Archive for the 'Redes Sociais' Category
Internet bate TV aberta como passatempo nacional

Espectador brasileiro prefere internet e busca web para assistir à televisão

Marco Tomazzoni, iG São Paulo

A internet virou a forma de entretenimento favorita entre os brasileiros, acabando com o monopólio da televisão. Pelo segundo ano consecutivo, uma pesquisa realizada pela Deloitte no Brasil e em outros quatro países (Estados Unidos, Japão, Alemanha e Reino Unido) mostrou que a web é o passatempo nacional favorito – ao contrário dos estrangeiros, que ainda preferem a TV. O internauta brasileiro gasta em média, por semana, 17 horas assistindo televisão e cerca de 30 horas navegando na internet.

Para enfrentar esta mudança, as redes de televisão aberta têm si um desafio complexo pela frente: vencer o desinteresse do espectador. Nos últimos anos, a TV aberta vem perdendo ponto atrás de ponto no Ibope, seja para uma poltrona vazia, seja para outras mídias. A TV por assinatura, DVD players e principalmente a internet vem se firmando como as principais opções para o brasileiro em seu tempo livre.

Entre 2000 e 2009, a média de televisores ligados das 18h à meia-noite – o horário nobre da audiência e dos anunciantes – caiu de 66% para 59% e as cinco maiores redes do país perderam juntas 4,3 pontos de audiência. Enquanto isso, no mesmo período o total de aparelhos utilizados para outras funções – TV a cabo, games, etc – cresceu 91%, de 3,5 para 6,7 pontos.

Explosão da web

O salto é reflexo da explosão que esses serviços tiveram no país. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o total de usuários de TV por assinatura partiu de 200 mil, em 2000, para 3,4 milhões no início de 2010, número 17 vezes maior. O mercado doméstico de cinema também vive sua era de ouro: de 5,9 milhões de fitas VHS e DVDs em 2001, segundo a União Brasileira de Vídeo, para 25,4 milhões de unidades no ano passado, uma expansão de 330%.

Com relação à internet de alta velocidade, o aumento é exponencial: de 200 mil pontos fixos no início da década para 12,2 milhões em 2010, de acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações. Só no primeiro semestre deste ano, a banda larga móvel, o famoso 3G, teve crescimento de 141%, passando de 4,3 milhões de conexões para 10,4 milhões, uma verdadeira febre entre os usuários

Publicado originalmente em: Último Segundo/IG, 27/08/2010.

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Levantamento aponta que 55% dos usuários do Facebook “curtem” alguma empresa

Quase 62% afirmaram que deixam de seguir empresas quando se irritam com ações de comunicação mal elaboradas

A agência de comunicação digital PictureWeb acaba de divulgar os resultados obtidos em um levantamento sobre a atuação de empresas no Facebook – a segunda maior rede social em número de usuários brasileiros.

Segundo Marcelo Abdo, diretor executivo da agência, o objetivo deste levantamento é apontar, mais uma vez, a relevância deste canal para a realização de ações digitais corporativas. “A maioria dos usuários que “curte” empresas e marcas no Facebook está em busca de conteúdo. Mas é preciso conhecer o perfil dos seguidores de cada marca para definir a comunicação adequada”, garante.

As questões respondidas por 270 internautas – entre “seguidores” da PictureWeb e respectivos amigos – apontaram que a participação de executivos nesta rede é bem significativa, somando quase 50% entre presidentes (4,44%), diretores (24,81%) e gerentes (20,74%). “O Facebook tem se mostrado uma ferramenta de comunicação extremamente eficiente para ações corporativas, especialmente por ter um público mais qualificado, em relação às redes mais populares.”

Pelo levantamento da PictureWeb, 54,81% “curtem” alguma empresa no Facebook. Dentre estas, quase 27% disseram que a “relevância de conteúdo” é a principal razão para seguir uma empresa nesta rede. “Interesse por produtos ou serviços” foi a segunda justificativa apontada (22,78%), à frente de “admiração pela marca” (17,72%) e “acompanhar lançamentos e tendências” (15,61%). O “interesse por promoções” foi o motivo apontado por apenas 3,8% dos participantes.

Entre as ações que mais irritam os seguidores de empresas no Facebook, foram apontadas a repetição e a grande quantidade de posts, além da falta de atualização. E a consequência de uma comunicação mal elaborada pode ser desastrosa, pois 61,73% disseram que, quando irritados, deixam de seguir a marca. “De nada adianta uma empresa conquistar seguidores para perdê-los em seguida. Por isso, é preciso manter uma comunicação adequada e periódica”, alerta.

Questionados sobre outras participações na Internet, mais de 85% das pessoas afirmaram utilizar outras redes sociais: Twitter (34,46%), Orkut (26,40%) e Linkedin (25,28%). MySpace, Sonico e outras somaram 13,87% das respostas.

Publicado originalmente em: Portal VGV, 21/08/2010.

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BooBox ultrapassa a marca de 10.000 publishers

Empresa atinge marca impressionante, com o objetivo de revolucionar a publicidade digital

SÃO PAULO – A boo-box (www.boo-box.com), empresa que oferece gestão de publicidade em mídia online, celebra a conquista de uma marca impressionante: em maio, a empresa registrou 10.500 publishers afiliados no Sistema de Publicidade para Mídias Sociais. São dez mil e quinhentos donos de blogs, comunidades, sites independentes e perfis de rede social como Twitter e Facebook, que abrem espaço para a divulgação, na web, de produtos ou serviços.

Com três anos de atuação no mercado, a boo-box é pioneira no ramo em que atua e reflete a força que a internet vem ganhando quando o assunto é divulgação publicitária. Em um ano, o crescimento de afiliados foi de quase 300% e a tendência é continuar nesse ritmo acelerado.

“Esse número de publishers é muito importante para a boo-box, pois comprova a qualidade e credibilidade do nosso trabalho que já tem até reconhecimento internacional, como o do TechCrunch, uma honra para a empresa”, comemora Marco Gomes, fundador de Diretor de Inovação da boo-box.

Mas, o número de 10,5 mil publishers não é o único que impressiona. A quantidade de campanhas veiculadas pela boo-box também mostra a evolução da empresa e do negócio. De janeiro de 2009 a maio de 2010, 73 campanhas tiveram a boo-box como responsável pela divulgação nas mídias sociais, impactando 21 milhões de usuários únicos.

“Agora vamos continuar com o nosso foco para atingir 15.000 publishers e manter o objetivo de revolucionar o mercado de publicidade digital, nossa grande meta”, afirma Gomes.

Os dez mil e quinhentos afiliados proporcionam uma abrangência bastante significativa das mídias sociais para os anunciantes e permite que o planejamento das campanhas conte com total direcionamento das inserções, de acordo com a relevância do conteúdo do veículo. Assim, a eficácia da divulgação é ampliada.

Rodolfo Nakamura
oca

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Estrela desafia comunidade de Orkut pela volta de Ferrorama

Grupo de aficionados pelo brinquedo começam hoje o desafio de fazer o trenzinho da Estrela atravessar o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, em troca de ter o brinquedo de volta ao mercado

SÃO PAULO - Nos anos 70, 80 e 90 o Ferrorama era febre entre as crianças brasileiras. Quem não queria ter a locomotiva da Estrela com vários vagões acoplados, como vagão de carvão, de carga, de combustível, de passageiros? O produto que vendeu mais de 2 milhões de exemplares ainda preserva fãs que fazem de tudo para ver o trenzinho de volta às lojas brasileiras de brinquedos.

Diante de uma comunidade no Orkut criada em 2005 com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama, a Estrela lança um desafio: se os fãs fizerem o trem do Ferrorama percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela, o brinquedo será relançado no Brasil. Uma ação idealizada pela DM9DDB

Além da dificuldade de fazer o Ferrorama trilhar tantos quilômetros, há um detalhe: a equipe só contará com 110 metros de trilho e também não poderá deixar o trem parar em momento algum. Essa mecânica forçará a equipe a ir tirando a última peça do trilho, colocando-a no início para garantir que o Ferrorama permaneça em movimento.

A ação exige uma logística complexa, o time precisa estar bem preparado fisicamente para agüentar o rojão. Nada pode dar errado e o planejamento precisa estar perfeito. O desafio começa hoje e caminho será transmitido via satélite através do site www.voltaferrorama.com.br . Os testes dos GPS´s  já foram iniciados para que os internautas possam acompanhar a ação à distancia com vídeos, fotos e twitts (@voltaferrorama). Quem estiver acompanhando a ação pelo site, poderá interagir com o time que estará na Espanha. O site  foi desenvolvido com uma navegação lateral com uma ilustração temática de 9.000 pixels, de forma a ilustrar a amplitude do caminho. Basta arrastar o trem para acompanhar a trajetória.

“Quando vimos uma comunidade no Orkut com mais de 3 mil pessoas, achamos que deveríamos realmente pensar em relançar o Ferrorama, mas queríamos um relançamento que contasse de alguma forma com a interação dos fãs do produto. Afinal, as redes sociais propõem essa atividade conjunta. Queríamos este espírito”, explica Carlos Tilkian, presidente da Estrela.

“Essa é uma ação moderna, convergente, que coloca o consumidor participando da estratégia de negócios da marca. É ele quem vai decidir pelo relançamento do produto. A lógica digital está no centro da estratégia, mas a ação acontece nos meios reais e interagem com os consumidores no mundo onde ele vive! Nesta ação, a marca estará na internet, em Santiago de Compostela e nas redes sociais, enfim é uma ação que explora multicanais”, afirma Sergio Valente, presidente da DM9DDB.

O desafio começará no dia 7 de junho e envolverá um grupo que inclui o líder da comunidade “Ferrorama”, o artista plástico curitibano Markora, 41 anos. “Há algumas semanas, o pessoal da Estrela entrou em contato com a gente. Eles queriam saber o que eu achava da possibilidade de eles voltarem a fabricar o Ferrorama. Óbvio que eu achei sensacional”, afirma Markora.

“Uma semana depois, eles propuseram um desafio: percorrer um trecho do famoso Caminho de Santiago com o trem, remontando os trilhos à medida em que a locomotiva avança. Se a gente conseguir, a Estrela se compromete publicamente a relançar o Ferrorama. Topei na hora, curti muito a proposta.

Daí escolhi alguns amigos pra ir comigo, chamei um dos moderadores dessa comunidade”, revela o líder da Comunidade.

O caminho de Santiago de Compostela foi o trajeto escolhido para o desafio porque todo mundo que faz este percurso volta renovado. “Isso vai acontecer com o nosso Ferrorama, que fará o trajeto e renascerá ainda mais evoluído e moderno”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Estrela. O presidente de criação da DM9DDB concorda e acrescenta que a ação toda é uma grande prova de fé para os fãs do Ferrorama. “Queríamos medir a fé e a paixão que os fãs do Ferrorama têm no possível relançamento do produto”, diz Sergio Valente.

Rodolfo Nakamura
prmrpgn

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Curso mostra como fazer negócios no Twitter
SÃO PAULO – De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online, 23% dos internautas brasileiros acessam o Twitter com freqüência, fazendo do site a segunda maior rede social no país. Desse total, 66,4% possui entre 19 e 30 anos e passa 41,5 minutos por mês “tuitando”, o maior tempo médio do mundo, acima de EUA, Reino Unido e França. É claro que todos esses números não passam despercebidos pelas empresas. Muitas estão desenvolvendo ações de marketing digital para promover seus negócios diante desse enorme público.   Para orientar os empresários e empreendedores das pequenas e médias empresas (PMEs) sobre como explorar esta rede social para gerar negócios, a Magoweb, consultoria em Marketing Digital, promove em junho o Mês do Twitter. A ação é composta por uma série de artigos, vídeos tutoriais e cases sobre como divulgar a empresa estabelecendo um relacionamento transparente com seus clientes e consumidores.“Assim como outras redes sociais, o Twitter não é uma ferramenta de comunicação, mas de relacionamento. Ou seja, quem usa o site não quer só receber propaganda como na TV”, ele quer na verdade interagir e para isso a empresa agir com transparência e estar preparada para as críticas e reclamações”, destaca Átila Genehr, diretor da consultoria. “Caso contrário, com a mesma velocidade com que se constrói sua imagem na internet, o Twitter pode acabar com ela.”   Todo o conteúdo é gratuito é para ter acesso é só fazer a inscrição pelo site www.magoweb.com. No dia 30/6, às 16h30, será realizada palestra virtual Magowebinar com o tema “Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios pelo Twitter”.
O mercado do Twitter no Brasil
  • Audiência: 23% dos internautas brasileiros costuma acessar o site, tornando-o a segunda maior rede sociais do país.
  • 66,4% do público do site têm entre 19 e 30 anos.
  • 55,83% são homens e 42,13% mulheres.
  • Brasileiro é o que mais tempo passa no Twitter, 41,5 minutos por mês, contra 37 minutos nos EUA e 25 no Reino Unido.
  • Pessoas consultam em média 103 páginas diferentes por mês.
Rodolfo Nakamura
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99% das notícias de blogs vêm de TV e jornais

Mesmo com o crescimento das redes sociais, ainda são as mídias tradicionais que pautam os assuntos comentados na internet. O instituto Pew Research Center divulgou um estudo no qual revela que mais de 99% das notícias tratadas em blogs são provenientes de notícias transmitidas por emissoras de TV e jornais.

O estudo também mostrou que 80% desse conteúdo sai de BBC, CNN, The New Tork Times e The Washington Post. O Twitter é outro “dependente” dessa relação. No microblog, metade dos temas sai de assuntos já noticiados anteriormente nas mídias tradicionais.

Assuntos diferentes

Outra constatação do levantamento é de que as redes sociais dão atenção a assuntos diferentes daqueles da mídia tradicional. Nos Estados Unidos, onde foi feito o estudo, os blogs compartilharam a mesma temática dos outros veículos em apenas 13 das 49 semanas pesquisadas. Já no Twitter, foram 4 de 29 semanas e, no YouTube, o número foi de 8 em 49 semanas.

Mas essa diferença também ocorre entre as principais redes sociais pesquisadas. Em 29 semanas seguidas, apenas em uma ocasião Twitter, blogs e YouTube trataram sobre o mesmo assunto: os protestos sobre as eleições no Irã, em junho passado.

Em blogs, 53% das notícias destacadas em uma determinada semana foram tema principal por um período máximo de três dias. No Twitter, isso acontece com 72% dos temas.

Com informações da Folha de S.Paulo

Redação Adnews

Publicado originalmente em: AdNews, 25/05/2010.

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Google revela finalmente partilha das receitas AdSense: 68% para editores

A revelação foi adiantada no blog oficial, Inside AdSense, num post intitulado the AdSense revenue share.

Os parceiros no AdSense para conteúdos “representam a maioria dos nossos parceiros Adsense“, explica a Google. Adiantando: “pagamos 68% das receitas obtidas com os anunciantes. A parte remanescente reflecte os custos da Google de modo a continuarmos o investimento no Adsense –- incluindo o desenvolvimento de novas tecnologias, produtos e funcionalidades que ajudem a maximizar as receitas geradas a partir destes anúncios.”

Desde o lançamento do AdSense para conteúdos em 2003, esta divisão de receitas nunca sofreu alterações. Já o sistema de partilha das receitas do AdSense para pesquisa mantém-se igual desde 2005, altura em que foi aumentada a parte dos parceiros.

No caso do Adsense para pesquisa “partilhamos com os nossos parceiros 51% das receitas globais nos anúncios de pesquisa disponibilizadas através deles. Tal como no AdSense para conteúdos, a proporção das receitas destinada à Google reflectem os nossos custos, incluindo as despesas significativas e inovação envolvidas no desenvolvimento e melhorias na nossa tecnologia de pesquisa e do AdWords“.

Publicada originalmente em:http://diario2.com/google-revela-finalmente-partilha-das-receitas-adsense-68-para-editores-4543?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter&utm_campaign=Feed:+Diario2+(Diário2)25/05/2010.

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FarmVille agora vende produtos em lojas de conveniência nos EUA

Um dos jogos de mais sucesso do Facebook, o FarmVille agora invade também as lojas da vida real. A Zynga, produtora do game, em parceria com a rede de lojas 7-Eleven vai oferecer cerca de 30 diferentes produtos da ‘marca’ FarmVille nas mais de 7 mil lojas da rede, como copos personalizados e sorvetes. Junto com cada um deles, um código para obter um item especial em sua fazenda, como, por exemplo, vaquinhas napolitanas. Parece que a Zynga anda apostando alto em seus jogos sociais – há pouco tempo, a empresa firmou seu contrato de 5 anos para uso da moeda virtual do Facebook, e tb tem lançado seus games no MySpace. A notícia é do Mashable.

Publicado originalmente por Lafloufa, no BlueBus.

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IBOPE Mídia e IBOPE Nielsen Online apresentam BuzzMetrics e VideoCensus, ferramentas de análise das redes sociais

Ambiente colaborativo das redes sociais faz marcas reverem a sua comunicação com o consumidor. Segundo o IBOPE Nielsen Online, 85,6% dos internautas brasileiros se conectaram a estas redes em março

A relação das marcas com as redes sociais é uma preocupação cada vez maior dentro das corporações. De olho nessa nova realidade, na qual empresas dialogam diretamente com consumidores e vice-versa, o IBOPE Mídia e o IBOPE Nielsen Online trazem ao mercado duas ferramentas que ajudarão a diagnosticar a situação de uma marca nesse universo: BuzzMetrics e VideoCensus.

BuzzMetrics

Atualmente a cobertura na língua portuguesa do BuzzMetrics é de mais de 4,5 milhões de blogs, 70.000 fóruns e 50 milhões de comentários. Por meio de uma palavra-chave é possível identificar quantas vezes empresas, marcas, produtos, campanhas ou eventos foram citados em redes sociais, blogs, microblogs, fóruns, vídeos e conteúdo online de mídias tradicionais.

Não só consegue-se o entendimento das percepções dos consumidores online, mas seu poder de influência: quanto se fala, quem fala e quem escuta, como e onde se fala, do que se fala e o sentimento que prevalece em cada comentário.

“Existem diversas maneiras de uma empresa atuar nas redes sociais. Sem dúvida alguma estamos falando de uma fonte riquíssima de insights por meio de conteúdos gerados pelo próprio consumidor”, explica Lydia Worthington, vice-presidente de pesquisa do BuzzMetrics.

VideoCensus

O VideoCensus fornece uma ampla gama de análises sobre o desempenho dos vídeos e anúncios, focadas no comportamento do usuário, tais como: o tempo médio assistido pelos espectadores, quais os conteúdos mais acessados e o número de vezes que os vídeos são reproduzidos.

Através dessa ferramenta, sites e produtores de conteúdo podem entender melhor como seu conteúdo é acessado para que possam impulsionar o tráfego do site, maximizar o valor de seu inventário, acompanhar campanhas e mensurar resultados, além de proporcionar às agências e aos anunciantes informações para direcionarem seus investimentos, ao casar o anúncio certo com o conteúdo correto.

Um dos diferenciais do VídeoCensus é a atribuição de uma nota que mede a qualidade da experiência do espectador em relação ao vídeo e ao conteúdo publicitário, batizada em inglês de average attentiveness score.

A pontuação é gerada a partir da captura e análise de todos os eventos relacionados ao vídeo desde o momento em que o usuário começa a assistir a sua reprodução: tempo de execução do vídeo, número de execuções pelo mesmo espectador, se o vídeo está em foco e eventos de interação como aumentar o volume, maximizar a tela etc. Aquele que minimizou a janela, por exemplo, tem pontuação mais baixa do que quem a manteve aberta o tempo todo e, dessa forma, a ferramenta detecta os vídeos e as propagandas de maior interesse.

“Compreender o universo de redes sociais é fundamental para o mapeamento das oportunidades e estratégias de comunicação e marketing. A chave para o sucesso das empresas que utilizam a internet como ponto de contato com o seu consumidor é ter em mente que as redes sociais são um ambiente colaborativo, de conversa e não propaganda”, explica Cris Rother, diretora de negócios do IBOPE Nielsen Online.

Brasileiros nas redes sociais

No Brasil, o acesso online não é mais um recurso das elites; tornou-se essencial para a maioria da população. O Brasil é o país que apresentou o maior crescimento nos ú ;ltimos seis meses, quando tinha cerca de 35,5 milhões de usuários ativos em domicílios e trabalho. Hoje, com 37,9 milhões de usuário, o Brasil acumula crescimento de 7%. O alcance das redes sociais em março, segundo o NetView, foi de 85,6% dos internautas ativos no trabalho e residência. Essa é a maior penetração das redes sociais no mundo, bem acima da Itália, segunda colocada com 78,7% de alcance junto aos internautas. Apesar desse dado, são os italianos que ficam mais tempo conectados nas plataformas de redes sociais, com 7 horas e 10 minutos em média. O brasileiro ficou 5 horas e 2 minutos conectado numa rede social no mês de março.

Reação em cadeia
Dados do IBOPE Mídia indicam o poder de reação em cadeia das mídias sociais. Consumidores repercutem em redes sociais como Facebook e Twitter as impressões causadas pela vivência com um produto ou serviço, além de opiniões de assuntos variados. Há, contudo, empresas que se valem bem dessa mesma plataforma para levarem informações de interesse para o seu público.

Num levantamento recente com base na ferramenta Target Group Index, o IBOPE Mídia constatou que os usuários de redes sociais são pessoas mais comunicativas por natureza, que amplificam mensagens não somente nas próprias redes sociais, como também em seu dia-a-dia na vida offline.

Os dados apontam que, para os usuários de redes sociais, as roupas são os temas mais comentados dentro e fora da rede. De acordo com o levantamento, esse público pode amplificar o tema roupas em até 66% no número de contatos que tem. Em segundo lugar, o tema alimentos é amplificado por eles em 60% do número de contatos, independente do canal. Já os celulares são amplificados em 56%, seguidos por vida saudável, com 53%, bem como eletroeletrônicos e higiene pessoal, ambos com 47% de potencial de mais contatos.

Rodolfo Nakamura
ibp

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Aumento da população conectada à Internet muda ações de marketing

SÃO PAULO – O comércio eletrônico brasileiro fechou 2009 comemorando um crescimento de 30%, atingindo um faturamento de R$ 10,6 bilhões. O 1º trimestre de 2010 já apresenta elevação em relação a esse índice e uma das novas oportunidades de negócios está no aquecimento das vendas de computadores e celulares com acesso a Internet. Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o setor de telecomunicações deverá crescer 21% neste ano. De acordo com dados do e-bit, 17,6 milhões de pessoas consumiram virtualmente um tíquete médio de R$ 335 no ano passado, representando um crescimento de 33% em relação a 2008. A expectativa para 2010 é chegar a 23 milhões de pessoas, contribuindo para elevar o faturamento do comércio eletrônico em cerca de 30% com meta de bater R$ 13,6 bilhões. Essas boas perspectivas do segmento estão estimulando mudanças em ações de marketing e publicidade entre as empresas no Brasil.

Um estudo feito pelos institutos The Kelsey Group e Com Stat com mais de 300 gestores de pequena e média empresa nos Estados Unidos revelou que o hábito de anunciar na internet está se disseminando entre os empresários. Conforme a pesquisa, 77% dos entrevistados afirmaram ter anunciado em blogs, redes sociais e sites e, 69% dessas empresas também publicaram anúncios em outros meios como tevê, rádio, jornais e revistas.

Desde que esse monitoramento começou a ser feito há três anos, é a 1ª vez que o percentual de anunciantes em internet é maior que em mídia convencional. Segundo o especialista em negócios e soluções virtuais Leonardo Bortoletto, diretor comercial e de marketing da mineira Web Consult, esse resultado indica o interesse crescente em experimentar as novas mídias. “As empresas ainda destinam uma maior parte de seu orçamento para a publicidade tradicional, mas estão começando a perceber a importância da divulgação virtual. As mídias tradicionais ganham nova força com campanhas voltadas para os meios digitais, pois o investimento apresenta um custo acessível e um grande alcance”, afirma.

Cerca de 75% dos brasileiros que navegam pela internet estão nas classes C, D e E, sendo que 61% dos que compram online costumam conferir os produtos em lojas físicas, antes de fecharem a transação pela rede. O Brasil lidera o ranking mundial de países com maior tempo médio de navegação, com uma média geral em torno de 44 horas navegadas segundo o Idege, referente a dezembro de 2009.

A iniciativa do Governo Federal com o Plano Nacional de Banda Larga para massificar o uso da internet com meta de chegar a 90 milhões de acessos individuais até 2014 contribuirá ainda mais para o crescimento dessa demanda pela utilização da rede com veiculação de anúncios.

Rodolfo Nakamura
Zoom

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