Peixe Urbano ultrapassa 1 milhão de usuários

Já presente em 11 cidades, serviço já proporcionou economia de mais de R$ 20 milhões para seus usuários e irá distribuir R$ 25 milhões em presentes

SÃO PAULO  - O Peixe Urbano, primeiro e maior site de compras coletivas do Brasil, anuncia que ultrapassou a marca de 1 milhão de usuários cadastrados. Desde seu lançamento, há menos de 5 meses, foram mais de 400 promoções realizadas que geraram para os consumidores brasileiros uma economia de mais de R$ 20 milhões.

De acordo com dados da Nielsen/IBOPE, o site foi acessado por quase 2 milhões de pessoas apenas no mês de julho, o que aponta que mais pessoas entraram no Peixe Urbano do que a soma de todos os outros sites de compras coletivas contabilizados pela Nielsen/IBOPE. Dados do Google Trends também mostram que os internautas buscaram seis vezes mais o Peixe Urbano do que qualquer outro site de compras coletivas no Brasil.

Para comemorar a marca de um milhão de cadastrados, o Peixe Urbano vai dar R$ 25 milhões em crédito para seus usuários darem de presente. Cada um deles receberá 5 vale-presentes no valor de cinco reais cada para presentear amigos ou familiares que ainda não são cadastrados no site. Os cupons poderão ser usados para qualquer compra no site durante todo o mês de setembro.

Em cada cidade, o Peixe Urbano disponibiliza uma variedade de ofertas que ajudam seus assinantes a descobrir e a experimentar os melhores serviços e atividades locais. Em pouco tempo, o Peixe Urbano se expandiu para 11 cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Niterói, Campinas e Florianópolis e, em breve, será lançado em outras localidades.

Sobre o Peixe Urbano

O projeto do Peixe Urbano surgiu no início de 2009 da sociedade de três amigos com ampla experiência no mercado internacional de e-commerce, mídias sociais e marketing – Julio Vasconcellos, Emerson Andrade e Alex Tabor. A ideia foi desenvolver um modelo de negócios que alavancasse o poder de mobilização da Internet para trazer benefícios reais à sociedade: um modelo ganha-ganha que coloca em contato os melhores prestadores de serviços de cada cidade e um número grande de consumidores interessados em conhecer novos estabelecimentos perto de suas casas. O site é o primeiro deste tipo no Brasil e já está presente em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Campinas, Niterói, Goiânia e Florianópolis.

Rodolfo Nakamura
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Pagamento Digital lança shopping online com 927 lojas

Consumidores poderão fazer buscas por produtos, comparar preços e comprar com toda segurança do Pagamento Digital

Lojistas que são clientes exclusivos da plataforma de pagamento terão suas ofertas listadas gratuitamente no Shopping e no BuscaPé

SÃO PAULO - O Pagamento Digital (www.pagamentodigital.com.br), plataforma de gerenciamento de pagamentos online do BuscaPé (www.buscape.com.br), anuncia a abertura do Shopping do Pagamento Digital, que já chega no varejo online com a oferta de mais de 1 milhão de produtos em 927 lojas. A partir de agora, os e-consumidores poderão pesquisar, comparar preços e adquirir produtos na Web com toda a segurança e facilidade do Pagamento Digital.

“Lançamos o Shopping do Pagamento Digital para proporcionar maior agilidade, conforto e segurança nas compras e vendas online aos nossos clientes”, diz Denis Smetana Lopes, gerente-geral do BuscaPé Financial Services. “Esperamos facilitar ainda mais a busca e compra pelos consumidores, além de auxiliar na divulgação das lojas virtuais que contam com o Pagamento Digital como a forma segura de pagamento online”, acrescenta.

Segundo ele, outro objetivo do Shopping é alavancar as vendas dos pequenos lojistas na internet que, ao adotarem o Pagamento Digital como plataforma exclusiva de pagamento, serão listados automaticamente no Shopping e ainda irão ganhar anúncios grátis no BuscaPé. “Nossos lojistas obtêm, assim, uma série de benefícios em serviços, produtos e ferramentas de marketing para otimizar ainda mais seus negócios”, finaliza Denis.

Rodolfo Nakamura
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E-commerce deve crescer 40% com crédito e otimismo do consumidor

SÃO PAULO – O Dia dos Namorados é a 3ª melhor data para o comércio eletrônico, perdendo somente para o Natal e o Dia das Mães. O consumo virtual de presentes entre os apaixonados movimentou R$ 393 milhões no ano passado e a expectativa é crescer 40% neste ano, elevando o tíquete médio de R$ 335 para R$ 375, chegando a R$ 550 milhões. Os artigos de informática e perfumaria, flores, cestas, telefones celulares e tevês de tela plana estarão entre os mais procurados, principalmente, neste último caso, influenciados pela Copa do Mundo.

Conforme dados do e-bit, o excelente resultado apresentado no período que antecedeu o Dia das Mães (25/04 a 9/05) foi um estímulo ainda maior para as empresas investirem nos casais. As vendas virtuais para as mães chegaram a R$ 625 milhões, um acréscimo de 42% em relação aos R$ 440 milhões registrados no mesmo período no ano passado.

Já, para os Namorados, a vigência do período de pico de vendas do comércio eletrônico começou no dia 29 e segue até dia 12. Segundo o diretor comercial e de marketing da Web Consult, o especialista em soluções e negócios virtuais Leonardo Bortoletto, esses números provam que o e-commerce continua crescendo a passos largos e que o aumento de crédito deve confirmar o desempenho esperado e contribuir ainda mais para a consolidação do segmento.

Bortoletto afirma que toda essa perspectiva positiva também é reflexo do aumento do índice de confiança do consumidor em transações online, que atingiu 86,03% em abril. “Vale lembrar que o esforço e investimento dos lojistas em atender os clientes com cada vez mais eficiência também tem contribuído para elevar esse grau de confiança. Afinal, uma estratégia eficaz para fidelização de clientes é segmentar o mercado em que se pretende atuar e ter boa estrutura de logística, estoque e comercialização. Isso faz com que o cliente fique satisfeito e volte ao site na próxima oportunidade, aumentando o seu tíquete de compras em longo prazo”, explica.

Rodolfo Nakamura
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Copa do Mundo deve influenciar vendas online

Expectativa da e-bit é que o aumento na venda de TV´s de tela plana influencie o tíquete médio do setor

SÃO PAULO – A Copa do Mundo está chegando e a expectativa para o maior evento esportivo do planeta aumenta a cada dia. Além dos milhões de torcedores espalhados pelo Brasil acompanhando os jogos, o comércio eletrônico também terá motivos para sorrir graças à competição, que promete alavancar as vendas e contribuir ainda mais para o faturamento bilionário do canal.

A previsão da e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, é de que a Copa do Mundo deva impulsionar a venda de eletrônicos, principalmente TV´s de tela plana. De acordo com dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos), os fabricantes irão comercializar 19,6% mais TVs em 2010, o que irá representar um total de 11,5 milhões de unidades.

Com o aumento nas vendas de produtos de maior valor agregado, como TVs, o tíquete médio do comércio eletrônico deverá registrar um aumento significativo.

Segundo dados levantados pelo BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, existe uma grande variação no valor dos aparelhos nas lojas virtuais, que podem chegar em até mil reais. Um bom exemplo disso é a TV Samsung LCD de 32 polegadas com conversor digital integrado modelo LN32B530, que tem preços variando de R$ 1.706,69 a R$ 2.699,00.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, as boas vendas na Copa do Mundo em 2010 devem seguir o exemplo da competição anterior, há quatro anos. “Em 2006, o comércio eletrônico cresceu 76%. Esse foi o maior índice de crescimento já registrado no setor e foi fortemente influenciado pelas vendas para a Copa do Mundo daquele ano. Tendo isso em vista, é provável que um fenômeno semelhante ocorra nesse ano, principalmente pela estabilidade da economia e a maior confiança dos consumidores no canal web”, diz Guasti.

A categoria Artigos Esportivos também é outro segmento do e-commerce que deve sentir os efeitos do torneio. A venda de camisas de seleções, além de bolas e produtos oficiais da Copa, devem ser os principais alvos dos e-consumidores ao longo da competição.

Rodolfo Nakamura
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Novas regras da nota fiscal eletrônica podem prejudicar faturamento das pequenas e médias empresas

Fornecedores e clientes com cadastro irregular podem emperrar o andamento de compra e venda de mercadorias e comprometer toda a cadeia produtiva relacionada ao comércio de diversos produtos

SÃO PAULO - Pouca gente tem comentado sobre as repercussões em cadeia que as novas determinações da Receita Federal para o SPED e a Nota Fiscal Eletrônica podem causar, principalmente para as pequenas e médias empresas que não fizeram investimentos necessários para corrigir seus cadastros de clientes e fornecedores. Isso porque as novas regras para emissão de nota fiscal exigem que tais dados estejam impecavelmente atualizados. Caso contrário, não será mais possível a emissão da nota fiscal, já que ela será obrigatoriamente eletrônica e os dados preenchidos para a sua emissão serão checados logos após serem recepcionados pela Sefaz responsável.

Se por qualquer motivo, por exemplo, a empresa não tenha regularizado seu cadastro junto aos órgãos públicos e fizer um pedido a um fornecedor para a compra de matérias primas ou insumos, este fornecedor não conseguirá emitir sua nota fiscal e, consequentemente, ficará impossibilitado de entregar a mercadoria. Com isso, nem a empresa consegue atender seus clientes, nem o fornecedor consegue receber. ”Os efeitos decorrentes desta situação vão causar muitos transtornos e uma empresa em situação irregular pode afetar a produção de uma série de outras”, explica o especialista Luis Claudio Palese, da CCA Consultores – consultoria especializada na análise e adequação de empresas à nova legislação.

Numa situação inversa, onde o fornecedor esteja com cadastro irregular, pode haver, ainda, a necessidade de uma empresa ter que trocar de fornecedor de uma hora para a outra. “Imagine que uma empresa tenha negociações especiais de preço e condições de pagamento com um fornecedor que está em situação irregular junto à Receita Federal.Como esse empresário vai manter sua política de preços junto a seus consumidores, se tiver que recorrer a um fornecedor desconhecido de uma hora para a outra e não conseguir os mesmos acordos? Com certeza deixará de ser competitivo no mercado em que atua e fatalmente sofrerá prejuízo se não repassar suas perdas na venda final”, diz o especialista.

A recomendação de Palese é que as empresas corram atrás do tempo perdido e implantem as soluções fiscais necessárias. “Mas não se deve focar apenas no campo de investimentos financeiros e tecnológicos. A mudança de postura do empresário também deve englobar seus colaboradores. É a oportunidade ideal para agregar o valor ético aos negócios desenvolvidos no Brasil”.

Rodolfo Nakamura
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