Archive for the 'Internet' Category
Internet bate TV aberta como passatempo nacional

Espectador brasileiro prefere internet e busca web para assistir à televisão

Marco Tomazzoni, iG São Paulo

A internet virou a forma de entretenimento favorita entre os brasileiros, acabando com o monopólio da televisão. Pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa realizada pela Deloitte no Brasil e em outros quatro países (Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido) mostrou que a web é o passatempo nacional favorito – ao contrário dos estrangeiros, que ainda preferem a TV. O internauta brasileiro gasta em média, por semana, 17 horas assistindo televisão e cerca de 30 horas navegando na internet.

Para enfrentar esta mudança, as redes de televisão aberta têm si um desafio complexo pela frente: vencer o desinteresse do espectador. Nos últimos anos, a TV aberta vem perdendo ponto atrás de ponto no Ibope, seja para uma poltrona vazia, seja para outras mídias. A TV por assinatura, DVD players e principalmente a internet vem se firmando como as principais opções para o brasileiro em seu tempo livre.

Entre 2000 e 2009, a média de televisores ligados das 18h à meia-noite – o horário nobre da audiência e dos anunciantes – caiu de 66% para 59% e as cinco maiores redes do país perderam juntas 4,3 pontos de audiência. Enquanto isso, no mesmo período o total de aparelhos utilizados para outras funções – TV a cabo, games, etc – cresceu 91%, de 3,5 para 6,7 pontos.

Explosão da web

O salto é reflexo da explosão que esses serviços tiveram no país. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o total de usuários de TV por assinatura partiu de 200 mil, em 2000, para 3,4 milhões no início de 2010, número 17 vezes maior. O mercado doméstico de cinema também vive sua era de ouro: de 5,9 milhões de fitas VHS e DVDs em 2001, segundo a União Brasileira de Vídeo, para 25,4 milhões de unidades no ano passado, uma expansão de 330%.

Com relação à internet de alta velocidade, o aumento é exponencial: de 200 mil pontos fixos no início da década para 12,2 milhões em 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações. Só no primeiro semestre deste ano, a banda larga móvel, o famoso 3G, teve crescimento de 141%, passando de 4,3 milhões de conexões para 10,4 milhões, uma verdadeira febre entre os usuários

Publicado originalmente em: Último Segundo/IG, 27/08/2010.

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril. 

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas. 

   O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março. 

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online. 

  Fonte: Divulgação IBOPE Nielsen OnLine 

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009. 

Rodolfo Nakamura
Com informações do IBOPE

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Internet 3G já supera banda larga fixa no Brasil, diz estudo

Por Rui Maciel, do IDG Now!

Número de usuários desta modalidade mais que quintuplicou entre o primeiro trimestre de 2009 e o deste ano.

O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.

Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.

“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.

Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.

Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil

Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.

“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.

No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.

Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unidos.

Fonte: IDGNOW, 18/06/2010.

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.

O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Fonte: IBOPE, 01/06/2010.

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BooBox ultrapassa a marca de 10.000 publishers

Empresa atinge marca impressionante, com o objetivo de revolucionar a publicidade digital

SÃO PAULO – A boo-box (www.boo-box.com), empresa que oferece gestão de publicidade em mídia online, celebra a conquista de uma marca impressionante: em maio, a empresa registrou 10.500 publishers afiliados no Sistema de Publicidade para Mídias Sociais. São dez mil e quinhentos donos de blogs, comunidades, sites independentes e perfis de rede social como Twitter e Facebook, que abrem espaço para a divulgação, na web, de produtos ou serviços.

Com três anos de atuação no mercado, a boo-box é pioneira no ramo em que atua e reflete a força que a internet vem ganhando quando o assunto é divulgação publicitária. Em um ano, o crescimento de afiliados foi de quase 300% e a tendência é continuar nesse ritmo acelerado.

“Esse número de publishers é muito importante para a boo-box, pois comprova a qualidade e credibilidade do nosso trabalho que já tem até reconhecimento internacional, como o do TechCrunch, uma honra para a empresa”, comemora Marco Gomes, fundador de Diretor de Inovação da boo-box.

Mas, o número de 10,5 mil publishers não é o único que impressiona. A quantidade de campanhas veiculadas pela boo-box também mostra a evolução da empresa e do negócio. De janeiro de 2009 a maio de 2010, 73 campanhas tiveram a boo-box como responsável pela divulgação nas mídias sociais, impactando 21 milhões de usuários únicos.

“Agora vamos continuar com o nosso foco para atingir 15.000 publishers e manter o objetivo de revolucionar o mercado de publicidade digital, nossa grande meta”, afirma Gomes.

Os dez mil e quinhentos afiliados proporcionam uma abrangência bastante significativa das mídias sociais para os anunciantes e permite que o planejamento das campanhas conte com total direcionamento das inserções, de acordo com a relevância do conteúdo do veículo. Assim, a eficácia da divulgação é ampliada.

Rodolfo Nakamura
oca

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Estrela desafia comunidade de Orkut pela volta de Ferrorama

Grupo de aficionados pelo brinquedo começam hoje o desafio de fazer o trenzinho da Estrela atravessar o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, em troca de ter o brinquedo de volta ao mercado

SÃO PAULO - Nos anos 70, 80 e 90 o Ferrorama era febre entre as crianças brasileiras. Quem não queria ter a locomotiva da Estrela com vários vagões acoplados, como vagão de carvão, de carga, de combustível, de passageiros? O produto que vendeu mais de 2 milhões de exemplares ainda preserva fãs que fazem de tudo para ver o trenzinho de volta às lojas brasileiras de brinquedos.

Diante de uma comunidade no Orkut criada em 2005 com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama, a Estrela lança um desafio: se os fãs fizerem o trem do Ferrorama percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela, o brinquedo será relançado no Brasil. Uma ação idealizada pela DM9DDB

Além da dificuldade de fazer o Ferrorama trilhar tantos quilômetros, há um detalhe: a equipe só contará com 110 metros de trilho e também não poderá deixar o trem parar em momento algum. Essa mecânica forçará a equipe a ir tirando a última peça do trilho, colocando-a no início para garantir que o Ferrorama permaneça em movimento.

A ação exige uma logística complexa, o time precisa estar bem preparado fisicamente para agüentar o rojão. Nada pode dar errado e o planejamento precisa estar perfeito. O desafio começa hoje e caminho será transmitido via satélite através do site www.voltaferrorama.com.br . Os testes dos GPS´s  já foram iniciados para que os internautas possam acompanhar a ação à distancia com vídeos, fotos e twitts (@voltaferrorama). Quem estiver acompanhando a ação pelo site, poderá interagir com o time que estará na Espanha. O site  foi desenvolvido com uma navegação lateral com uma ilustração temática de 9.000 pixels, de forma a ilustrar a amplitude do caminho. Basta arrastar o trem para acompanhar a trajetória.

“Quando vimos uma comunidade no Orkut com mais de 3 mil pessoas, achamos que deveríamos realmente pensar em relançar o Ferrorama, mas queríamos um relançamento que contasse de alguma forma com a interação dos fãs do produto. Afinal, as redes sociais propõem essa atividade conjunta. Queríamos este espírito”, explica Carlos Tilkian, presidente da Estrela.

“Essa é uma ação moderna, convergente, que coloca o consumidor participando da estratégia de negócios da marca. É ele quem vai decidir pelo relançamento do produto. A lógica digital está no centro da estratégia, mas a ação acontece nos meios reais e interagem com os consumidores no mundo onde ele vive! Nesta ação, a marca estará na internet, em Santiago de Compostela e nas redes sociais, enfim é uma ação que explora multicanais”, afirma Sergio Valente, presidente da DM9DDB.

O desafio começará no dia 7 de junho e envolverá um grupo que inclui o líder da comunidade “Ferrorama”, o artista plástico curitibano Markora, 41 anos. “Há algumas semanas, o pessoal da Estrela entrou em contato com a gente. Eles queriam saber o que eu achava da possibilidade de eles voltarem a fabricar o Ferrorama. Óbvio que eu achei sensacional”, afirma Markora.

“Uma semana depois, eles propuseram um desafio: percorrer um trecho do famoso Caminho de Santiago com o trem, remontando os trilhos à medida em que a locomotiva avança. Se a gente conseguir, a Estrela se compromete publicamente a relançar o Ferrorama. Topei na hora, curti muito a proposta.

Daí escolhi alguns amigos pra ir comigo, chamei um dos moderadores dessa comunidade”, revela o líder da Comunidade.

O caminho de Santiago de Compostela foi o trajeto escolhido para o desafio porque todo mundo que faz este percurso volta renovado. “Isso vai acontecer com o nosso Ferrorama, que fará o trajeto e renascerá ainda mais evoluído e moderno”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Estrela. O presidente de criação da DM9DDB concorda e acrescenta que a ação toda é uma grande prova de fé para os fãs do Ferrorama. “Queríamos medir a fé e a paixão que os fãs do Ferrorama têm no possível relançamento do produto”, diz Sergio Valente.

Rodolfo Nakamura
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Copa do Mundo deve influenciar vendas online

Expectativa da e-bit é que o aumento na venda de TV´s de tela plana influencie o tíquete médio do setor

SÃO PAULO – A Copa do Mundo está chegando e a expectativa para o maior evento esportivo do planeta aumenta a cada dia. Além dos milhões de torcedores espalhados pelo Brasil acompanhando os jogos, o comércio eletrônico também terá motivos para sorrir graças à competição, que promete alavancar as vendas e contribuir ainda mais para o faturamento bilionário do canal.

A previsão da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, é de que a Copa do Mundo deva impulsionar a venda de eletrônicos, principalmente TV´s de tela plana. De acordo com dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), os fabricantes irão comercializar 19,6% mais TVs em 2010, o que irá representar um total de 11,5 milhões de unidades.

Com o aumento nas vendas de produtos de maior valor agregado, como TVs, o tíquete médio do comércio eletrônico deverá registrar um aumento significativo.

Segundo dados levantados pelo BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, existe uma grande variação no valor dos aparelhos nas lojas virtuais, que podem chegar em até mil reais. Um bom exemplo disso é a TV Samsung LCD de 32 polegadas com conversor digital integrado modelo LN32B530, que tem preços variando de R$ 1.706,69 a R$ 2.699,00.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, as boas vendas na Copa do Mundo em 2010 devem seguir o exemplo da competição anterior, há quatro anos. “Em 2006, o comércio eletrônico cresceu 76%. Esse foi o maior índice de crescimento já registrado no setor e foi fortemente influenciado pelas vendas para a Copa do Mundo daquele ano. Tendo isso em vista, é provável que um fenômeno semelhante ocorra nesse ano, principalmente pela estabilidade da economia e a maior confiança dos consumidores no canal web”, diz Guasti.

A categoria Artigos Esportivos também é outro segmento do e-commerce que deve sentir os efeitos do torneio. A venda de camisas de seleções, além de bolas e produtos oficiais da Copa, devem ser os principais alvos dos e-consumidores ao longo da competição.

Rodolfo Nakamura
frstcm

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Adobe apresenta tecnologia de visualização digital para revistas

Aplicativo WIRED Reader considerado revolucionário é lançado com as novas tecnologias de publicação digital da Adobe

SAN JOSE, Califórnia – A Adobe Systems Incorporated apresentou esta semana uma nova tecnologia de visualização que permite que as editoras criem versões digitais de suas revistas. O novo software de edição foi desenvolvido com a ajuda da revista WIRED da Condé Nast, publicação que recentemente lançou uma edição digital para o iPad da Apple, utilizando uma nova tecnologia digital de visualização.

O aplicativo Reader da edição de junho da WIRED, disponível na iTunes App Store, da Apple, foi desenvolvido com o novo software de visualização digital da Adobe. “O trabalho da Adobe com a WIRED criou um formato de revista digital que proporciona uma experiência imersiva, permitindo que uma publicação tenha conteúdo, aparência e sensação exclusivos, e que a publicidade ganhe destaque no campo digital”, informa David Burkett, vice-presidente e gerente geral de soluções criativas da Adobe. “Nosso objetivo é de disponibilizar nosso software de visualização digital a todas as editoras em breve, e planejamos introduzir versões compatíveis com diversas plataformas de hardware. É seguro dizer que, se você já estiver trabalhando com o InDesign CS5, certamente conseguirá produzir uma bela versão digital de sua publicação.”

Com recursos atraentes e interativos, e um novo modelo de navegação, o WIRED Reader demonstra as capacidades da mais recente tecnologia de visualização digital da Adobe, oferecendo aos leitores conteúdos em vídeo, apresentações de slides, imagens em 360º e conteúdos que giram no plano vertical e horizontal. 

Projetado pela conceituada equipe de impressão, o WIRED Reader dá um salto de tecnologia, aproveitando o formato tablet e permitindo que os leitores explorem a revista com toques na tela, incluindo um modo de navegação sem zoom, para que o leitor possa visualizar o conteúdo da revista em apenas um olhar. Os leitores podem experimentar a fidelidade do design de uma revista impressa, com a dinâmica e interatividade de uma mídia digital.

A tecnologia de visualização também promete um novo paradigma para a publicidade. Com o WIRED Reader, as grandes corporações já estão fazendo uso dos novos recursos de interatividade para lançar campanhas publicitárias de grande impacto. Essas propagandas estimulam o leitor a interagir com cada marca, integrando-se completamente ao conteúdo, e mantendo o leitor imerso na revista. Ao adotar essa nova mídia digital, as editoras têm a oportunidade de expandir seu portfólio de anúncios e, ao alcançar os leitores de maneiras diferentes, aumentam sua tiragem e conseguem aumentar as receitas digitais.

“Nossa parceria com a Adobe foi uma oportunidade para repensar e reconstruir uma edição impressa num formato digital para o iPad”, afirma Thomas J. Wallace, diretor editorial da Condé Nast. “A visionária utilização da tecnologia Adobe pela WIRED amplia o potencial dessa nova mídia para todas as revistas da Condé Nast. Nosso trabalho está apenas começando. Esperamos utilizar essa tecnologia para entregar mais veículos da empresa nos próximos meses”, analisa ainda o diretor editorial.

Criado com o InDesign® CS5 da Adobe® e outras tecnologias de edição da Adobe, o WIRED Reader mostra como a Adobe ajuda editoras de revistas e outras publicações a oferecer experiências inovadoras por meio de tablets, smartphones e outros dispositivos. A empresa planeja lançar, em breve, um software no Adobe Labs para ajudar as editoras a transformar os layouts InDesign CS5 em aplicativos atraentes como o WIRED Reader. Uma vez que a solução de revista digital é perfeitamente integrada com o Adobe Creative Suite® 5, as editoras podem esperar alavancar seus atuais investimentos em fluxo de trabalho e habilidades de design.

O WIRED Reader pode ser baixado da iTunes App Store da Apple, e custa US$ 4,99.
Para saber mais da plataforma de publicação digital da Adobe para revistas, eBooks e jornais, visite: www.adobe.com/go/digitalpublishing
 
Para assistir a um vídeo do WIRED Reader no iPad, acesse: http://tv.adobe.com/watch/xd-inspire/introducing-wired-on-ipad.

Rodolfo Nakamura
com informações da Adobe

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Eli Lilly economiza com projeto pioneiro de telefonia IP

Custo mensal com ligações no laboratório farmacêutico cai 20%, enquanto economia com infraestrutura é de 50%

SÃO PAULO – A filial brasileira da indústria farmacêutica Eli Lilly tinha a necessidade de modernizar seu sistema de telefonia analógico, que estava obsoleto e apresentava problemas de manutenção cada vez maiores. Além disso, havia os custos elevados com infraestrutura física e ligações interurbanas e internacionais que poderiam ser reduzidos com a adoção de novas tecnologias de comunicação.

“Percebemos que a melhor solução seria adotar o sistema de telefonia IP, pois com ele solucionaríamos nossos problemas e ainda poderíamos oferecer mais benefícios aos nossos colaboradores e clientes com todas as ferramentas possibilitadas por esta tecnologia”, recorda o gerente de operações de TI da Eli Lilly, Luís Urso.

Foi então que a empresa contratou a consultoria 5F Soluções para comandar o processo de implantação de telefonia IP, o qual foi estruturado em quatro fases e durou cerca de dois anos. Iniciada no segundo semestre de 2006, a primeira etapa foi destinada à preparação da infraestrutura física e lógica da empresa para a mudança. “Esta etapa é a mais importante, pois a escolha correta das melhores soluções define o sucesso do projeto”. O design do projeto foi todo baseado nas soluções de Comunicações Unificadas da Cisco, lembra Sylvio Herbst, diretor comercial da 5F Soluções.

Definido o plano de ação, o segundo passo foi a implantação do Call Manager, que representa o PABX IP da Cisco, e a troca de 700 aparelhos telefônicos convencionais por 500 pontos de telefonia IP em toda a empresa, com exceção do setor de callcenter, que ficaria para a fase seguinte do projeto. Após quase 06 meses, 95% do sistema analógico já havia sido substituído.

Ainda nesta fase, a área comercial, que conta com cerca de 300 profissionais atuantes em todo o Brasil, recebeu um tablet PC com o programa IPCommunicator (SoftPhone), da Cisco, o qual permite que o usuário utilize seu ramal de qualquer lugar onde haja conexão via internet e com todos os demais benefícios da telefonia IP Cisco. “Com esta solução, oferecemos maior acessibilidade, mobilidade e grande redução de custos com ligações”, conta o gerente de operações de TI da Eli Lilly.

Em 2007, a segunda fase marcou o princípio da utilização do sistema de telefonia. Com a substituição da solução legada de caixas postais pela solução de caixas postais da Cisco, o Unity. O contact center, o suporte técnico e o correio de voz da Eli Lilly foram os setores que tiveram seu sistema de telefonia analógico substituído nesta fase.

“O setor de atendimento ao cliente é extremamente estratégico para a empresa, por isso deixamos para fazer a troca dos aparelhos convencionais quando já estávamos utilizando a nova tecnologia com sucesso. O contact center da Eli Lilly foi o primeiro do Brasil a funcionar totalmente com telefonia IP”, afirma Urso.

O foco da terceira fase do projeto, implementada no primeiro semestre de 2008, foi a preparação de toda a unidade da Eli Lilly para uso da telefonia IP com sinal wireless. “A solução que implantamos tornou possível a utilização de telefones IP sem fio em toda a empresa, inclusive nas áreas externas. Esta mobilidade é de grande importância para os profissionais do suporte técnico, que podem ser contatados a qualquer momento e em qualquer lugar”, esclarece Herbst. Na quarta fase do projeto, implementada no segundo semestre de 2008, toda a área da Eli Lilly estava 100% coberta com wireless.

Resultados – Concluído dentro do prazo estimado, o projeto de substituição da telefonia analógica pela tecnologia IP foi considerado um sucesso. “Nossas expectativas foram atendidas: economizamos cerca de 50% em infraestrutura física, em especial com a diminuição de cabeamentos e espaço em data center, e em ligações telefônicas, cujo custo mensal caiu cerca de 20%”, comemora Urso.

Além disso, as ocorrências de falhas e consertos em aparelhos telefônicos foram praticamente eliminados. O sistema de telefonia 100% digital via IP unificou a infraestrutura de dados e voz, reduzindo o tempo de parada da rede de serviços, e o custo com gerenciamento de ambientes.

Segundo o executivo, a filial brasileira é modelo entre as demais unidades da Eli Lilly no mundo no que diz respeito à telefonia. “A matriz da empresa, que fica nos EUA, aprovou nosso projeto e está implantando a tecnologia IP também”, finaliza o gerente de operações de TI.

Rodolfo Nakamura
lux

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.
O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Rodolfo Nakamura
ibp

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