Archive for the 'Internet' Category
Que tipo de empresa contrata um Data Center?

Por Ezequias Sena

Empresas convivem continuamente com a pressão por corte de gastos. Um dos caminhos viáveis é concentrar a força de trabalho em seu core business, optando pela terceirização de vários serviços satélites. Isso inclui a área de TI – incluindo o Data Center, ou banco de dados.

Para que a opção pelo outsourcing tenha um bom embasamento é necessário considerar o contexto necessário para se gerenciar um Data Center. Primeiramente, há toda uma infraestrutura necessária para dar suporte aos servidores: parte elétrica, sistema de refrigeração, equipamentos (hardware) etc.

Não bastasse toda a parte estrutural operando 24 horas por dia, há que se contar com profissionais qualificados tanto na área de tecnologia como na administrativa, a fim de atender às demandas por resultados.

Segurança é outro fator-chave. É importante dispor de recursos contra assaltos, incêndios e enchentes, mas principalmente assegurar que as informações dos clientes jamais sejam violadas por hackers ou qualquer outra pessoa mal-intencionada.

Alta performance é outro item de série, o que significa dizer que não se pode economizar com sistemas de backup, manutenção, upgrades e atualização de licenças. Com isso em mente é possível deduzir: ou se investe de forma amadurecida, ou se opta pelo risco da autogestão.

Não são poucas as empresas que negligenciam o armazenamento de dados. Algumas só se dão conta da necessidade de terceirizar o Data Center após uma catástrofe que pode levar anos até a completa recuperação das perdas materiais e de credibilidade no mercado.

Via de regra, o outsourcing do Data Center propõe corte de custos a médio prazo, além de permitir que a equipe mantenha foco nos negócios, colaboradores e clientes. Vale ter em mente que investimentos em TI são absolutamente necessários e não se pagam no curto prazo. Por isso é tão importante contar com uma empresa capaz de desenhar um projeto racional, eficiente e que resulte em benefícios reais para a empresa.

Rodolfo Nakamura
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Ameaças no Facebook estão cada vez mais complexas

Norton expõe as ameaças reais. Saiba como proteger-se

O Facebook e outros sites semelhantes ganham mais relevância na vida das pessoas. Agora, essa rede social – e muitas outras – tendem a ter um aumento de sua popularidade por conta do filme “A Rede Social”, em que o Facebook é o personagem principal, e devido a uma série de notícias na rede sobre privacidade nesse tipo de ferramenta.

Com o lançamento do filme, a rede social ganhará muitos novos usuários e isto exigirá a necessidade, agora mais do que nunca, de que os internautas aprendam a manter suas informações pessoais fora do alcance dos cibercriminosos.

A Norton divulgou na semana passada um relatório detalhado da proliferação das fraudes especificamente voltadas para os usuários da real “Rede Social”, incluindo:

  • Tal como mostra no filme, Mark Zuckerberg confia em seus amigos… veja como isso aconteceu: os cibercriminosos se aproveitam de que a confiança das pessoas é inerente em sites de redes sociais. Links que parecem ser publicados a partir de uma fonte confiável podem, na verdade, ser um criminoso disfarçado – e estes tipos de ataques são muito bem-sucedidos. Use o Safe Web for Facebook, uma ferramenta gratuita da Norton, para que você saiba se os links são seguros antes de clicar sobre eles;
  • Esta modelo quer ser minha “amiga”!?! Os cibercriminosos criam contas falsas com rostos familiares e, em seguida, usam a ingenuidade das pessoas para induzi-las a fornecer suas informações pessoais. Use outros canais para verificar se a pessoa é quem diz ser;
  • Girassóis gratuitos para sua “fazenda” lhe parecem um bom negócio? Há vários sites que oferecem ferramentas baratas para jogos nas redes sociais. Muitas vezes, a única coisa que elas realmente fazem é roubar suas senhas e outras informações privadas. Algumas permitem o acesso a todas as informações de sua conta e até posta atualizações nas páginas dos seus amigos sem o seu conhecimento! É melhor ficar longe de tais ofertas.

Rodolfo Nakamura
com informações da Symantec

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O crescimento da tecnologia VoIP e as ligações através da internet

Em todo o mundo, números de linhas com essa tecnologia devem crescer 87,5% ao ano

SÃO PAULO – A tecnologia VoIP – Voice over IP – tornou-se uma realidade também para as empresas brasileiras. O boom desse mercado, que deve durar até o ano que vem, faz do Brasil responsável por metade do crescimento na América Latina – segundo a empresa de consultoria Frost & Sullivan – movimentando 49% do US$ 1,1 bilhão estimado.

“O Brasil tem caminhado em direção aos serviços VoIP, entretanto, temos uma restrição quanto aos acessos de alta velocidade para internet”, destaca Hugo Gontijo, analista de produtos da Voitel. No Brasil, vários projetos em telefonia IP podem inviabilizar-se devido ao preço do acesso e principalmente à qualidade do serviço prestado (garantia de banda). Em mercados mais maduros, como Japão e EUA, isso não acontece porque eles têm acesso de qualidade, garantia de banda e um custo bem mais reduzido. “Outro ponto que dificulta o avanço do acesso de alta velocidade é a elevada carga tributária brasileira”, acrescenta o analista.

Mesmo com a banda larga no Brasil fora dos padrões de qualidade, o mercado PME enxerga essa tecnologia como uma ferramenta para reduzir custos dentro da organização, pois além da telefonia, existe uma gama de serviços agregados, como por exemplo, videoconferências, IPTV, backup remoto de arquivos, vídeo streaming, educação à distância, entre outros. “A tecnologia VoIP ocorre em conjunto com a transmissão de dados, pois permite compartilhar seu link de dados para o uso da telefonia. Assim, o cliente reduz seus custos com ligações e ganha agilidade para atualizar sua infraestrutura sempre que necessário”, explica Gontijo.

Outro fato relevante sobre o crescimento dessa tecnologia é a mobilidade. O usuário consegue utilizar seu ramal telefônico em qualquer lugar que tenha conexão de internet, sem custo adicional, desde que tenha um aparelho que, conectado ao computador, permite realizar ligações, como os aparelhos ATA, Softphone, IPPhone, e similares.

Diferenças entre telefonia VoIP e Telefonia IP

Muita gente acredita que ambas são iguais. “Tanto a tecnologia VoIP e telefonia IP utilizam as redes de dados (internet) para a transmissão de sinais de voz em tempo real, porém existem diferenças entre as duas”, realça Pedro Suchodolski, Presidente e CEO da Voitel Telecom.

A tecnologia VoIP é um serviço que, basicamente, converte um sinal de voz analógico para digital e, em seguida, insere este sinal em pacotes de dados e os envia para o destino através da internet. Já a telefonia IP é um conceito mais amplo. São utilizados equipamentos como hardphones (telefones de mesa) e softphones (programas que simulam um telefone IP para serem usados em computadores e dispositivos portáteis). Além do processo de transformação de sinais de voz através da telefonia IP, são oferecidas as facilidades de um PABX, conferência, caixa postal, discagem direta ramal e também transmissão de vídeos, dados e imagens através de uma chamada.

“A telefonia IP é uma tecnologia relativamente recente e que deve revolucionar os meios de comunicação. Ela substituirá a telefônica convencional no médio prazo”, acredita Suchodolski.

Cuidados com a sua telefonia VoIP

Os riscos com a tecnologia VoIP dependem muito da maneira como ela é implementada. Devido o meio para tráfego de chamadas telefônicas ser a internet, o VoIP fica exposta a vários tipos de fraudes, como grampo na ligação, cópia de senhas e usuários, envio de mensagens de voz indesejadas para a caixa postal, entre outros inconvenientes. Para precaver-se deste tipo de fraude, a operadora de telefonia IP, além de implementar equipamentos de segurança na rede de transporte, deve efetuar um estudo da infraestrutura de dados existente no cliente e oferecer soluções que tragam segurança e qualidade para utilização dos serviços.

No caso da Voitel Telecom, todos os dados gerados e recebidos por seus clientes são identificados e, autorizados ou não, para o encaminhamento ao seu destino, protegendo o cliente contra fraudes, tentativas de ataques e outros tipos de ameaça. “As empresas que oferecem essa tecnologia devem ser responsáveis pela segurança, assim como por estar sempre atentas à qualidade nas chamadas, evitando atrasos no áudio e garantindo que os usuários finais não sejam prejudicados”, completa o CEO.

A Voitel Telecom não tem dúvidas de que a telefonia IP irá substituir a telefonia convencional. Através de estudos aprofundados de mercado e com uma boa estratégia, a empresa disponibiliza para o mercado alguns serviços diferenciados em telefonia IP, como o V-Centrex. A Voitel reconhece que com o crescimento da tecnologia de Voz sobre IP, as empresas no Brasil terão acesso a serviços cada vez mais sofisticados, que se encaixam em sua necessidade e garantem mais agilidade em seus negócios. E é para esta direção que a bússola da empresa está apontada.

Rodolfo Nakamura
edlmn

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Internet bate TV aberta como passatempo nacional

Espectador brasileiro prefere internet e busca web para assistir à televisão

Marco Tomazzoni, iG São Paulo

A internet virou a forma de entretenimento favorita entre os brasileiros, acabando com o monopólio da televisão. Pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa realizada pela Deloitte no Brasil e em outros quatro países (Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido) mostrou que a web é o passatempo nacional favorito – ao contrário dos estrangeiros, que ainda preferem a TV. O internauta brasileiro gasta em média, por semana, 17 horas assistindo televisão e cerca de 30 horas navegando na internet.

Para enfrentar esta mudança, as redes de televisão aberta têm si um desafio complexo pela frente: vencer o desinteresse do espectador. Nos últimos anos, a TV aberta vem perdendo ponto atrás de ponto no Ibope, seja para uma poltrona vazia, seja para outras mídias. A TV por assinatura, DVD players e principalmente a internet vem se firmando como as principais opções para o brasileiro em seu tempo livre.

Entre 2000 e 2009, a média de televisores ligados das 18h à meia-noite – o horário nobre da audiência e dos anunciantes – caiu de 66% para 59% e as cinco maiores redes do país perderam juntas 4,3 pontos de audiência. Enquanto isso, no mesmo período o total de aparelhos utilizados para outras funções – TV a cabo, games, etc – cresceu 91%, de 3,5 para 6,7 pontos.

Explosão da web

O salto é reflexo da explosão que esses serviços tiveram no país. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o total de usuários de TV por assinatura partiu de 200 mil, em 2000, para 3,4 milhões no início de 2010, número 17 vezes maior. O mercado doméstico de cinema também vive sua era de ouro: de 5,9 milhões de fitas VHS e DVDs em 2001, segundo a União Brasileira de Vídeo, para 25,4 milhões de unidades no ano passado, uma expansão de 330%.

Com relação à internet de alta velocidade, o aumento é exponencial: de 200 mil pontos fixos no início da década para 12,2 milhões em 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações. Só no primeiro semestre deste ano, a banda larga móvel, o famoso 3G, teve crescimento de 141%, passando de 4,3 milhões de conexões para 10,4 milhões, uma verdadeira febre entre os usuários

Publicado originalmente em: Último Segundo/IG, 27/08/2010.

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril. 

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas. 

   O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março. 

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online. 

  Fonte: Divulgação IBOPE Nielsen OnLine 

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009. 

Rodolfo Nakamura
Com informações do IBOPE

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Internet 3G já supera banda larga fixa no Brasil, diz estudo

Por Rui Maciel, do IDG Now!

Número de usuários desta modalidade mais que quintuplicou entre o primeiro trimestre de 2009 e o deste ano.

O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.

Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.

“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.

Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.

Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil

Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.

“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.

No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.

Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unidos.

Fonte: IDGNOW, 18/06/2010.

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.

O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Fonte: IBOPE, 01/06/2010.

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BooBox ultrapassa a marca de 10.000 publishers

Empresa atinge marca impressionante, com o objetivo de revolucionar a publicidade digital

SÃO PAULO – A boo-box (www.boo-box.com), empresa que oferece gestão de publicidade em mídia online, celebra a conquista de uma marca impressionante: em maio, a empresa registrou 10.500 publishers afiliados no Sistema de Publicidade para Mídias Sociais. São dez mil e quinhentos donos de blogs, comunidades, sites independentes e perfis de rede social como Twitter e Facebook, que abrem espaço para a divulgação, na web, de produtos ou serviços.

Com três anos de atuação no mercado, a boo-box é pioneira no ramo em que atua e reflete a força que a internet vem ganhando quando o assunto é divulgação publicitária. Em um ano, o crescimento de afiliados foi de quase 300% e a tendência é continuar nesse ritmo acelerado.

“Esse número de publishers é muito importante para a boo-box, pois comprova a qualidade e credibilidade do nosso trabalho que já tem até reconhecimento internacional, como o do TechCrunch, uma honra para a empresa”, comemora Marco Gomes, fundador de Diretor de Inovação da boo-box.

Mas, o número de 10,5 mil publishers não é o único que impressiona. A quantidade de campanhas veiculadas pela boo-box também mostra a evolução da empresa e do negócio. De janeiro de 2009 a maio de 2010, 73 campanhas tiveram a boo-box como responsável pela divulgação nas mídias sociais, impactando 21 milhões de usuários únicos.

“Agora vamos continuar com o nosso foco para atingir 15.000 publishers e manter o objetivo de revolucionar o mercado de publicidade digital, nossa grande meta”, afirma Gomes.

Os dez mil e quinhentos afiliados proporcionam uma abrangência bastante significativa das mídias sociais para os anunciantes e permite que o planejamento das campanhas conte com total direcionamento das inserções, de acordo com a relevância do conteúdo do veículo. Assim, a eficácia da divulgação é ampliada.

Rodolfo Nakamura
oca

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Estrela desafia comunidade de Orkut pela volta de Ferrorama

Grupo de aficionados pelo brinquedo começam hoje o desafio de fazer o trenzinho da Estrela atravessar o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, em troca de ter o brinquedo de volta ao mercado

SÃO PAULO - Nos anos 70, 80 e 90 o Ferrorama era febre entre as crianças brasileiras. Quem não queria ter a locomotiva da Estrela com vários vagões acoplados, como vagão de carvão, de carga, de combustível, de passageiros? O produto que vendeu mais de 2 milhões de exemplares ainda preserva fãs que fazem de tudo para ver o trenzinho de volta às lojas brasileiras de brinquedos.

Diante de uma comunidade no Orkut criada em 2005 com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama, a Estrela lança um desafio: se os fãs fizerem o trem do Ferrorama percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela, o brinquedo será relançado no Brasil. Uma ação idealizada pela DM9DDB

Além da dificuldade de fazer o Ferrorama trilhar tantos quilômetros, há um detalhe: a equipe só contará com 110 metros de trilho e também não poderá deixar o trem parar em momento algum. Essa mecânica forçará a equipe a ir tirando a última peça do trilho, colocando-a no início para garantir que o Ferrorama permaneça em movimento.

A ação exige uma logística complexa, o time precisa estar bem preparado fisicamente para agüentar o rojão. Nada pode dar errado e o planejamento precisa estar perfeito. O desafio começa hoje e caminho será transmitido via satélite através do site www.voltaferrorama.com.br . Os testes dos GPS´s  já foram iniciados para que os internautas possam acompanhar a ação à distancia com vídeos, fotos e twitts (@voltaferrorama). Quem estiver acompanhando a ação pelo site, poderá interagir com o time que estará na Espanha. O site  foi desenvolvido com uma navegação lateral com uma ilustração temática de 9.000 pixels, de forma a ilustrar a amplitude do caminho. Basta arrastar o trem para acompanhar a trajetória.

“Quando vimos uma comunidade no Orkut com mais de 3 mil pessoas, achamos que deveríamos realmente pensar em relançar o Ferrorama, mas queríamos um relançamento que contasse de alguma forma com a interação dos fãs do produto. Afinal, as redes sociais propõem essa atividade conjunta. Queríamos este espírito”, explica Carlos Tilkian, presidente da Estrela.

“Essa é uma ação moderna, convergente, que coloca o consumidor participando da estratégia de negócios da marca. É ele quem vai decidir pelo relançamento do produto. A lógica digital está no centro da estratégia, mas a ação acontece nos meios reais e interagem com os consumidores no mundo onde ele vive! Nesta ação, a marca estará na internet, em Santiago de Compostela e nas redes sociais, enfim é uma ação que explora multicanais”, afirma Sergio Valente, presidente da DM9DDB.

O desafio começará no dia 7 de junho e envolverá um grupo que inclui o líder da comunidade “Ferrorama”, o artista plástico curitibano Markora, 41 anos. “Há algumas semanas, o pessoal da Estrela entrou em contato com a gente. Eles queriam saber o que eu achava da possibilidade de eles voltarem a fabricar o Ferrorama. Óbvio que eu achei sensacional”, afirma Markora.

“Uma semana depois, eles propuseram um desafio: percorrer um trecho do famoso Caminho de Santiago com o trem, remontando os trilhos à medida em que a locomotiva avança. Se a gente conseguir, a Estrela se compromete publicamente a relançar o Ferrorama. Topei na hora, curti muito a proposta.

Daí escolhi alguns amigos pra ir comigo, chamei um dos moderadores dessa comunidade”, revela o líder da Comunidade.

O caminho de Santiago de Compostela foi o trajeto escolhido para o desafio porque todo mundo que faz este percurso volta renovado. “Isso vai acontecer com o nosso Ferrorama, que fará o trajeto e renascerá ainda mais evoluído e moderno”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Estrela. O presidente de criação da DM9DDB concorda e acrescenta que a ação toda é uma grande prova de fé para os fãs do Ferrorama. “Queríamos medir a fé e a paixão que os fãs do Ferrorama têm no possível relançamento do produto”, diz Sergio Valente.

Rodolfo Nakamura
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Copa do Mundo deve influenciar vendas online

Expectativa da e-bit é que o aumento na venda de TV´s de tela plana influencie o tíquete médio do setor

SÃO PAULO – A Copa do Mundo está chegando e a expectativa para o maior evento esportivo do planeta aumenta a cada dia. Além dos milhões de torcedores espalhados pelo Brasil acompanhando os jogos, o comércio eletrônico também terá motivos para sorrir graças à competição, que promete alavancar as vendas e contribuir ainda mais para o faturamento bilionário do canal.

A previsão da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, é de que a Copa do Mundo deva impulsionar a venda de eletrônicos, principalmente TV´s de tela plana. De acordo com dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), os fabricantes irão comercializar 19,6% mais TVs em 2010, o que irá representar um total de 11,5 milhões de unidades.

Com o aumento nas vendas de produtos de maior valor agregado, como TVs, o tíquete médio do comércio eletrônico deverá registrar um aumento significativo.

Segundo dados levantados pelo BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, existe uma grande variação no valor dos aparelhos nas lojas virtuais, que podem chegar em até mil reais. Um bom exemplo disso é a TV Samsung LCD de 32 polegadas com conversor digital integrado modelo LN32B530, que tem preços variando de R$ 1.706,69 a R$ 2.699,00.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, as boas vendas na Copa do Mundo em 2010 devem seguir o exemplo da competição anterior, há quatro anos. “Em 2006, o comércio eletrônico cresceu 76%. Esse foi o maior índice de crescimento já registrado no setor e foi fortemente influenciado pelas vendas para a Copa do Mundo daquele ano. Tendo isso em vista, é provável que um fenômeno semelhante ocorra nesse ano, principalmente pela estabilidade da economia e a maior confiança dos consumidores no canal web”, diz Guasti.

A categoria Artigos Esportivos também é outro segmento do e-commerce que deve sentir os efeitos do torneio. A venda de camisas de seleções, além de bolas e produtos oficiais da Copa, devem ser os principais alvos dos e-consumidores ao longo da competição.

Rodolfo Nakamura
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