.</p>
<p><strong>Sobre preferência de compra nos dois canais</strong></p>
<p>Dos pesquisados no mundo on-line, 56% preferem comprar eletrodomésticos pela web, contra 34% que optam por lojas especializadas fora da internet. Já no mundo off-line, 77% compram o mesmo produto em lojas físicas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um Eletrodoméstico pela web, mesmo não sendo esse o canal que costumam escolher para suas compras. A pesquisa também levantou que 70% dos e-consumidores preferem comprar Ingressos pelo e-commerce, ao mesmo tempo em que 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes conectados.</p>
<p><strong>Onde comprar?</strong></p>
<p>O estudo também trouxe informações sobre em que lojas os e-consumidores pretendem comprar determinadas categorias nos próximos tempos. Para o segmento de Eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% na Compra Fácil e 5% no Wal-Mart. Já para a categoria Papelaria e Escritório, a líder nas escolhas foi a Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%.</p>
<p>De acordo com o levantamento,<strong> </strong>são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar no ambiente off-line. Normalmente, a escolha é por produtos que são precisaram ser vistos ou tocados, como produtos de Supermercado, Cosméticos e Perfumaria e Moda e Acessórios. Para Pedro Guasti, a Web 2.0 pode ser uma forte aliada na decisão de compra desses segmentos. “A evolução das plataformas nos conceitos Web 2.0 contribuem para a linha de crescimento dessas categorias. As lojas que comercializam esses tipos de produtos podem disponibilizar vídeos, reviews de consumidores e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes em efetuar pedidos de produtos que antes necessitavam ser obrigatoriamente tocados e experimentados pessoalmente”, explica Guasti.</p>
<p>O levantamento também indica que, entre as categorias que os consumidores virtuais têm intenção de comprar nos próximos meses estão Eletrônicos, Artigos de Informática, Eletrodomésticos e Livros.</p>
<p><strong>Os adeptos estão satisfeitos com os canais?</strong></p>
<p>Para o consumidor virtual, praticidade e facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, já que não está familiarizado com este canal.</p>
<p>A <strong>e-bit </strong>e o Instituto Análise planejam acompanhar o comportamento do varejo multicanal de forma recorrente, visando antecipar as tendências do setor.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura<br />
frstcm</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cresce número de usuários de banda larga</title>
		<link>http://www.maxbusiness.com.br/2010/06/cresce-numero-de-usuarios-de-banda-larga-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
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		<description><![CDATA[Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<h2>Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis</h2>
<p>Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.</p>
<p>O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.</p>
<p>O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.</p>
<div>
<dl id="attachment_65">
<dt><a href="http://www.marketnews.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ibopenielsenabril2010docimg_01.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marketnews.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ibopenielsenabril2010docimg_01.jpg?referer=');"><img title="ibopenielsenabril2010docimg_01" src="http://www.marketnews.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ibopenielsenabril2010docimg_01.jpg" alt="Fonte: Divulgação" width="415" height="356" /></a></dt>
<dd>IBOPE NIELSEN Abril 2010</dd>
</dl>
</div>
<p>O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.</p>
<p>A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.</p>
<div>
<dl id="attachment_66">
<dt><a href="http://www.marketnews.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ibopenielsenabril2010docimg_02.jpg" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.marketnews.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ibopenielsenabril2010docimg_02.jpg?referer=');"><img title="ibopenielsenabril2010docimg_02" src="http://www.marketnews.com.br/wp-content/uploads/2010/06/ibopenielsenabril2010docimg_02.jpg" alt="Fonte: Divulgação" width="415" height="360" /></a></dt>
<dd>IBOPE NIELSEN Abril 2010</dd>
</dl>
</div>
<p>A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.</p>
<p>O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=5&amp;proj=PortalIBOPE&amp;pub=T&amp;db=caldb&amp;comp=Noticias&amp;docid=BC180502A137A333832577350052C544" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ibope.com.br/calandraWeb/servlet/CalandraRedirect?temp=5_amp_proj=PortalIBOPE_amp_pub=T_amp_db=caldb_amp_comp=Noticias_amp_docid=BC180502A137A333832577350052C544&amp;referer=');">IBOPE</a>, 01/06/2010.</p>
</div>
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		</item>
		<item>
		<title>Copa do Mundo deve influenciar vendas online</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 00:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[Expectativa da e-bit é que o aumento na venda de TV´s de tela plana influencie o tíquete médio do setor SÃO PAULO – A Copa do Mundo está chegando e a expectativa para o maior evento esportivo do planeta aumenta a cada dia. Além dos milhões de torcedores espalhados pelo Brasil acompanhando os jogos, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Expectativa  da <strong>e-bit</strong> é que o aumento na venda de TV´s </em><em>de  tela plana influencie o tíquete médio do setor</em></h2>
<p><em> </em></p>
<p><strong>SÃO PAULO – </strong>A  Copa do Mundo está chegando e a expectativa para o maior evento esportivo do  planeta aumenta a cada dia. Além dos milhões de torcedores espalhados pelo  Brasil acompanhando os jogos, o comércio eletrônico também terá motivos para  sorrir graças à competição, que promete alavancar as vendas e contribuir ainda  mais para o faturamento bilionário do canal.</p>
<p>A  previsão da <strong>e-bit</strong>, empresa especializada em informações de comércio  eletrônico, é de que a Copa do Mundo deva impulsionar a venda de eletrônicos,  principalmente TV´s de tela plana. De acordo com dados da Eletros (Associação  Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), os fabricantes irão  comercializar 19,6% mais TVs em 2010, o que irá representar um total de 11,5  milhões de unidades.</p>
<p>Com  o aumento nas vendas de produtos de maior valor agregado, como TVs, o tíquete  médio do comércio eletrônico deverá registrar um aumento significativo.</p>
<p>Segundo  dados levantados pelo BuscaPé, maior site de comparação de preços da América  Latina, existe uma grande variação no valor dos aparelhos nas lojas virtuais,  que podem chegar em até mil reais. Um bom exemplo disso é a TV Samsung LCD de 32  polegadas com conversor digital integrado modelo LN32B530, que tem preços  variando de R$ 1.706,69 a R$ 2.699,00.</p>
<p>Para  o diretor geral da <strong>e-bit</strong>, Pedro Guasti, as boas vendas na Copa do Mundo  em 2010 devem seguir o exemplo da competição anterior, há quatro anos. “Em 2006,  o comércio eletrônico cresceu 76%. Esse foi o maior índice de crescimento já  registrado no setor e foi fortemente influenciado pelas vendas para a Copa do  Mundo daquele ano. Tendo isso em vista, é provável que um fenômeno semelhante  ocorra nesse ano, principalmente pela estabilidade da economia e a maior  confiança dos consumidores no canal web”, diz Guasti.</p>
<p>A  categoria Artigos Esportivos também é outro segmento do e-commerce que deve  sentir os efeitos do torneio. A venda de camisas de seleções, além de bolas e  produtos oficiais da Copa, devem ser os principais alvos dos e-consumidores ao  longo da competição.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura<br />
frstcm</em></p>
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		<title>Estudo: centrais online mudam os hábitos das mulheres em compras offline</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 17:01:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[e-commerce]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando se trata de compras, todos nós temos escutado os mitos de uma mulher encontrar um produto, contando a outra e, assim, uma onda de novos consumidores adotam o produto aos montes. Divulgam o mito de que pode estar mais perto da verdade do que qualquer um de nós pode imaginar. Pelo menos, de acordo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Quando se trata de compras, todos nós temos escutado os mitos de uma mulher encontrar um produto, contando a outra e, assim, uma onda de novos consumidores adotam o produto aos montes. Divulgam o mito de que pode estar mais perto da verdade do que qualquer um de nós pode imaginar. Pelo menos, de acordo com um estudo recente da iVillage e SheSpeaks. Os pesquisadores descobriram que cerca de três quartos (77%) das mulheres são influenciadas a experimentar e comprar produtos novos a partir de outros clientes do sexo feminino no mundo online.</h2>
<p>por <a href="http://www.bizreport.com/authors/kristina_knight.html" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bizreport.com/authors/kristina_knight.html?referer=');">Kristina Knight</a></p>
<p>Onde essas mulheres estão se reunindo para encontrar as mais recentes e melhores ofertas de produtos? Nas redes sociais online. Os pesquisadores descobriram que as mulheres são mais propensas a comprar um novo produto depois de ler uma revisão on-line (em fóruns da comunidade) ou fazer uma compra na loja presencial, depois de ler um relatório de fórum da comunidade sobre o item. Cerca de metade (51%) dos clientes do sexo feminino já estão seguindo as suas marcas favoritas através socnets (redes sociais) como o Facebook eo Twitter, mas o estudo observa que as mulheres são menos propensas a fazer uma compra por causa de uma página de produto social.</p>
<p>Em vez disso, as mulheres estão à procura de cupons (68%), análises de produtos on-line (61%) e e-mails da empresa (45%) para ajudá-los a tomar decisões de compra.</p>
<p>&#8220;Quando se trata de construir preferência e motivação de vendas em loja, o  digital está emergindo como um candidato forte. Se as marcas podem motivar a confiança de clientes a partir de recomendações e acoplá-las a uma&#8221;chamada à ação&#8221;, como um cupom, que é um poderoso golpe 1-2 (Nota do tradutor: trata-se de um golpe de boxe, onde um golpe rápido de direita segue outro, de esquerda) que impulsiona as vendas e dá apoio&#8221;, disse Aliza Freud, CEO da SheSpeaks.</p>
<p>Outros resultados interessantes do estudo incluem:</p>
<ul>
<li>77% das mulheres são influenciados pelas recomendações de amigos;</li>
<li>61% das mulheres são influenciadas por opiniões dos consumidores em sites de compras;</li>
<li>Cupons ativam a maioria das compras (68%);</li>
<li>Mais de 80% das mulheres ter visitado um site &#8216;megastore&#8217; nos últimos 30 dias;</li>
<li>Antes de realmente fazer compras, as mulheres gastam entre seis e sessenta minutos de preparação antes de ir às compras, observando as recomendações, à procura de cupons ou para verificar as últimas novidades para diferentes produtos.</li>
</ul>
<p>Matéria com tradução livre do original: <a href="http://www.bizreport.com/2010/05/study-online-hubs-change-womens-offline-shopping-habits.html" target="_blank" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.bizreport.com/2010/05/study-online-hubs-change-womens-offline-shopping-habits.html?referer=');">BizReport</a>.
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		<title>Dia das Mães bate recorde no comércio eletrônico</title>
		<link>http://www.maxbusiness.com.br/2010/05/dia-das-maes-bate-recorde-no-comercio-eletronico/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 21:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[Com crescimento de 42% em relação a 2009, data comemorativa fatura R$ 625 milhões em 2010 SÃO PAULO  – O Dia das Mães foi aquecido para o comércio eletrônico. De acordo com dados levantados pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, foram realizados cerca de 1,6 milhão de pedidos em lojas virtuais durante o período [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><em>Com crescimento de  42% em relação a 2009, <span style="font-style: normal;"><em>data comemorativa  fatura R$ 625 milhões em 2010</em></span></em></h2>
<p><strong>SÃO PAULO  – </strong>O  Dia das Mães foi aquecido para o comércio eletrônico. De acordo com dados  levantados pela <strong>e-bit</strong>, empresa especializada em informações de  e-commerce, foram realizados cerca de 1,6 milhão de pedidos em lojas virtuais  durante o período de 25/04/2010 a 09/05/2010, o que contribuiu para um  faturamento de R$ 625 milhões, crescimento 42% superior aos R$ 440 milhões  registrados em 2009. Dessa forma, a previsão da empresa para a data sazonal de  40% de crescimento foi superada. Além disso, o Dia das Mães apresentou-se acima  da linha de crescimento do setor, estimada pela <strong>e-bit</strong> em 30% para esse  ano.</p>
<p>O  bom desempenho do setor na data foi, inclusive, superior ao varejo tradicional.  Segundo dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas  (CNDL), o crescimento foi de 9,43%.</p>
<p>No  varejo eletrônico, um dos fatores que contribuíram para o bom resultado foi o  elevado tíquete médio, de R$ 380, impactado principalmente pela escolha dos  filhos em presentearem suas mães com produtos de maior valor agregado. Pela  primeira vez, Eletrodomésticos foi a campeã das categorias mais vendidas, com  15% do volume total de pedidos. Em 2009, a categoria havia ficado em terceiro  lugar. Informática, com 10%, e Eletrônicos, com 8%, também figuraram entre os  cinco segmentos mais vendidos, antecedidos por Livros, Assinaturas de Revistas e  Jornais e Saúde, beleza, cosméticos e medicamentos.</p>
<p>Para  o diretor geral da <strong>e-bit</strong>, Pedro Guasti, a economia está ainda mais  aquecida esse ano, fato benéfico para o setor. “O comércio eletrônico mostra que  continua seu crescimento a passos largos. Com as ótimas oportunidades do canal,  aliadas ao aumento significativo do crédito, tivemos um ótimo desempenho nesse  Dia das Mães”, explica Guasti.</p>
<p><strong>Ranking  dos produtos mais vendidos no Dia das Mães em 2010</strong></p>
<p>(Em  volume de pedidos / transacional)</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="223" valign="top">Eletrodomésticos</td>
<td width="55" valign="top">15%</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="top">Livros,  Assinatura de Revistas e Jornais</td>
<td width="55" valign="top">15%</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="top">Saúde,  beleza, cosméticos e medicamentos.</td>
<td width="55" valign="top">13%</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="top">Informática</td>
<td width="55" valign="top">10%</td>
</tr>
<tr>
<td width="223" valign="top">Eletrônicos</td>
<td width="55" valign="top">8%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte:  e-bit Informação (<a title="http://www.ebitempresa.com.br/" href="http://www.ebitempresa.com.br/" onclick="pageTracker._trackPageview('/outgoing/www.ebitempresa.com.br/?referer=');">www.ebitempresa.com.br</a>)</p>
<p>Período:  25/04/10 a 09/05/10</p>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura<br />
frstcm</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Novas regras da nota fiscal eletrônica podem prejudicar faturamento das pequenas e médias empresas</title>
		<link>http://www.maxbusiness.com.br/2010/05/novas-regras-da-nota-fiscal-eletronica-podem-prejudicar-faturamento-das-pequenas-e-medias-empresas/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 20:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[nfe]]></category>
		<category><![CDATA[nota fiscal eletrônica]]></category>

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		<description><![CDATA[Fornecedores e clientes com cadastro irregular podem emperrar o andamento de compra e venda de mercadorias e comprometer toda a cadeia produtiva relacionada ao comércio de diversos produtos SÃO PAULO - Pouca gente tem comentado sobre as repercussões em cadeia que as novas determinações da Receita Federal para o SPED e a Nota Fiscal Eletrônica podem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Fornecedores e clientes com cadastro irregular podem emperrar o andamento de compra e venda de mercadorias e comprometer toda a cadeia produtiva relacionada ao comércio de diversos produtos</h2>
<p>SÃO PAULO - Pouca gente tem comentado sobre as repercussões em cadeia que as novas determinações da Receita Federal para o SPED e a Nota Fiscal Eletrônica podem causar, principalmente para as pequenas e médias empresas que não fizeram  investimentos necessários para corrigir seus cadastros de clientes e fornecedores. Isso porque as novas regras para emissão de nota fiscal exigem que tais dados estejam impecavelmente atualizados. Caso contrário, não será mais possível a emissão da nota fiscal, já que ela será obrigatoriamente eletrônica e os dados preenchidos para a sua emissão serão checados logos após serem recepcionados pela Sefaz responsável.</p>
<p>Se por qualquer motivo, por exemplo, a empresa não tenha regularizado seu cadastro junto aos órgãos públicos e fizer um pedido a um fornecedor para a compra de matérias primas ou insumos, este fornecedor não conseguirá emitir sua nota fiscal e, consequentemente, ficará impossibilitado de entregar a mercadoria. Com isso, nem a empresa consegue atender seus clientes, nem o fornecedor consegue receber.  ”Os efeitos decorrentes desta situação vão causar muitos transtornos e uma empresa em situação irregular pode afetar a produção de uma série de outras”, explica o especialista Luis Claudio Palese, da CCA Consultores – consultoria especializada na análise e adequação de empresas à nova legislação.</p>
<p>Numa situação inversa, onde o fornecedor esteja com cadastro irregular, pode haver, ainda, a necessidade de uma empresa ter que trocar de fornecedor de uma hora para a outra. “Imagine que uma empresa tenha negociações especiais de preço e condições de pagamento com um fornecedor que está em situação irregular junto à Receita Federal.Como esse empresário vai manter sua política de preços junto a seus consumidores, se tiver que recorrer a um fornecedor desconhecido de uma hora para a outra e não conseguir os mesmos acordos? Com certeza deixará de ser competitivo no mercado em que atua e fatalmente sofrerá prejuízo se não repassar suas perdas na venda final”, diz o especialista.</p>
<p>A recomendação de Palese é que as empresas corram atrás do tempo perdido e implantem as soluções fiscais necessárias. “Mas não se deve focar apenas no campo de investimentos financeiros e tecnológicos. A mudança de postura do empresário também deve englobar seus colaboradores. É a oportunidade ideal para agregar o valor ético aos negócios desenvolvidos no Brasil”.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura<br />
Indt</em>
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		</item>
		<item>
		<title>Aumento da população conectada à Internet muda ações de marketing</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 15:53:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; O comércio eletrônico brasileiro fechou 2009 comemorando um crescimento de 30%, atingindo um faturamento de R$ 10,6 bilhões. O 1º trimestre de 2010 já apresenta elevação em relação a esse índice e uma das novas oportunidades de negócios está no aquecimento das vendas de computadores e celulares com acesso a Internet. Conforme [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; O comércio eletrônico brasileiro fechou 2009 comemorando um crescimento de 30%, atingindo um faturamento de R$ 10,6 bilhões. O 1º trimestre de 2010 já apresenta elevação em relação a esse índice e uma das novas oportunidades de negócios está no aquecimento das vendas de computadores e celulares com acesso a Internet. Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o setor de telecomunicações deverá crescer 21% neste ano. De acordo com dados do e-bit, 17,6 milhões de pessoas consumiram virtualmente um tíquete médio de R$ 335 no ano passado, representando um crescimento de 33% em relação a 2008. A expectativa  para 2010 é chegar a 23 milhões de pessoas, contribuindo para elevar o faturamento do comércio eletrônico em cerca de 30% com meta de bater R$ 13,6 bilhões. Essas boas perspectivas do segmento estão estimulando mudanças em ações de marketing e publicidade entre as empresas no Brasil.</p>
<p>Um estudo feito pelos institutos The Kelsey Group e Com Stat com  mais de 300 gestores de pequena e média empresa nos Estados Unidos revelou que o hábito de anunciar na internet está se disseminando entre os empresários. Conforme a pesquisa, 77% dos entrevistados afirmaram ter anunciado em blogs, redes sociais e sites e, 69% dessas empresas também publicaram anúncios em outros meios como tevê, rádio, jornais e revistas.</p>
<p>Desde que esse monitoramento começou a ser feito há três anos, é a 1ª vez que o percentual de anunciantes em internet é maior que em mídia convencional. Segundo o especialista em negócios e soluções virtuais Leonardo Bortoletto, diretor comercial e de marketing da mineira Web Consult, esse resultado indica o interesse crescente em experimentar as novas mídias. “As empresas ainda destinam uma maior parte de seu orçamento para a publicidade tradicional, mas estão começando a perceber a importância da divulgação virtual. As mídias tradicionais ganham nova força com campanhas voltadas para os meios digitais, pois o investimento apresenta um custo acessível e um grande alcance”, afirma.</p>
<p>Cerca de 75% dos brasileiros que navegam pela internet  estão nas classes C, D e E, sendo que 61% dos que compram online costumam conferir os produtos em lojas físicas, antes de fecharem a transação pela rede. O Brasil lidera o ranking mundial de países com maior tempo médio de navegação, com uma média geral em torno de 44 horas navegadas segundo o Idege, referente a dezembro de 2009.</p>
<p>A iniciativa do Governo Federal com o Plano Nacional de Banda Larga para massificar o uso da internet com meta de chegar a 90 milhões de acessos individuais até 2014 contribuirá ainda mais para o crescimento dessa demanda pela utilização da rede com veiculação de anúncios.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura<br />
<span style="font-style: normal;"><em><span style="font-style: normal;"><em>Zoom</em></span></em></span></em>
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		</item>
		<item>
		<title>Comércio eletrônico conquista a confiança de 86,3% dos e-consumidores durante o ano de 2009</title>
		<link>http://www.maxbusiness.com.br/2010/02/comercio-eletronico-conquista-a-confianca-de-863-dos-e-consumidores-durante-o-ano-de-2009/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 20:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comércio Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Média do ano ficou 1,3 ponto percentual acima da marca considerada pela camara-e.net como patamar de excelência para as compras pela Internet São Paulo &#8211; As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><strong><em>Média  do ano ficou 1,3 ponto percentual acima da marca considerada pela camara-e.net  como patamar de excelência para as compras pela Internet</em></strong></h2>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p><strong>São Paulo &#8211; </strong>As lojas eletrônicas  brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram  compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação  do Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela <strong>e-bit</strong>, empresa especializada em informações  de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet  Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico  (camara-e.net),  dedicado a atuar na educação do usuário para que o mesmo  evite cair em golpes aplicados pela rede.</p>
<p>Ao todo foram coletados pela  <strong>e-bit</strong> mais de 1.4 milhão de questionários de janeiro a dezembro do ano  passado e a média de satisfação revelada pelos pesquisados com o desempenho das  lojas ficou em 86,3%. Durante os 12 meses houve uma variação máxima de 1.7 ponto  percentual entre o menor (fevereiro – 85,59%) e o maior (agosto – 87,29%) índice  de confiança.</p>
<p>O coordenador do Movimento Internet  Segura, Djalma Andrade explica que a consolidação do estudo feito ao longo do  ano revelou que o comércio eletrônico brasileiro tem um nível de aprovação junto  ao consumidor superior ao de países como os Estados Unidos, por exemplo. “A  variação dos números que indicam satisfação foi muito pequena mesmo com o  aumento do volume de transações em eventos sazonais, greve de operadores  logísticos<strong>, </strong>enchentes e outros  imprevistos”, diz.</p>
<p>O diretor executivo da  Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) Gerson Rolim comemora a  consolidação de sua previsão feita em novembro de que a média de satisfação do  ano ficaria  acima dos 85%, padrão considerado pela camara-e.net como sendo de  excelência para o varejo eletrônico. “Nos Estados Unidos, por exemplo, onde  a cultura de compras não presenciais é muito mais disseminada do que no Brasil,  a média de satisfação é de 82%. Levando-se em conta toda a complexidade das  compras pela Internet, principalmente num país com dimensões continentais como o  Brasil, temos consciência de que é muito difícil alcançar patamares próximos a  80% de satisfação, por isso consideramos 85% um marco de eficiência do  segmento”, afirma.</p>
<p>Somente no mês de  dezembro foram coletados pela <strong>e-bit</strong> 150.998 mil questionários entre os dias 1 e 31. O índice específico do mês do Natal  ficou em 85,98% de satisfação. De acordo com a <strong>e-bit</strong>, foram  movimentados R$ 1,6 bilhões no período de 15/11 a 24/12 em  vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao  mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25  bilhões.</p>
<p>Para o diretor  geral da <strong>e-bit</strong>, Pedro Guasti,  esse faturamento expressivo mostra que o consumidor está mais preparado e  programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para  fazer compras.</p>
<p>Segundo ele as  lojas virtuais tiveram que se programar para atender todas as demandas e mesmo  assim tivemos uma redução no índice de satisfação. “Sem uma estrutura robusta e  logística preparada para atender o aumento expressivo da demanda, ficaria  difícil entregar tantos pedidos no período natalino. O volume  de compras nessa  época é intenso, já que as pessoas têm o hábito de dar muitos presentes, tanto  para amigos, quanto para familiares. Por isso, um planejamento antecipado por parte  das lojas e seus fornecedores de logística é mais do que necessário para obter  sucesso em datas como essas”, <strong>afirma  Guasti.</strong></p>
<p>Nas pesquisas colhidas pela <strong>e-bit</strong> para apurar o Índice de Confiança do e-Consumidor as  pessoas são estimuladas a expressar o nível de satisfação com base em 10  quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os  Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade  do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos  Produtos.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-198" title="Índice de Confiança do e-Consumidor de 2009" src="http://www.maxbusiness.com.br/wp-content/uploads/2010/02/patamar-excelencia-ecommerce-2009.jpg" alt="Patamar excelencia ecommerce 2009" width="450" /></p>
<p style="text-align: right;"><em>Rodolfo Nakamura</em><br />
mla
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