Archive for the 'Comportamento' Category
Levantamento aponta que 55% dos usuários do Facebook “curtem” alguma empresa

Quase 62% afirmaram que deixam de seguir empresas quando se irritam com ações de comunicação mal elaboradas

A agência de comunicação digital PictureWeb acaba de divulgar os resultados obtidos em um levantamento sobre a atuação de empresas no Facebook – a segunda maior rede social em número de usuários brasileiros.

Segundo Marcelo Abdo, diretor executivo da agência, o objetivo deste levantamento é apontar, mais uma vez, a relevância deste canal para a realização de ações digitais corporativas. “A maioria dos usuários que “curte” empresas e marcas no Facebook está em busca de conteúdo. Mas é preciso conhecer o perfil dos seguidores de cada marca para definir a comunicação adequada”, garante.

As questões respondidas por 270 internautas – entre “seguidores” da PictureWeb e respectivos amigos – apontaram que a participação de executivos nesta rede é bem significativa, somando quase 50% entre presidentes (4,44%), diretores (24,81%) e gerentes (20,74%). “O Facebook tem se mostrado uma ferramenta de comunicação extremamente eficiente para ações corporativas, especialmente por ter um público mais qualificado, em relação às redes mais populares.”

Pelo levantamento da PictureWeb, 54,81% “curtem” alguma empresa no Facebook. Dentre estas, quase 27% disseram que a “relevância de conteúdo” é a principal razão para seguir uma empresa nesta rede. “Interesse por produtos ou serviços” foi a segunda justificativa apontada (22,78%), à frente de “admiração pela marca” (17,72%) e “acompanhar lançamentos e tendências” (15,61%). O “interesse por promoções” foi o motivo apontado por apenas 3,8% dos participantes.

Entre as ações que mais irritam os seguidores de empresas no Facebook, foram apontadas a repetição e a grande quantidade de posts, além da falta de atualização. E a consequência de uma comunicação mal elaborada pode ser desastrosa, pois 61,73% disseram que, quando irritados, deixam de seguir a marca. “De nada adianta uma empresa conquistar seguidores para perdê-los em seguida. Por isso, é preciso manter uma comunicação adequada e periódica”, alerta.

Questionados sobre outras participações na Internet, mais de 85% das pessoas afirmaram utilizar outras redes sociais: Twitter (34,46%), Orkut (26,40%) e Linkedin (25,28%). MySpace, Sonico e outras somaram 13,87% das respostas.

Publicado originalmente em: Portal VGV, 21/08/2010.

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.

O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Fonte: IBOPE, 01/06/2010.

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Consumidor nunca esteve tão confiante

Segundo pesquisa da Fecomercio, há mais de 15 anos os paulistanos não se mostram tão otimistas quanto no primeiro semestre de 2010

O consumidor paulista nunca começou o ano tão confiante. É o que revela o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), aferido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), que registrou impulso de 4% em junho na comparação com o mês anterior. Com este resultado, o indicador saltou dos 152,9 pontos, em maio, para os 158,9 atuais, praticamente repetindo o melhor resultado de toda a série histórica, iniciada em 1994, de fevereiro deste ano, quando o ICC registrava 159 pontos. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve um incremento de 18,1%, o que consolida o primeiro semestre de 2010 como o de maior nível de otimismo em mais de 15 anos.

Para Thiago Freitas, assessor econômico da Fecomercio, o resultado do ICC se deve, pela permanência dos excelentes resultados, principalmente no âmbito interno, como a estabilização do nível de desemprego em patamares historicamente baixos, sucessivos ganhos dos rendimentos das famílias e, ampliação nas concessões das carteiras de crédito. “Ainda precisamos somar a este cenário a desaceleração dos preços correntes, o que reduz eventuais perdas inflacionarias e assegura o poder de compra, o que sustentará o consumo em um patamar razoável”, aponta. Freitas também considera a euforia natural que toma o brasileiro nos períodos de Copa do Mundo como um dos fatores a influenciar o ICC. “O otimismo tradicionalmente tende a aumentar nesta época”, pondera.

O economista ainda destaca que é nítida a evolução da confiança do consumidor diante da situação geral mais favorável da economia, resultado esse comprovado no faturamento real das vendas do comércio varejista, que obteve um extraordinário incremento de 11% no primeiro trimestre do ano ante igual período de 2009, averiguada na Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), também da Fecomercio. “A saída quase incólume da economia brasileira da recente crise financeira internacional parece ter fortalecido ainda mais a percepção dos consumidores que estão se sentindo mais seguros ante as ameaças de uma turbulência caracterizada como agora na zona do Euro”.

Momento atual e expectativas para o futuro

Os dois indicadores que compõem o ICC, o Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC), apresentaram incremento em relação ao mês anterior. O resultado mostra que a percepção que os consumidores têm em relação ao futuro é ainda mais otimista do que a avaliação do presente.

Em comparação com maio, o IEC saltou 4,9%, atingindo 162,5 pontos. Os consumidores que recebem mais de 10 salários mínimos mensais são os mais seguros e atingiram 167,9 pontos este mês. Aqueles que com ganhos inferiores a este total também apresentaram um aumento significativo de confiança, registrando incremento de 6,1% (162,8 pontos).

Já o ICEA apontou elevação de 2,5% em relação ao mês anterior, atingindo 153,5 pontos. Em junho, os consumidores com mais de 35 anos ficaram 5% mais confiantes no cenário atual, atingindo o mesmo patamar de confiança daqueles com menos de 35 anos, 153,8 pontos. Ou seja, os consumidores com menos de 35 anos mantiveram sua avaliação estável em relação a maio.

Nota metodológica

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela Fecomercio desde 1994. Os dados são coletados junto a cerca de 2.100 consumidores no município de São Paulo. O objetivo da pesquisa é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura.

Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de 0 (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, apresenta-se em: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.

A metodologia do ICC foi desenvolvida com base no Consumer Confidence Index, índice norte-americano que surgiu em 1950 na Universidade de Michigan. No início da década de 90, a equipe econômica da Fecomercio adaptou a metodologia da pesquisa norte-americana à realidade brasileira. Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no país, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.

Rodolfo Nakamura
Com informações da Fecomercio/Fisher

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Curso mostra como fazer negócios no Twitter
SÃO PAULO – De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online, 23% dos internautas brasileiros acessam o Twitter com freqüência, fazendo do site a segunda maior rede social no país. Desse total, 66,4% possui entre 19 e 30 anos e passa 41,5 minutos por mês “tuitando”, o maior tempo médio do mundo, acima de EUA, Reino Unido e França. É claro que todos esses números não passam despercebidos pelas empresas. Muitas estão desenvolvendo ações de marketing digital para promover seus negócios diante desse enorme público.   Para orientar os empresários e empreendedores das pequenas e médias empresas (PMEs) sobre como explorar esta rede social para gerar negócios, a Magoweb, consultoria em Marketing Digital, promove em junho o Mês do Twitter. A ação é composta por uma série de artigos, vídeos tutoriais e cases sobre como divulgar a empresa estabelecendo um relacionamento transparente com seus clientes e consumidores.“Assim como outras redes sociais, o Twitter não é uma ferramenta de comunicação, mas de relacionamento. Ou seja, quem usa o site não quer só receber propaganda como na TV”, ele quer na verdade interagir e para isso a empresa agir com transparência e estar preparada para as críticas e reclamações”, destaca Átila Genehr, diretor da consultoria. “Caso contrário, com a mesma velocidade com que se constrói sua imagem na internet, o Twitter pode acabar com ela.”   Todo o conteúdo é gratuito é para ter acesso é só fazer a inscrição pelo site www.magoweb.com. No dia 30/6, às 16h30, será realizada palestra virtual Magowebinar com o tema “Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios pelo Twitter”.
O mercado do Twitter no Brasil
  • Audiência: 23% dos internautas brasileiros costuma acessar o site, tornando-o a segunda maior rede sociais do país.
  • 66,4% do público do site têm entre 19 e 30 anos.
  • 55,83% são homens e 42,13% mulheres.
  • Brasileiro é o que mais tempo passa no Twitter, 41,5 minutos por mês, contra 37 minutos nos EUA e 25 no Reino Unido.
  • Pessoas consultam em média 103 páginas diferentes por mês.
Rodolfo Nakamura
vrstl
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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.
O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Rodolfo Nakamura
ibp

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Internet deve chegar a 5 bilhões de usuários em 2010, diz pesquisa

Estudo também aponta que a quantidade de internautas duplicou entre 2003 e 2009, chegando a cerca de 26% da população mundial.

Até o final de 2010, o mundo deve atingir a marca de 5 bilhões de usuários na internet, de acordo com relatório, da International Telecommunication (ITU), divulgado nesta terça-feira (25/5).

Segundo a pesquisa, o crescimento da telefonia móvel será o principal responsável por esse aumento. Além disso, a pesquisa também apontou que a quantidade de internautas duplicou de 2003 a 2009, chegando a cerca de 26% da população mundial.

Mas, enquanto a evolução do setor de tecnologia da informação e da comunicação tem sido impressionante, muitas pessoas ainda estão excluídas dos benefícios da sociedade da informação, declarou o diretor da ITU’s Telecommunication Development Bureau, Sami Al Basheer Al Morshid, a repórteres, na última terça-feira (25/5) em uma conferência da empresa, em Hyderabad, no sul da Índia.

“Mais de 80% das pessoas nos países em desenvolvimento ainda não têm acesso à Internet, muito menos acesso à banda larga”, disse a chefe do departamento de informações de mercado e da divisão de estatísticas, Susan Teltscher. De acordo com o relatório, no mundo desenvolvido, quase 60% das famílias tinham acesso à Internet, contra apenas 12% no mundo em desenvolvimento.

A inclusão da banda larga fixa nos países em desenvolvimento foi muito menor, cerca de 3,5% no final de 2009. Ainda segundo Teltscher, para compensar o acesso desigual em casa, no trabalho ou nas escolas, os países em desenvolvimento precisarão oferecer mais facilidades ao acesso a web.

Segundo Teltscher, grande parte do crescimento das comunicações nos países em desenvolvimento está vindo principalmente da China e da Índia. Eles têm mais assinaturas de telefones móveis que os países desenvolvidos, mais precisamente um terço dos assinantes de telefonia móvel no mundo. A China também tem feito bons progressos no serviço de banda larga fixa e, atualmente, é responsável pela metade das assinaturas de banda larga em países em desenvolvimento.

O relatório é uma revisão dos progressos realizados para a criação de uma sociedade de informação global em 2015, um compromisso que os governos acordaram na World Summit on the Information Society (WSIS), em Genebra, em 2003, e depois em Túnis, em 2005.

Além da conectividade, também há uma divisão clara entre conteúdos e línguas, declarou Teltscher. Mais de 50% do conteúdo da Internet está escrito em poucos idiomas, sobretudo o Inglês, disse ela.

Em uma nota positiva, o relatório disse que as redes celulares já cobrem cerca de 90% da população mundial e espera, em 2015, atingir 100%. “A ITU está confiante de que até esta data mais da metade do mundo estará usando um telefone móvel”, disse Al Basheer Al Morshid no prefácio do relatório.

O relatório conclui que o objetivo principal da WSIS – expandir meios de telecominicação pelo mundo inteiro – tem sido alcançado. A meta da entidade aborda a necessidade de aproveitar as tecnologias de radiodifusão para ajudar os países em transição a chegar na sociedade da informação.

Até o final de 2009, havia cerca de 1,4 milhões de domicílios com TV ao redor do mundo, fornecendo a , proximadamente, 5 bilhões de pessoas o acesso a um televisor em casa. Isso significa que 79% dos lares possuem uma TV, o que representa um aumento de 6% em comparação a 2002, segundo o relatório. No entanto, na África apenas 28% das famílias possuem uma televisão.

John Ribeiro

Publicado originalmente em: IDG Now!, 25/05/2010.

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Estudo: centrais online mudam os hábitos das mulheres em compras offline

Quando se trata de compras, todos nós temos escutado os mitos de uma mulher encontrar um produto, contando a outra e, assim, uma onda de novos consumidores adotam o produto aos montes. Divulgam o mito de que pode estar mais perto da verdade do que qualquer um de nós pode imaginar. Pelo menos, de acordo com um estudo recente da iVillage e SheSpeaks. Os pesquisadores descobriram que cerca de três quartos (77%) das mulheres são influenciadas a experimentar e comprar produtos novos a partir de outros clientes do sexo feminino no mundo online.

por Kristina Knight

Onde essas mulheres estão se reunindo para encontrar as mais recentes e melhores ofertas de produtos? Nas redes sociais online. Os pesquisadores descobriram que as mulheres são mais propensas a comprar um novo produto depois de ler uma revisão on-line (em fóruns da comunidade) ou fazer uma compra na loja presencial, depois de ler um relatório de fórum da comunidade sobre o item. Cerca de metade (51%) dos clientes do sexo feminino já estão seguindo as suas marcas favoritas através socnets (redes sociais) como o Facebook eo Twitter, mas o estudo observa que as mulheres são menos propensas a fazer uma compra por causa de uma página de produto social.

Em vez disso, as mulheres estão à procura de cupons (68%), análises de produtos on-line (61%) e e-mails da empresa (45%) para ajudá-los a tomar decisões de compra.

“Quando se trata de construir preferência e motivação de vendas em loja, o  digital está emergindo como um candidato forte. Se as marcas podem motivar a confiança de clientes a partir de recomendações e acoplá-las a uma”chamada à ação”, como um cupom, que é um poderoso golpe 1-2 (Nota do tradutor: trata-se de um golpe de boxe, onde um golpe rápido de direita segue outro, de esquerda) que impulsiona as vendas e dá apoio”, disse Aliza Freud, CEO da SheSpeaks.

Outros resultados interessantes do estudo incluem:

  • 77% das mulheres são influenciados pelas recomendações de amigos;
  • 61% das mulheres são influenciadas por opiniões dos consumidores em sites de compras;
  • Cupons ativam a maioria das compras (68%);
  • Mais de 80% das mulheres ter visitado um site ‘megastore’ nos últimos 30 dias;
  • Antes de realmente fazer compras, as mulheres gastam entre seis e sessenta minutos de preparação antes de ir às compras, observando as recomendações, à procura de cupons ou para verificar as últimas novidades para diferentes produtos.

Matéria com tradução livre do original: BizReport.

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Tempo de navegação do brasileiro alcança mais uma marca inédita

Internauta chegou a navegar por 44 horas e 59 minutos; ao incluir também aplicativos, tempo chegou a 69 horas e 55 minutos por pessoa

SÃO PAULO – Em junho, o tempo de navegação por usuário cresceu 10,6% em relação ao mês anterior e alcançou 44 horas e 59 minutos, entre pessoas que usam a internet no trabalho ou em residências. Navegaram em pelo menos um desses ambientes 33,2 milhões de pessoas, número 3,9% menor que os 34,5 milhões de maio.

O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões.

Considerando somente os internautas residenciais, o tempo de navegação aumentou 8,1% e atingiu a marca inédita de 27 horas e 48 minutos por pessoa, superando o pico de 26 horas e 15 minutos que havia sido registrado em março de 2009. O número de internautas ativos em residências manteve estabilidade em relação ao mês anterior e permaneceu em cerca de 25,6 milhões. A quantidade de pessoas que moram em domicílios em que há a presença de computador com internet é de 40,2 milhões.

Considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade com posse de telefone fixo ou móvel, o IBOPE projeta a existência de 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros).

Entre as dez subcategorias com maior tempo de navegação por pessoa, Portais registrou o maior aumento, ao crescer 22% em relação ao mês de maio, seguida por Ferramentas de Internet, que cresceu 20%, e por Email, que cresceu 16%.

Entre os dez países em que é realizada a pesquisa, o Brasil continua com o maior tempo por usuário, tanto na navegação em páginas quanto no tempo total, incluindo programas online.

Rodolfo Nakamura
Com informações do IBOPE Nielsen

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Férias e internet: dez dicas para proteger crianças e adolescentes

Orientações ressaltam a necessidade dos pais dialogarem com seus filhos sobre as melhores práticas na rede

São Paulo – No mês de julho, com as férias escolares, milhões de crianças terão mais tempo para ficar em casa e, segundo todas as pesquisas modernas de comportamento, boa parte deste tempo será ocupado com a internet. Para auxiliar os pais a garantir que este fato não se transforme em problema, o Movimento Internet Segura (MIS) oferece dez dicas de proteção.

O coordenador do MIS, Djalma Andrade, afirma que as principais armas que os pais devem usar para garantir que seus filhos aproveitem todo o potencial positivo da internet são a proximidade e o diálogo. “Trabalhe para que as crianças não fiquem sozinhas na frente da máquina sem conversar e compartilhar com o responsável o que ela faz ou gosta de fazer. Utilize a tecnologia disponível nativamente no sistema do seu computador para que consiga criar mecanismos de controle evitando exposições indevidas”, afirma.

As dicas são as seguintes:

  1. Estimule seus filhos a compartilhar as experiências da Internet deles COM VOCÊ. Desfrute da Internet com seus filhos. Conhecer a Internet é a melhor forma de ajudar seu filho a evitar suas perigosas armadilhas. Seu filho respeitará conselhos dados com conhecimento de causa, mas os rejeitará se ele perceber que você não conhece o assunto.
  2. Ensine seus filhos a confiar em seus instintos. Se algo on-line os deixa nervosos, eles devem dizer isso a você.
  3. Se seus filhos visitam salas de bate-papo, utilizam programas de mensagem instantânea (como o Google Talk, ou Microsoft Messenger), jogos on-line ou outras atividades na Internet que solicitam login e senhas para identificação, ajude-os a escolhê-lo e certifique-se de que ele não revele nenhuma informação pessoal.
  4. Insista para que seus filhos nunca divulguem seu endereço, número de telefone, escola onde estudam ou qualquer outra informação pessoal.
  5. Ensine seus filhos a diferença do que é bom e do que é ruim na Internet e compare com situações do mundo real.
  6. Mostre aos seus filhos como respeitar os demais, on-line. Certifique-se de que eles saibam que as regras de bom comportamento não mudam somente porque estão em uma máquina.
  7. Insista para que eles respeitem a propriedade dos outros que estão on-line. Explique que realizar cópias ilegais do trabalho de outras pessoas (música, vídeos, jogos e outros programas) é roubo.
  8. Diga aos seus filhos que eles nunca devem marcar um encontro pessoal com amigos virtuais. Explique que os amigos on-line podem não ser quem dizem que são.
  9. Ensine a eles que nem tudo o que lêem e vêem on-line é verdade. Estimule-os a perguntarem se não estão seguros.
  10. Controle a atividade on-line dos seus filhos com software de Internet avançado. A proteção infantil pode filtrar conteúdo prejudicial, supervisionar os sites que seu filho visita e averiguar o que ele faz neles.

Sobre o Movimento Internet Segura

O Movimento Internet Segura (MIS- WWW.internetsegura.org) foi criado em setembro de 2004 sob a coordenação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Desde sua fundação a preocupação principal do MIS foi a de atuar na educação do usuário de Internet no sentido de evitar que as pessoas façam transações na rede de forma insegura caindo em golpes, ou que simplesmente deixem de fazer compras na rede acreditando que essa é uma prática insegura. A partir do final de 2008, o Movimento incorporou ao escopo de sua atuação a defesa da infância e da adolescência, fornecendo informações aos pais, responsáveis e aos próprios menores para que eles saibam reconhecer e evitar ações de mau feitores.

A iniciativa conta com a participação direta das empresas American Express, Microsoft, Redecard, Serasa, Visanet, Lojas Pernambucanas, Sack’s, Auto Z (portal do grupo DPaschoal), Americanas.com, Comprafacil.com.br, Extra.com.br, LivrariaCultura.com.br, LivrariaSaraiva.com.br, MagazineLuiza.com.br, Marisa.com.br, Shoptime.com.br, Siciliano.com.br, Videolar.com, Submarino.com.br e TokStok.com, eFacil (Portal do atacadista Martins) Wal Mart, Ponto Frio, Verisign, Google e Certisign.

No endereço www.internetsegura.org, o internauta recebe informações didáticas sobre segurança e integridade na navegação pela Internet e pode acessar à Central de Apoio ao Internauta, que responde dúvidas por e-mail sobre todos os assuntos relativos à questão da segurança na rede.

Rodolfo Nakamura
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Acesso residencial à internet cresce 13,6% no Brasil em um ano, diz Ibope

Saiu no IDG Now!, em 28 de maio de 2009 às 16h20

SÃO PAULO – Acesso residencial registrou 25,5 milhões de usuários. Banda larga representou 87,6% dos acessos em abril, 22% a mais que em 2008.

O número de pessoas que acessam a internet residencial no Brasil no mês abril foi de 25,5 milhões – número restável em relação aos acessos registrados no mês de março. O dado representa um crescimento de 13,6% em relação a abril de 2008, segundo levantamento da consultoria IBOPE Nielsen Online.

Somando a conexão em outros ambientes (trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), o Ibope estima que 62,3 milhões de pessoas acima de 16 anos acessaram a internet no País durante o quarto trimestre de 2008. Os números referentes ao primeiro trimestre deste ano serão divulgados em algumas semanas.

O acesso à internet em banda larga representou 87,6% da internet residencial brasileira, em abril, somando 22,3 milhões de usuários residenciais. O acesso em linha discada foi usado por 3,2 milhões de pessoas.

O número da banda larga também se manteve estável em relação a março deste ano, informa José Calazans, analista de internet do Ibope Nielsen Online. Já na comparação com abril de 2008, houve um crescimento de 22% em um ano.

Alguns setores se destacam entre os que recebem maior audiência dos internautas. Em abril, sites e serviços online da categoria “Fotografia” tiveram aumento de 11,7% no tempo de navegação, enquanto a categoria “Jogos e Loterias” teve aumento de 10,7%.

Na comparação com abril de 2008, sites de “Viagens e Turismo” acumulam crescimento de 28%, seguida por “Entretenimento”, com evolução de 16%, e de “Comércio Eletrônico”, com 15% de aumento no tempo de navegação.

O Brasil é um dos líderes mundiais em tempo de navegação médio por usuário, registrando 24 horas e 7 minutos por pessoa. No Reino Unido, a média é 23 horas e 3 minutos – índice que mais se aproxima do brasileiro. O ranking é seguido pelos usuários do Japão, com 22 horas e 53 minutos, e França, com 22 horas e 15 minutos.

Fonte: IDG NOW

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