Os desafios da Nota Fiscal Eletrônica

SÃO PAULO - Hoje, estar em evidência no mercado é o principal objetivo de entidades que desejam crescer e conquistar bons resultados. Pensando nisso, a TOTVS TRIAH, empresa que presta consultoria especializada em soluções e softwares, possui os melhores serviços para quem deseja aprimorar a gestão empresarial de forma eficaz e inteligente. Oferece soluções criativas e compactas para expandir resultados dentro de empresas, ensina como investir em tecnologias para aprimorar serviços e torná-la ainda mais competitiva.

Uma das soluções oferecidas é a implantação de um software que gera a Nota Fiscal Eletrônica. O serviço consiste num modelo nacional de documento fiscal eletrônico, que substitui a sistemática de emissão do documento fiscal em papel, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do remetente.

Atualmente, o grande desafio está em oferecer flexibilidade para o envio dos dados eletrônicos das NFe, agilidade na revisão do conteúdo transmitido, monitoramento das NFe enviadas e recebidas, e capacidade de armazenar o documento pelo prazo previsto na legislação caso necessitem de uma cópia eletrônica.

Por conta disso, a TOTV´S Triah simplifica as obrigações acessórias dos contribuintes, tem acompanhamento em tempo real das operações comerciais com rapidez no acesso às informações, aperfeiçoamento no combate à sonegação, uniformização das informações, além de redução de tempo e custos com a dispensa de emissão e armazenamento de documentos em papel.

Rodolfo Nakamura
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NF-e atinge novos setores até junho

Cerca de 550 novas atividades terão que se adaptar neste ano

Em 2010, as empresas brasileiras passam por três novas etapas para a adoção do modelo de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Um grupo de contribuintes já teve de se adequar em abril. As próximas etapas são em junho e outubro. Ao todo, são cerca de 550 novas atividades econômicas neste ano.

O enquadramento das empresas que precisam emitir a NF-e é conforme a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). O contribuinte deverá verificar se seu código aparece no Anexo Único do CAT de acordo com as três datas estabelecidas para adoção ao modelo em 2010. A Secretaria da Fazenda de cada Estado possui essa relação.

Segundo o sócio da G2KA Sistemas, de Blumenau (SC), Maicon Klug, o sistema traz vários benefícios. “Além de o Fisco poder acompanhar, em tempo real, a atividade econômica e a integração de informações com as Secretarias de Fazenda dos Estados, o contribuinte será beneficiado com redução de custos administrativos, tempo de impressão de documentos fiscais, gastos com armazenamento de arquivo em papel, além de diminuir despesas com a racionalização e a simplificação das obrigações acessórias, entre outros ganhos”, enumera.

Rodolfo Nakamura
prss

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Novas regras da nota fiscal eletrônica podem prejudicar faturamento das pequenas e médias empresas

Fornecedores e clientes com cadastro irregular podem emperrar o andamento de compra e venda de mercadorias e comprometer toda a cadeia produtiva relacionada ao comércio de diversos produtos

SÃO PAULO - Pouca gente tem comentado sobre as repercussões em cadeia que as novas determinações da Receita Federal para o SPED e a Nota Fiscal Eletrônica podem causar, principalmente para as pequenas e médias empresas que não fizeram investimentos necessários para corrigir seus cadastros de clientes e fornecedores. Isso porque as novas regras para emissão de nota fiscal exigem que tais dados estejam impecavelmente atualizados. Caso contrário, não será mais possível a emissão da nota fiscal, já que ela será obrigatoriamente eletrônica e os dados preenchidos para a sua emissão serão checados logos após serem recepcionados pela Sefaz responsável.

Se por qualquer motivo, por exemplo, a empresa não tenha regularizado seu cadastro junto aos órgãos públicos e fizer um pedido a um fornecedor para a compra de matérias primas ou insumos, este fornecedor não conseguirá emitir sua nota fiscal e, consequentemente, ficará impossibilitado de entregar a mercadoria. Com isso, nem a empresa consegue atender seus clientes, nem o fornecedor consegue receber. ”Os efeitos decorrentes desta situação vão causar muitos transtornos e uma empresa em situação irregular pode afetar a produção de uma série de outras”, explica o especialista Luis Claudio Palese, da CCA Consultores – consultoria especializada na análise e adequação de empresas à nova legislação.

Numa situação inversa, onde o fornecedor esteja com cadastro irregular, pode haver, ainda, a necessidade de uma empresa ter que trocar de fornecedor de uma hora para a outra. “Imagine que uma empresa tenha negociações especiais de preço e condições de pagamento com um fornecedor que está em situação irregular junto à Receita Federal.Como esse empresário vai manter sua política de preços junto a seus consumidores, se tiver que recorrer a um fornecedor desconhecido de uma hora para a outra e não conseguir os mesmos acordos? Com certeza deixará de ser competitivo no mercado em que atua e fatalmente sofrerá prejuízo se não repassar suas perdas na venda final”, diz o especialista.

A recomendação de Palese é que as empresas corram atrás do tempo perdido e implantem as soluções fiscais necessárias. “Mas não se deve focar apenas no campo de investimentos financeiros e tecnológicos. A mudança de postura do empresário também deve englobar seus colaboradores. É a oportunidade ideal para agregar o valor ético aos negócios desenvolvidos no Brasil”.

Rodolfo Nakamura
Indt

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