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Peixe Urbano ultrapassa 1 milhão de usuários

Já presente em 11 cidades, serviço já proporcionou economia de mais de R$ 20 milhões para seus usuários e irá distribuir R$ 25 milhões em presentes

SÃO PAULO  - O Peixe Urbano, primeiro e maior site de compras coletivas do Brasil, anuncia que ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários cadastrados. Desde seu lançamento, há menos de 5 meses, foram mais de 400 promoções realizadas que geraram para os consumidores brasileiros uma economia de mais de R$ 20 milhões.

De acordo com dados da Nielsen/IBOPE, o site foi acessado por quase 2 milhões de pessoas apenas no mês de julho, o que aponta que mais pessoas entraram no Peixe Urbano do que a soma de todos os outros sites de compras coletivas contabilizados pela Nielsen/IBOPE. Dados do Google Trends também mostram que os internautas buscaram seis vezes mais o Peixe Urbano do que qualquer outro site de compras coletivas no Brasil.

Para comemorar a marca de um milhão de cadastrados, o Peixe Urbano vai dar R$ 25 milhões em crédito para seus usuários darem de presente. Cada um deles receberá 5 vale-presentes no valor de cinco reais cada para presentear amigos ou familiares que ainda não são cadastrados no site. Os cupons poderão ser usados para qualquer compra no site durante todo o mês de setembro.

Em cada cidade, o Peixe Urbano disponibiliza uma variedade de ofertas que ajudam seus assinantes a descobrir e a experimentar os melhores serviços e atividades locais. Em pouco tempo, o Peixe Urbano se expandiu para 11 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Niterói, Campinas e Florianópolis e, em breve, será lançado em outras localidades.

Sobre o Peixe Urbano

O projeto do Peixe Urbano surgiu no início de 2009 da sociedade de três amigos com ampla experiência no mercado internacional de e-commerce, mídias sociais e marketing – Julio Vasconcellos, Emerson Andrade e Alex Tabor. A ideia foi desenvolver um modelo de negócios que alavancasse o poder de mobilização da Internet para trazer benefícios reais à sociedade: um modelo ganha-ganha que coloca em contato os melhores prestadores de serviços de cada cidade e um número grande de consumidores interessados em conhecer novos estabelecimentos perto de suas casas. O site é o primeiro deste tipo no Brasil e já está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Campinas, Niterói, Goiânia e Florianópolis.

Rodolfo Nakamura
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Internet bate TV aberta como passatempo nacional

Espectador brasileiro prefere internet e busca web para assistir à televisão

Marco Tomazzoni, iG São Paulo

A internet virou a forma de entretenimento favorita entre os brasileiros, acabando com o monopólio da televisão. Pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa realizada pela Deloitte no Brasil e em outros quatro países (Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido) mostrou que a web é o passatempo nacional favorito – ao contrário dos estrangeiros, que ainda preferem a TV. O internauta brasileiro gasta em média, por semana, 17 horas assistindo televisão e cerca de 30 horas navegando na internet.

Para enfrentar esta mudança, as redes de televisão aberta têm si um desafio complexo pela frente: vencer o desinteresse do espectador. Nos últimos anos, a TV aberta vem perdendo ponto atrás de ponto no Ibope, seja para uma poltrona vazia, seja para outras mídias. A TV por assinatura, DVD players e principalmente a internet vem se firmando como as principais opções para o brasileiro em seu tempo livre.

Entre 2000 e 2009, a média de televisores ligados das 18h à meia-noite – o horário nobre da audiência e dos anunciantes – caiu de 66% para 59% e as cinco maiores redes do país perderam juntas 4,3 pontos de audiência. Enquanto isso, no mesmo período o total de aparelhos utilizados para outras funções – TV a cabo, games, etc – cresceu 91%, de 3,5 para 6,7 pontos.

Explosão da web

O salto é reflexo da explosão que esses serviços tiveram no país. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o total de usuários de TV por assinatura partiu de 200 mil, em 2000, para 3,4 milhões no início de 2010, número 17 vezes maior. O mercado doméstico de cinema também vive sua era de ouro: de 5,9 milhões de fitas VHS e DVDs em 2001, segundo a União Brasileira de Vídeo, para 25,4 milhões de unidades no ano passado, uma expansão de 330%.

Com relação à internet de alta velocidade, o aumento é exponencial: de 200 mil pontos fixos no início da década para 12,2 milhões em 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações. Só no primeiro semestre deste ano, a banda larga móvel, o famoso 3G, teve crescimento de 141%, passando de 4,3 milhões de conexões para 10,4 milhões, uma verdadeira febre entre os usuários

Publicado originalmente em: Último Segundo/IG, 27/08/2010.

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Uso de redes sociais inova a comunicação interna

A expansão das redes sociais não é mais novidade para ninguém. A empresa Gartner, que trabalha com pesquisa e acompanhamento, prevê que, em 2014, os serviços de redes sociais vão substituir o e-mail como o principal veículo de comunicação interpessoal para 20% dos usuários de negócios. Em razão de dados como este, as organizações estão buscando novas alternativas para ajustar a comunicação entre os colaboradores a essa nova realidade.

Um exemplo é o portal interno lançado pela empresa blumenauense de soluções em tecnologia da informação HBSIS. A partir de agosto, os quase 200 profissionais poderão trocar informações em uma rede Ning. O Ning é uma plataforma que permite criar uma rede virtual própria para compartilhar conteúdos como vídeos, fotos e textos. “A vantagem para as empresas é que essa rede pode ser privada, ou seja, você cria essa página e abre apenas para que pessoas autorizadas tenham acesso, além de poder controlar suas publicações”, afirma a responsável pela Comunicação Corporativa da HBSIS, Daniela Viek.

Entre os objetivos da HBSIS ao implantar esta rede social corporativa, intitulada “Mundo HBSIS” é que ela atue na comunicação, socialização e colaboração. “Nenhuma tecnologia substituirá as relações interpessoais, a comunicação face a face necessária em todos os níveis da organização, porém o uso inteligente das tecnologias disponíveis podem trazer diversos resultados aos negócios, desde otimização de processos à redução de custos”, completa Daniela.

Redação

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Sony amplia linha de BLU-RAY playerscom dois novos modelos

Acesso a vídeos no YouTube e conteúdos de provedores parceiros são algumas das novidades dos aparelhos

SÃO PAULO – A Sony, referência no mercado de alta definição, expande sua linha de Blu-ray players e apresenta dois novos modelos ao mercado brasileiro. O BDP-S370 e o BDP-S270, disponíveis a partir de agosto, foram desenvolvidos para proporcionar ao consumidor a melhor experiência do cinema no ambiente da sua casa.

O BDP-S370 e o BDP-S270 são preparados para conexão Wi-Fi com uso do USB Wireless, o que evita a grande poluição visual de fios e cabos no ambiente (acessório vendido separadamente). Contam ainda com a função Bravia Internet Vídeo, que permite o acesso aos conteúdos dos portais parceiros Sony – internacionais e locais – com um simples toque no controle remoto.

Os novos aparelhos possuem a tecnologia BD Live, que permite acesso a conteúdos exclusivos pela Internet, como cenas inéditas, trailers e muito mais. Outro diferencial é o XrossMediaBar, menu de fácil utilização na tela, inspirado no PlayStation 3, para melhor navegação.

A experiência sonora de ambos os modelos é singular. Os players reproduzem áudio de até oito canais (em mídias gravadas em 7.1 canais) sem compressão, além de disponibilizarem decodificadores de áudio em alta definição, como Dolby True HD e DTS-HD Master Áudio, e saídas HDMI de última geração, Vídeo Componente, Vídeo Composto, além de saídas Óptica Digital, Digital Coaxial e Analógica para áudio.

No modelo BDP-S370, o destaque fica por conta do aplicativo BD Remote, que permite controlar seu aparelho via iPhone ou iPod Touch e já está disponível gratuitamente para donwload no iTunes. A ferramenta traz informações detalhadas sobre a mídia em reprodução e lista conteúdos relacionados na tela do iPhone ou iPod Touch (necessário acessório USB Wireless vendido separadamente).

O BDP-S370 possui ainda a função USB Playback, que reproduz arquivos Multiformatos como DivX HD (.avi, .divx, .divm .xvid .mkv), MPEG (.mpg .mpeg .mp4 .m4v), WMV, SA-CD, AVC-HD, VOB, VRO, MP3, WMA, WAV, AAC e JPEG (.jpg, .jpeg), diretamente da porta USB frontal.

Os dois players desfrutam de x.v. Color, tecnologia que aumenta o impacto visual e reproduz um amplo espectro de cores e o Precision Drive HD, responsável por detectar e corrigir possíveis problemas em discos danificados. O design dos lançamentos também chama a atenção por ser slim e combina perfeitamente com a linha de televisores Bravia.

Vale lembrar que o Blu-ray não descarta o uso dos DVDs já adquiridos pelos consumidores ao longo dos últimos anos. Este player é compatível com DVD e traz um recurso único do mercado chamado Precision Cinema HD Upscale, que converte os sinais de vídeo convencionais (480i) para alta definição 1080p.

O BDP-S370 e o BDP-S270 podem ser adquiridos pelo preço de R$ 699 e R$ 649, respectivamente.

Rodolfo Nakamura
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E-commerce fatura R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010

Setor cresce 40%, supera expectativas e segue ganhando relevância

SÃO PAULO  - Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados publlicados na 22ª edição do Relatório “WebShoppers” (www.webshoppers.com.br) elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento para o setor foi de R$ 6,7 bilhões. Esse valor representa um aumento nominal de 40% em relação ao primeiro semestre de 2009, quando registrou R$ 4,8 bilhões.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise mundial que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo, principalmente pela retomada do crédito ao consumidor e pela maior confiança em realizar compras virtuais. A entrada de novos players, a consolidação de outros e a fusão de grandes grupos de varejo, já conhecidos no mundo offline, contribuíram para alavancar a confiança neste canal, trazendo novos e-consumidores e alavancando as cifras do setor.

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi alavancado pela Copa do Mundo e pelas oportunidades que o evento agregou através das vendas online. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como Televisores de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos. Esse fator, aliado às promoções e apelos das lojas virtuais, trouxe maior interesse ao consumidor para comprar mais pela internet nesse período”, concluiu Guasti.

As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre do e-commerce em 2010 que compuseram o “top five” foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’, ‘Eletrodomésticos’, ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’, ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. O tíquete médio foi de R$ 379,00.

O que o e-commerce guarda para o 2º semestre?

O ano de 2010 pode ser caracterizado como um dos mais importantes na história do comércio eletrônico brasileiro. Com a forte movimentação nos primeiros seis meses, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal.  No 2º semestre de 2010, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo, exceto venda de automóveis e sites de leilão virtual.

Dessa forma, espera-se um faturamento de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit de R$ 13,6 bilhões, realizada na 21ª edição do WebShoppers, em Março.

Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente. Espera-se que o ano feche com 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. O número torna-se ainda mais impressionante se compararmos, por exemplo, com a última Copa do Mundo. Para se ter uma ideia, na época do mundial realizado na Alemanha, há 4 anos, éramos apenas 6 milhões de adeptos às compras online.

Redes Sociais no e-commerce

De acordo com dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimuladas por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em ser seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. No comércio eletrônico em geral, a divisão é exatamente pela metade: 50% são homens, 50% mulheres. Quando se diz respeito à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, 7 anos mais jovens  que os compradores do mercado: 34 anos contra 41. Agora, se analisarmos as categorias preferidas dos e-consumidores oriundos de redes sociais, “Moda e acessórios” aparece em destaque, com cerca de 20% do volume transacional.

Pesquisa de resistência a compra

Nessa edição do relatório WebShoppers, a e-bit preparou uma pesquisa especial sobre resistência à compra, além dos principais motivos que levam o e-consumidor a não finalizar o pedido. O período de coleta dos dados foi de 14/07/2010 a 16/07/2010, tendo sido coletadas 5.600 respostas.

Segundo dados levantados na pesquisa, dos e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar produtos, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total do produto, além de ter procurado por promoções e descontos. Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo compra. Já 14% disseram que deram inicio ao processo de compra, mas acabaram não concluindo o procedimento.

Para o diretor de Marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, analisa Umberti.

Rodolfo Nakamura
1stcom

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Viral Loop

Lançado no Brasil pela editora Campus-Elsevier, o livro Viral Loop explora a máquina que move o crescimento dos novos negócios na Web 2.0 como o Twitter, You Tube e eBay. Ele é alcançado quando o caráter viral é incorporado à funcionalidade do produto.

Destinado a todos aqueles que desejam conhecer e explorar as possibilidades de negócios na Web 2.0, convertendo audiência em receita, o livro conta a fascinante história dos empresários que primeiro aproveitaram o potencial sem precedentes dos viral loops para criar negócios online de sucesso – alguns de bilhões de dólares – que todos nós podemos usar. O segredo é que eles criaram algo que as pessoas realmente querem, a ponto de seus clientes divulgarem espontaneamente seus produtos.

Projetando o produto da maneira certa, é possível construir um próspero negócio partindo do “zero”. Mesmo sem ter orçamento para publicidade ou marketing, ou uma equipe de vendas, investidores de capital de risco farão fila pela oportunidade de investir no seu produto. Adam Penenberg explica como isso funciona com estudos de casos de produtos que foram projetados para se difundir. Todos os tipos de empresas, dos menores start-ups e organizações sem fins lucrativos, às maiores corporações multinacionais podem usar o poder revolucionário dos viral loops para alavancar seus negócios por meio da tecnologia.

“O modelo de adoção viral é o modo mais barato de fazer uma audiência crescer. Quanto maior uma rede viral se torna, mais rápido ela germina. Depois que esse crescimento fantasmagórico entra em funcionamento, é possível prever sua taxa com espantosa exatidão, pois a rede se difunde a uma velocidade uniforme até chegar à não superação. Nesse ponto, ela continua a ganhar usuários mesmo sem fazer nada. Muitas das mais bem-sucedidas empresas da Web 2.0, incluindo MySpace, YouTube, eBay e as estrelas em ascensão como Twitter e Flickr, são excelentes exemplos de viral loop”, informa o autor.

Há três categorias de loops de expansão viral: viral loop, rede viral e viral loop duplo, sendo este último um híbrido dos dois primeiros. Criar um viral loop simples é relativamente fácil. Em 1996, o Hotmail colocou um link no corpo de cada mensagem, oferecendo ao destinatário a capacidade de configurar uma conta própria de Webmail; no período de 30 meses, o Hotmail passou de 0 a 30 milhões de membros. O You Tube implantou um mecanismo viral que permitia que as pessoas incorporassem links de vídeos em seus blogs ou páginas do MySpace. Quanto mais pessoas o vissem, mais links eram incorporados e, rapidamente, milhões de usuários eram canalizados diretamente para o You Tube.

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Sony lança vários notebooks em julho

São Paulo – Para atingir 100% de crescimento neste ano, a linha VAIO de notebooks da Sony apresenta este mês uma nova série e o novo modelo de uma série recém-lançada e voltada ao consumidor brasileiro que precisa de um produto com as tecnologias mais modernas, mas não abre mão de design diferenciado, estilo e bom custo x benefício.

A primeira novidade é a série M. Os modelos VPC-M120AB são os novos mini notebooks da Sony, sucessores da série W, lançada no ano anterior. Com apenas 1,4 kg, são ideais para quem precisa levar o notebook a diversos locais, como reuniões e viagens. Apesar da leveza, o equipamento é robusto em relação à tecnologia. Tem 320GB de disco rígido, memória de 2GB, sistema operacional Windows 7 Starter Edition e processador Intel Atom N470 de 1.83 GHz.

Com uma tela de 10.1 polegadas com câmera e microfone integrados, é possível realizar conferências a distância. Está disponível nas cores branco, azul marinho e rosa, com design único e cantos arredondados, que dão um ar elegante ao produto. Tem 3 portas USB e possui até 4,5 horas de duração de bateria de 6 células. Além de tudo isto, já vem com o Microsoft Office 2010 Starter e software Picture Motion Browser VAIO, que organiza fotos e permite o upload para redes sociais em apenas alguns segundos.

A série M tem preço sugerido de R$ 1.899,00.

Mais praticidade ao dia a dia

Pensando no consumidor que precisa de um notebook de simples utilização e com recursos para facilitar o uso diário, a linha VAIO trouxe ao mercado nacional, no mês de junho, a série E. Um dos novos integrantes desta série a partir de julho é o VPC-EE23EB, com processador AMD Athlon II Dual-Core P320, que proporciona excelente desempenho multitarefas, e placa gráfica ATI Mobility Radeon HD 4250 Graphics, que traz altíssima qualidade de imagem para filmes em alta definição e games.

O modelo dispõe da exclusiva tecla ASSIST, que permite o acesso rápido e fácil à central de soluções VAIO Care. Já por meio do software VAIO Media Gallery é possível organizar fotos, músicas e vídeos de forma simples e intuitiva.

O lançamento possui tela de 15.5 polegadas, teclado isolado para maior conforto na digitação. Conta também com teclado numérico para facilitar a inserção de senhas, planilhas, etc. Possui ainda saída HDMI para transmissão de conteúdo em alta definição para TVs LCD ou LED, memória de 4GB, disco rígido de 320GB, sistema operacional Windows 7 Home Basic e até 3 horas de duração de bateria. O preço sugerido é R$ 2.399,00.

Todos os produtos podem ser comprados pelo www.sonystyle.com.br, nas lojas Sony Style ou nas revendas autorizadas.

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Número de usuários ativos da internet cresceu 1,8% em maio

No período de um ano, as categorias que mais cresceram foram Viagens, Ocasiões Especiais, Informação Corporativa, Automotivo e Casa e Moda

Em maio de 2010, a categoria que apresentou o maior crescimento percentual do número de usuários únicos em relação ao mês anterior foi Ocasiões Especiais, com evolução de 12,1%, chegando a 9,8 milhões de usuários.

Em relação a maio de 2009, com 36,9% de evolução, a categoria Viagens acumula o maior crescimento percentual, atingindo 19,9 milhões de usuários únicos em maio de 2010.

Dentro da categoria Viagens, a subcategoria Mapas registrou o maior aumento anual em números absolutos, ao ganhar mais de seis milhões de usuários únicos e chegar a 17,3 milhões em maio de 2010. “Nos últimos três meses, cresceu no Brasil o fluxo de audiência de microblogs para serviços de mapas e localização”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Entre as subcategorias que mais ganharam usuários únicos no período de um ano também estão Vídeos e Filmes, Esportes, Buscadores e Comunidades.

Fonte: Ibope Nielsen Online

A subcategoria Comunidades, em que se classificam as redes sociais, os blogs, os bate-papos, os fóruns e outros sites de relacionamento, atingiu em maio 87% do total de internautas ativos no Brasil. Esse alcance é o maior entre os países acompanhados com a mesma metodologia.

Fonte: divulgação IBOPE Nielsen OnLine

O número de usuários ativos no trabalho e em residências cresceu para 37,3 milhões em maio de 2010, evolução de 1,8% em relação ao mês anterior.

Fonte: divulgação IBOPE Nielsen OnLine

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Rodolfo Nakamura
Com informações do IBOPE

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JUCESP oferece acesso gratuito a dados de 5 milhões de empresas

Desde terça-feira (8), qualquer pessoa poderá ter acesso pela Internet a dados e documentos obtidos até agora na sede da Junta Comercial. Solução online desenvolvida pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo permite pesquisa de dados sobre as 5 milhões de  empresas do Estado, além de solicitações e emissões de documentos. Todas as transações serão certificadas digitalmente e terão validade jurídica.

SÃO PAULO –  Com mais de 4.400 acessos apenas na manhã de ontem (8), já está disponível, no endereço www.jucesp.sp.gov.br, a Jucesp OnLine, solução que emite  documentos com validade jurídica, confere rapidez, agilidade e transparência na pesquisa sobre empresas comercias e da área de serviços e diminui a burocracia. Com o sistema, desenvolvido pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, qualquer cidadão poderá ter acesso a dados e documentos até agora obtidos apenas na própria Junta Comercial, órgão responsável por todas as informações ligadas ao cadastro, registro e atualização das 5 milhões de  empresas comerciais do estado e o histórico resumido de cada uma delas, conhecido como ficha de breve relato.

A solução contempla a solicitação e emissão online de documentos como fichas cadastrais e certidões; buscas simples e avançadas por sócios, nomes fantasia, região e atividade e agendamento de serviços. O usuário deve apenas ser cadastrado no sistema da Nota Fiscal Paulista – a senha e o login são os mesmos.

Mauro Ricardo Costa, secretário de Estado da Fazenda, falou sobre o trabalho em conjunto: “É com muita alegria e satisfação que estabelecemos uma parceria com a Imprensa Oficial, que fez o desenvolvimento do software. É um avanço muito grande em termos de transparência das informações em poder do Estado de São Paulo, o que vai facilitar a vida do cidadão. Em vez de ele ir à Junta Comercial e enfrentar filas para poder ter acesso às informações, pode acessá-las pela internet, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Antes ainda se pagava para ter estas informações.Agora não, elas serão prestadas online e de maneira gratuita”.

Os documentos emitidos pela Junta Comercial, gerados em PDF, serão certificados e assinados digitalmente com a certificação digital ICP-Brasil, o que garante a integridade e origem. As assinaturas trarão carimbo de tempo (data-hora confiável e sincronizada com o Observatório Nacional), preservando sua  temporalidade.

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Pesquisa aponta 7 erros capitais dos vendedores B2B

A Prospecta, consultoria paulista, realizou recentemente, para um de seus clientes, uma pesquisa junto a

112 executivos que realmente decidem em termos finais a compra de serviços e/ou

produtos para suas empresas. O objetivo da pesquisa foi identificar quais são os

principais “pecados capitais” dos vendedores B2B que lhes atendem.

A tabulação das respostas revelou que os 7 principais “pecados” são:

  • 74% dos vendedores B2B conhecem apenas regularmente os produtos/serviços que

    estão vendendo no sentido de saber identificar como esses produtos/serviços podem,

    especificamente, agregar valor aos processos de trabalho praticados por seus clientes;

  • 71% desconhecem os principais pontos fortes e fracos de cada um de seus concorrentes

    mais importantes e não sabem como utilizar esses dados para se diferenciar perante

    seus clientes e prospects;

  • 79% não demonstram desenvoltura no uso de técnicas de vendas do seu produto/serviço

    específicas para o perfil de cada cliente/prospect como resultante da aplicação de um

    processo próprio de vendas consultivas;

  • 75% não possuem/não demonstram possuir o necessário poder para fechar o negócio;

  • 74% não conhecem totalmente os atuais procedimentos das principais rotinas

    da sua própria empresa;

  • 80% não demonstram conhecimentos atualizados sobre a empresa-cliente ou

    prospect quanto às suas metas, propósitos, processos e procedimentos básicos;

  • 84% não podem ser chamados de “bons ouvintes”.

Ao analisar esses “7 pecados capitais” é possível entender perfeitamente porque

tantos profissionais de vendas enfrentam tantas dificuldades para realizar primeiras ações

de venda junto a prospects com muito mais agressividade, assertividade e produtividade e

também para ampliar a quantidade e qualidade do escopo de atuação junto a seus

atuais clientes de carteira.

Rodolfo Nakamura
com informações da prospectaconsultores.com.br

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