Archive for the 'Usuário Final' Category
Novo serviço de email gratuito oferece 10Gb de espaço

Prática e segura, ferramenta é lançada pelo portal R7, da Rede Record

SÃO PAULO – Os usuários de internet agora possuem mais uma opção de e-mail: “@r7.com”. O e-mail é grátis e conta com várias funcionalidades que deixam a caixa postal mais prática e segura:

  • Capacidade de 10GB;
  • Controle simples de spam;
  • Antivírus automático (antes mesmo de o email do usuário chegar até a caixa postal, o sistema verifica se há vírus na mensagem);
  • Calendário integrado;
  • Acesso via web (o email pode ser acessado de qualquer computador conectado à internet);
  • Lista de contatos;
  • Confirmação de leitura (o usuário pode ser avisado quando o email enviado for lido pelo destinatário);
  • Verificador ortográfico e rascunho de mensagem.

“O e-mail do R7 é curto e por tratar-se de uma nova plataforma tem várias possibilidades de login. Os usuários poderão deixar o e-mail com a cara deles”, diz Dado Lancellotti, Diretor Comercial do R7.

Já o  diretor de conteúdo do portal, Antonio Guerreiro, reforça: “O e-mail do R7 será o passaporte para inúmeras ações exclusivas e concursos culturais, nas quais o usuário poderá ter acesso aos bastidores dos programas da Rede Record e participação efetiva na construção do conteúdo do portal”.

O portal surgiu há pouco mais de oito meses, no dia 27 de setembro do ano passado. Estreou na web como uma nova opção de portal de jornalismo e entretenimento do País. Com investimento inicial de R$ 100 milhões, a nova plataforma de comunicação do grupo Record é inovadora na comunicação com o internauta ao apostar em uma grande interatividade com o seu leitor, na prestação de serviço, na interação do conteúdo de TV e web. Também é forte a presença de blogs de diversos colunistas.

Rodolfo Nakamura
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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril. 

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas. 

   O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março. 

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online. 

  Fonte: Divulgação IBOPE Nielsen OnLine 

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009. 

Rodolfo Nakamura
Com informações do IBOPE

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Internet 3G já supera banda larga fixa no Brasil, diz estudo

Por Rui Maciel, do IDG Now!

Número de usuários desta modalidade mais que quintuplicou entre o primeiro trimestre de 2009 e o deste ano.

O número de usuários de Internet 3G no Brasil já supera os de assinantes de banda larga fixa. As informações partem do estudo “O Balanço Huawei da Banda Larga Móvel”, feito a partir de uma parceria entre a Huawei, fabricante de infra-estrutura de rede e a consultoria Teleco.

Segundo o relatório, o número de usuários de 3G no País já chega a 11,9 milhões, contra 11,8 milhões de assinantes da banda larga fixa. Tal crescimento ganha destaque entre o primeiro trimestre de 2009 e o primeiro tri deste ano, quando a quantidade de pessoas que passou a utilizar esta modalidade de Internet móvel pulou de 1,5 milhão para 8,7 milhões de usuários. Apenas no primeiro tri deste ano, 4,9 milhões de acessos foram registrados. No caso dos modems 3G, o crescimento foi superior a 100% em um ano e registrou-se o número de 3,2 milhões de conexões banda larga móvel via este dispositivo no país.

“As previsões do Balanço Huawei foram superadas rapidamente e hoje trabalhamos com a expectativa de atingir 18 milhões de clientes da banda larga móvel até o final de 2010, enquanto que os da banda larga fixa devem atingir 13 milhões”, afirma Marcelo Motta, diretor de tecnologia de soluções da Huawei.

Em março de 2010, a cobertura da banda larga móvel no Brasil já era superior aos compromissos estabelecidos para 2012, atingindo 13,1% dos municípios. Todas as capitais de estado e municípios com mais de 500 mil habitantes passaram a ser atendidos por quatro operadoras.

Valores cobrados ainda atrapalham crescimento da Internet móvel no Brasil

Os altos valores cobrados no Brasil pela Internet móvel ainda são o principal obstáculo para o seu crescimento por aqui. O relatório indica que nos planos do serviço no País, os pacotes de 500MB e 1GB custam, em média, R$ 69,90 e R$ 84,90 respectivamente. Na Argentina, é possível pagar o equivalente a R$ 31,65 por 500MB, enquanto que no Reino Unido, o custo do plano de 3GB equivale a R$ 39,94, menos da metade do que é cobrado no Brasil para um volume de dados três vezes superior.

“Os preços da banda larga móvel no Brasil são maiores que os praticados em outros países da América Latina e da Europa. Eles são influenciados pela alta carga tributária do país e pelo subdimensionamento das redes, em especial em relação à capacidade das redes de transmissão”, declarou Motta.

No entanto, Eduardo Tude, presidente da Teleco, aponta para uma queda nos valores: “O preço médio do modem sofreu queda de 21,6% no primeiro trimestre do ano, com o valor mínimo apurado de R$ 135,00 para os dispositivos sem subsídios. A discrepância entre os valores praticados pelo mercado é ainda muito grande, e o valor do modem cai quando associado a um plano de serviços, podendo chegar a zero em alguns casos”.

Já a receita com serviços de dados apresentou um crescimento expressivo de quase 30% ao longo de um ano e representa 15% do faturamento com serviços de telecomunicações das operadoras brasileiras. No entanto, este percentual tem potencial para crescer ainda mais, uma vez que é quase três vezes inferior ao da NTT Docomo, principal operadora japonesa, e metade do percentual obtido pela Verizon e pela AT&T nos Estados Unidos.

Fonte: IDGNOW, 18/06/2010.

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Cresce número de usuários de banda larga

Em abril, manteve-se a audiência dos sites de viagens, principalmente os de mapas e os de hotéis

Em abril, o número de usuários ativos em residências foi de 28,7 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online. Desses, 57,3% usaram conexões acima de 512 Kb*. Em janeiro, 54,1% dos usuários ativos em casa usavam conexões superiores a 512 Kb.

O maior crescimento vem ocorrendo entre as conexões de 512 Kb a 2 Mb, que passaram de uma participação de 41,3% em janeiro para 43,8% dos usuários ativos em abril. O número de usuários da faixa de 512 Kb a 2 Mb, que era de 11,8 milhões em janeiro, chegou a 12,6 milhões em abril.

O tempo médio por pessoa do uso do computador domiciliar entre os que têm conexões de até 128 Kb foi de menos de 39 horas em abril, enquanto entre os que dispõem de mais de 8 Mb o tempo passou de 47 horas.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

O número de usuários ativos em residências ou no local de trabalho em abril de 2010 foi de 36,6 milhões de pessoas, ou 3,4% menos que no mês de março.

A categoria Viagens manteve-se em crescimento e evoluiu 2,8% em relação ao mês anterior, registrando 19,1 milhão de usuários únicos no trabalho e em residências. “Além do aumento do uso de serviços de mapas, também houve crescimento do número de usuários de sites de hotéis, atraídos por promoções e anúncios publicitários”, informou José Calazans, analista de mídia do IBOPE Nielsen Online.

Fonte: Divulgação
IBOPE NIELSEN Abril 2010

A pesquisa AdRelevance, que monitora a publicidade veiculada na internet brasileira, registrou em abril o total de 4.176 campanhas publicitárias, realizadas por 1.616 anunciantes.

O acesso à internet em qualquer ambiente (residências, trabalho, escolas, lan-houses, bibliotecas e telecentros), considerando os brasileiros de 16 anos ou mais de idade, chegou a 67,5 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2009.

Fonte: IBOPE, 01/06/2010.

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Consumidor nunca esteve tão confiante

Segundo pesquisa da Fecomercio, há mais de 15 anos os paulistanos não se mostram tão otimistas quanto no primeiro semestre de 2010

O consumidor paulista nunca começou o ano tão confiante. É o que revela o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), aferido pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), que registrou impulso de 4% em junho na comparação com o mês anterior. Com este resultado, o indicador saltou dos 152,9 pontos, em maio, para os 158,9 atuais, praticamente repetindo o melhor resultado de toda a série histórica, iniciada em 1994, de fevereiro deste ano, quando o ICC registrava 159 pontos. Em relação ao mesmo período do ano anterior, houve um incremento de 18,1%, o que consolida o primeiro semestre de 2010 como o de maior nível de otimismo em mais de 15 anos.

Para Thiago Freitas, assessor econômico da Fecomercio, o resultado do ICC se deve, pela permanência dos excelentes resultados, principalmente no âmbito interno, como a estabilização do nível de desemprego em patamares historicamente baixos, sucessivos ganhos dos rendimentos das famílias e, ampliação nas concessões das carteiras de crédito. “Ainda precisamos somar a este cenário a desaceleração dos preços correntes, o que reduz eventuais perdas inflacionarias e assegura o poder de compra, o que sustentará o consumo em um patamar razoável”, aponta. Freitas também considera a euforia natural que toma o brasileiro nos períodos de Copa do Mundo como um dos fatores a influenciar o ICC. “O otimismo tradicionalmente tende a aumentar nesta época”, pondera.

O economista ainda destaca que é nítida a evolução da confiança do consumidor diante da situação geral mais favorável da economia, resultado esse comprovado no faturamento real das vendas do comércio varejista, que obteve um extraordinário incremento de 11% no primeiro trimestre do ano ante igual período de 2009, averiguada na Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), também da Fecomercio. “A saída quase incólume da economia brasileira da recente crise financeira internacional parece ter fortalecido ainda mais a percepção dos consumidores que estão se sentindo mais seguros ante as ameaças de uma turbulência caracterizada como agora na zona do Euro”.

Momento atual e expectativas para o futuro

Os dois indicadores que compõem o ICC, o Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA) e o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC), apresentaram incremento em relação ao mês anterior. O resultado mostra que a percepção que os consumidores têm em relação ao futuro é ainda mais otimista do que a avaliação do presente.

Em comparação com maio, o IEC saltou 4,9%, atingindo 162,5 pontos. Os consumidores que recebem mais de 10 salários mínimos mensais são os mais seguros e atingiram 167,9 pontos este mês. Aqueles que com ganhos inferiores a este total também apresentaram um aumento significativo de confiança, registrando incremento de 6,1% (162,8 pontos).

Já o ICEA apontou elevação de 2,5% em relação ao mês anterior, atingindo 153,5 pontos. Em junho, os consumidores com mais de 35 anos ficaram 5% mais confiantes no cenário atual, atingindo o mesmo patamar de confiança daqueles com menos de 35 anos, 153,8 pontos. Ou seja, os consumidores com menos de 35 anos mantiveram sua avaliação estável em relação a maio.

Nota metodológica

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela Fecomercio desde 1994. Os dados são coletados junto a cerca de 2.100 consumidores no município de São Paulo. O objetivo da pesquisa é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura.

Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de 0 (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, apresenta-se em: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.

A metodologia do ICC foi desenvolvida com base no Consumer Confidence Index, índice norte-americano que surgiu em 1950 na Universidade de Michigan. No início da década de 90, a equipe econômica da Fecomercio adaptou a metodologia da pesquisa norte-americana à realidade brasileira. Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no país, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.

Rodolfo Nakamura
Com informações da Fecomercio/Fisher

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Estrela desafia comunidade de Orkut pela volta de Ferrorama

Grupo de aficionados pelo brinquedo começam hoje o desafio de fazer o trenzinho da Estrela atravessar o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, em troca de ter o brinquedo de volta ao mercado

SÃO PAULO - Nos anos 70, 80 e 90 o Ferrorama era febre entre as crianças brasileiras. Quem não queria ter a locomotiva da Estrela com vários vagões acoplados, como vagão de carvão, de carga, de combustível, de passageiros? O produto que vendeu mais de 2 milhões de exemplares ainda preserva fãs que fazem de tudo para ver o trenzinho de volta às lojas brasileiras de brinquedos.

Diante de uma comunidade no Orkut criada em 2005 com cerca de três mil aficionados pelo brinquedo que vivem enviando e-mails e correspondências à marca para retomar a produção do Ferrorama, a Estrela lança um desafio: se os fãs fizerem o trem do Ferrorama percorrer os 20 últimos quilômetros do Caminho de Santiago de Compostela, o brinquedo será relançado no Brasil. Uma ação idealizada pela DM9DDB

Além da dificuldade de fazer o Ferrorama trilhar tantos quilômetros, há um detalhe: a equipe só contará com 110 metros de trilho e também não poderá deixar o trem parar em momento algum. Essa mecânica forçará a equipe a ir tirando a última peça do trilho, colocando-a no início para garantir que o Ferrorama permaneça em movimento.

A ação exige uma logística complexa, o time precisa estar bem preparado fisicamente para agüentar o rojão. Nada pode dar errado e o planejamento precisa estar perfeito. O desafio começa hoje e caminho será transmitido via satélite através do site www.voltaferrorama.com.br . Os testes dos GPS´s  já foram iniciados para que os internautas possam acompanhar a ação à distancia com vídeos, fotos e twitts (@voltaferrorama). Quem estiver acompanhando a ação pelo site, poderá interagir com o time que estará na Espanha. O site  foi desenvolvido com uma navegação lateral com uma ilustração temática de 9.000 pixels, de forma a ilustrar a amplitude do caminho. Basta arrastar o trem para acompanhar a trajetória.

“Quando vimos uma comunidade no Orkut com mais de 3 mil pessoas, achamos que deveríamos realmente pensar em relançar o Ferrorama, mas queríamos um relançamento que contasse de alguma forma com a interação dos fãs do produto. Afinal, as redes sociais propõem essa atividade conjunta. Queríamos este espírito”, explica Carlos Tilkian, presidente da Estrela.

“Essa é uma ação moderna, convergente, que coloca o consumidor participando da estratégia de negócios da marca. É ele quem vai decidir pelo relançamento do produto. A lógica digital está no centro da estratégia, mas a ação acontece nos meios reais e interagem com os consumidores no mundo onde ele vive! Nesta ação, a marca estará na internet, em Santiago de Compostela e nas redes sociais, enfim é uma ação que explora multicanais”, afirma Sergio Valente, presidente da DM9DDB.

O desafio começará no dia 7 de junho e envolverá um grupo que inclui o líder da comunidade “Ferrorama”, o artista plástico curitibano Markora, 41 anos. “Há algumas semanas, o pessoal da Estrela entrou em contato com a gente. Eles queriam saber o que eu achava da possibilidade de eles voltarem a fabricar o Ferrorama. Óbvio que eu achei sensacional”, afirma Markora.

“Uma semana depois, eles propuseram um desafio: percorrer um trecho do famoso Caminho de Santiago com o trem, remontando os trilhos à medida em que a locomotiva avança. Se a gente conseguir, a Estrela se compromete publicamente a relançar o Ferrorama. Topei na hora, curti muito a proposta.

Daí escolhi alguns amigos pra ir comigo, chamei um dos moderadores dessa comunidade”, revela o líder da Comunidade.

O caminho de Santiago de Compostela foi o trajeto escolhido para o desafio porque todo mundo que faz este percurso volta renovado. “Isso vai acontecer com o nosso Ferrorama, que fará o trajeto e renascerá ainda mais evoluído e moderno”, afirma Carlos Tilkian, presidente da Estrela. O presidente de criação da DM9DDB concorda e acrescenta que a ação toda é uma grande prova de fé para os fãs do Ferrorama. “Queríamos medir a fé e a paixão que os fãs do Ferrorama têm no possível relançamento do produto”, diz Sergio Valente.

Rodolfo Nakamura
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Adobe apresenta tecnologia de visualização digital para revistas

Aplicativo WIRED Reader considerado revolucionário é lançado com as novas tecnologias de publicação digital da Adobe

SAN JOSE, Califórnia – A Adobe Systems Incorporated apresentou esta semana uma nova tecnologia de visualização que permite que as editoras criem versões digitais de suas revistas. O novo software de edição foi desenvolvido com a ajuda da revista WIRED da Condé Nast, publicação que recentemente lançou uma edição digital para o iPad da Apple, utilizando uma nova tecnologia digital de visualização.

O aplicativo Reader da edição de junho da WIRED, disponível na iTunes App Store, da Apple, foi desenvolvido com o novo software de visualização digital da Adobe. “O trabalho da Adobe com a WIRED criou um formato de revista digital que proporciona uma experiência imersiva, permitindo que uma publicação tenha conteúdo, aparência e sensação exclusivos, e que a publicidade ganhe destaque no campo digital”, informa David Burkett, vice-presidente e gerente geral de soluções criativas da Adobe. “Nosso objetivo é de disponibilizar nosso software de visualização digital a todas as editoras em breve, e planejamos introduzir versões compatíveis com diversas plataformas de hardware. É seguro dizer que, se você já estiver trabalhando com o InDesign CS5, certamente conseguirá produzir uma bela versão digital de sua publicação.”

Com recursos atraentes e interativos, e um novo modelo de navegação, o WIRED Reader demonstra as capacidades da mais recente tecnologia de visualização digital da Adobe, oferecendo aos leitores conteúdos em vídeo, apresentações de slides, imagens em 360º e conteúdos que giram no plano vertical e horizontal. 

Projetado pela conceituada equipe de impressão, o WIRED Reader dá um salto de tecnologia, aproveitando o formato tablet e permitindo que os leitores explorem a revista com toques na tela, incluindo um modo de navegação sem zoom, para que o leitor possa visualizar o conteúdo da revista em apenas um olhar. Os leitores podem experimentar a fidelidade do design de uma revista impressa, com a dinâmica e interatividade de uma mídia digital.

A tecnologia de visualização também promete um novo paradigma para a publicidade. Com o WIRED Reader, as grandes corporações já estão fazendo uso dos novos recursos de interatividade para lançar campanhas publicitárias de grande impacto. Essas propagandas estimulam o leitor a interagir com cada marca, integrando-se completamente ao conteúdo, e mantendo o leitor imerso na revista. Ao adotar essa nova mídia digital, as editoras têm a oportunidade de expandir seu portfólio de anúncios e, ao alcançar os leitores de maneiras diferentes, aumentam sua tiragem e conseguem aumentar as receitas digitais.

“Nossa parceria com a Adobe foi uma oportunidade para repensar e reconstruir uma edição impressa num formato digital para o iPad”, afirma Thomas J. Wallace, diretor editorial da Condé Nast. “A visionária utilização da tecnologia Adobe pela WIRED amplia o potencial dessa nova mídia para todas as revistas da Condé Nast. Nosso trabalho está apenas começando. Esperamos utilizar essa tecnologia para entregar mais veículos da empresa nos próximos meses”, analisa ainda o diretor editorial.

Criado com o InDesign® CS5 da Adobe® e outras tecnologias de edição da Adobe, o WIRED Reader mostra como a Adobe ajuda editoras de revistas e outras publicações a oferecer experiências inovadoras por meio de tablets, smartphones e outros dispositivos. A empresa planeja lançar, em breve, um software no Adobe Labs para ajudar as editoras a transformar os layouts InDesign CS5 em aplicativos atraentes como o WIRED Reader. Uma vez que a solução de revista digital é perfeitamente integrada com o Adobe Creative Suite® 5, as editoras podem esperar alavancar seus atuais investimentos em fluxo de trabalho e habilidades de design.

O WIRED Reader pode ser baixado da iTunes App Store da Apple, e custa US$ 4,99.
Para saber mais da plataforma de publicação digital da Adobe para revistas, eBooks e jornais, visite: www.adobe.com/go/digitalpublishing
 
Para assistir a um vídeo do WIRED Reader no iPad, acesse: http://tv.adobe.com/watch/xd-inspire/introducing-wired-on-ipad.

Rodolfo Nakamura
com informações da Adobe

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Curso mostra como fazer negócios no Twitter
SÃO PAULO – De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online, 23% dos internautas brasileiros acessam o Twitter com freqüência, fazendo do site a segunda maior rede social no país. Desse total, 66,4% possui entre 19 e 30 anos e passa 41,5 minutos por mês “tuitando”, o maior tempo médio do mundo, acima de EUA, Reino Unido e França. É claro que todos esses números não passam despercebidos pelas empresas. Muitas estão desenvolvendo ações de marketing digital para promover seus negócios diante desse enorme público.   Para orientar os empresários e empreendedores das pequenas e médias empresas (PMEs) sobre como explorar esta rede social para gerar negócios, a Magoweb, consultoria em Marketing Digital, promove em junho o Mês do Twitter. A ação é composta por uma série de artigos, vídeos tutoriais e cases sobre como divulgar a empresa estabelecendo um relacionamento transparente com seus clientes e consumidores.“Assim como outras redes sociais, o Twitter não é uma ferramenta de comunicação, mas de relacionamento. Ou seja, quem usa o site não quer só receber propaganda como na TV”, ele quer na verdade interagir e para isso a empresa agir com transparência e estar preparada para as críticas e reclamações”, destaca Átila Genehr, diretor da consultoria. “Caso contrário, com a mesma velocidade com que se constrói sua imagem na internet, o Twitter pode acabar com ela.”   Todo o conteúdo é gratuito é para ter acesso é só fazer a inscrição pelo site www.magoweb.com. No dia 30/6, às 16h30, será realizada palestra virtual Magowebinar com o tema “Cinco coisas essenciais que você precisa saber para fazer negócios pelo Twitter”.
O mercado do Twitter no Brasil
  • Audiência: 23% dos internautas brasileiros costuma acessar o site, tornando-o a segunda maior rede sociais do país.
  • 66,4% do público do site têm entre 19 e 30 anos.
  • 55,83% são homens e 42,13% mulheres.
  • Brasileiro é o que mais tempo passa no Twitter, 41,5 minutos por mês, contra 37 minutos nos EUA e 25 no Reino Unido.
  • Pessoas consultam em média 103 páginas diferentes por mês.
Rodolfo Nakamura
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Internet deve chegar a 5 bilhões de usuários em 2010, diz pesquisa

Estudo também aponta que a quantidade de internautas duplicou entre 2003 e 2009, chegando a cerca de 26% da população mundial.

Até o final de 2010, o mundo deve atingir a marca de 5 bilhões de usuários na internet, de acordo com relatório, da International Telecommunication (ITU), divulgado nesta terça-feira (25/5).

Segundo a pesquisa, o crescimento da telefonia móvel será o principal responsável por esse aumento. Além disso, a pesquisa também apontou que a quantidade de internautas duplicou de 2003 a 2009, chegando a cerca de 26% da população mundial.

Mas, enquanto a evolução do setor de tecnologia da informação e da comunicação tem sido impressionante, muitas pessoas ainda estão excluídas dos benefícios da sociedade da informação, declarou o diretor da ITU’s Telecommunication Development Bureau, Sami Al Basheer Al Morshid, a repórteres, na última terça-feira (25/5) em uma conferência da empresa, em Hyderabad, no sul da Índia.

“Mais de 80% das pessoas nos países em desenvolvimento ainda não têm acesso à Internet, muito menos acesso à banda larga”, disse a chefe do departamento de informações de mercado e da divisão de estatísticas, Susan Teltscher. De acordo com o relatório, no mundo desenvolvido, quase 60% das famílias tinham acesso à Internet, contra apenas 12% no mundo em desenvolvimento.

A inclusão da banda larga fixa nos países em desenvolvimento foi muito menor, cerca de 3,5% no final de 2009. Ainda segundo Teltscher, para compensar o acesso desigual em casa, no trabalho ou nas escolas, os países em desenvolvimento precisarão oferecer mais facilidades ao acesso a web.

Segundo Teltscher, grande parte do crescimento das comunicações nos países em desenvolvimento está vindo principalmente da China e da Índia. Eles têm mais assinaturas de telefones móveis que os países desenvolvidos, mais precisamente um terço dos assinantes de telefonia móvel no mundo. A China também tem feito bons progressos no serviço de banda larga fixa e, atualmente, é responsável pela metade das assinaturas de banda larga em países em desenvolvimento.

O relatório é uma revisão dos progressos realizados para a criação de uma sociedade de informação global em 2015, um compromisso que os governos acordaram na World Summit on the Information Society (WSIS), em Genebra, em 2003, e depois em Túnis, em 2005.

Além da conectividade, também há uma divisão clara entre conteúdos e línguas, declarou Teltscher. Mais de 50% do conteúdo da Internet está escrito em poucos idiomas, sobretudo o Inglês, disse ela.

Em uma nota positiva, o relatório disse que as redes celulares já cobrem cerca de 90% da população mundial e espera, em 2015, atingir 100%. “A ITU está confiante de que até esta data mais da metade do mundo estará usando um telefone móvel”, disse Al Basheer Al Morshid no prefácio do relatório.

O relatório conclui que o objetivo principal da WSIS – expandir meios de telecominicação pelo mundo inteiro – tem sido alcançado. A meta da entidade aborda a necessidade de aproveitar as tecnologias de radiodifusão para ajudar os países em transição a chegar na sociedade da informação.

Até o final de 2009, havia cerca de 1,4 milhões de domicílios com TV ao redor do mundo, fornecendo a , proximadamente, 5 bilhões de pessoas o acesso a um televisor em casa. Isso significa que 79% dos lares possuem uma TV, o que representa um aumento de 6% em comparação a 2002, segundo o relatório. No entanto, na África apenas 28% das famílias possuem uma televisão.

John Ribeiro

Publicado originalmente em: IDG Now!, 25/05/2010.

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99% das notícias de blogs vêm de TV e jornais

Mesmo com o crescimento das redes sociais, ainda são as mídias tradicionais que pautam os assuntos comentados na internet. O instituto Pew Research Center divulgou um estudo no qual revela que mais de 99% das notícias tratadas em blogs são provenientes de notícias transmitidas por emissoras de TV e jornais.

O estudo também mostrou que 80% desse conteúdo sai de BBC, CNN, The New Tork Times e The Washington Post. O Twitter é outro “dependente” dessa relação. No microblog, metade dos temas sai de assuntos já noticiados anteriormente nas mídias tradicionais.

Assuntos diferentes

Outra constatação do levantamento é de que as redes sociais dão atenção a assuntos diferentes daqueles da mídia tradicional. Nos Estados Unidos, onde foi feito o estudo, os blogs compartilharam a mesma temática dos outros veículos em apenas 13 das 49 semanas pesquisadas. Já no Twitter, foram 4 de 29 semanas e, no YouTube, o número foi de 8 em 49 semanas.

Mas essa diferença também ocorre entre as principais redes sociais pesquisadas. Em 29 semanas seguidas, apenas em uma ocasião Twitter, blogs e YouTube trataram sobre o mesmo assunto: os protestos sobre as eleições no Irã, em junho passado.

Em blogs, 53% das notícias destacadas em uma determinada semana foram tema principal por um período máximo de três dias. No Twitter, isso acontece com 72% dos temas.

Com informações da Folha de S.Paulo

Redação Adnews

Publicado originalmente em: AdNews, 25/05/2010.

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