Leilão Virtual

De MaxBusiness Wiki

Por: Rodolfo Nakamura

Tabela de conteúdo

História

O leilão nasceu de uma idéia de Pierre Omydiar que viu sua esposa comercializando peças de uma coleção. Resolveu montar um site, oferecendo as peças, e, para sua surpresa, haviam muito mais pessoas interessadas em comprar, vender ou trocar peças de coleção. Foi então que teve a idéia de criar um sistema de leilão que facilitasse o intercâmbio de informações e fosse uma praça de negócios. Nascia, assim, o eBay.com (algo como um “mercado de pulgas” eletrônico).

O ano era 1995, mais precisamente no mês de setembro, em plena efeverscência das chamadas empresas “ponto com”, alusão à diversos empreendimentos que nasciam e tinham ambiente de negócios na internet.

Curiosamente, o primeiro item comercializado pela eBay, pelo próprio Omydiar, foi um laserpointer por US 14,83. Atônito, ele entrou em contato com a pessoa que teria ganhado o leilão e perguntou a ele se havia compreendido que o produto estava quebrado. Em resposta, veio a mensagem afirmando que “eu sou colecionador de de laserpointers quebrados”.

Atualmente, a empresa é uma dos maiores empreendimentos da internet. Seu valor de mercado ultrapassa US$ 41.2 bilhões e, recentemente, sua maior aquisição foi o sistema de comunicação instantânea e VoIP (Voz sobre IP) Skype, em 2005 por US$ 2.6 bilhões.

No Brasil, a história dos leilões remonta a mesma época, por volta de 1998. Os pioneiros foram o Mercado Livre e o Arremate, que chegaram com a chancela de serem operações internacionais na América Latina (Mercado Libre e Derremate, eram suas operações em países como Argentina e Chile).

Também fazia parte desta constelação de empresas a Lokau.com.br, empreendimento lançado pelo então Grupo Garantia, um dos maiores grupos de investimentos brasileiros.

Destes, somente o Mercado Livre continua forte no mercado, praticamente com o monopólio de ações. Atualmente, sua base de dados é compartilhada com o ex-concorrente Arremate.com, uma vez que ambos foram adquiridos pelo eBay.

Mercado Livre

Em março de 1999, Marcos Galperín, nosso co-fundador e Diretor Executivo, enquanto terminava seu MBA na escola de negócios da Universidade de Stanford, escreveu o plano de negócios do MercadoLivre e começou a formar uma equipe de profissionais para colocá-lo em execução.

As operações do MercadoLivre na Argentina, foram iniciadas em agosto de 1999, e posteriormente em outros países, conforme mostra a tabela a seguir:

País Lançamento Argentina Agosto 1999 Brasil Outubro 1999 México Novembro 1999 Uruguai Dezembro 1999 Colômbia Fevereiro 2000 Venezuela Março 2000 Chile Março 2000 Equador Dezembro 2000 Peru Dezembro 2004 Costa Rica Novembro 2006 Rep. Dominicana Dezembro 2006 Panamá Dezembro 2006

O Mercado Livre recebeu dois aportes de investimentos além do capital inicial. A primeira rodada, realizada em novembro de 1999, obteve US$ 7,6 milhões de investimentos que incluíram J.P. Morgan Partners BHCA L.P., Flatiron Fund entities e Hicks, Muse, Tate & Furst. A segunda rodada aconteceu em maio de 2000 e obteve US$ 46,7 milhões, entre outros, de Goldman Sachs entities (GS Capital Partners III, L.P., GS Capital Partners III Offshore, L.P. and Goldman Sachs & Co. Verwaltungs GmbH), Capital Riesgo Internet SCR S.A. (CRI Banco Santander Central Hispano), GE Capital Equity Investments, Inc., J.P. Morgan Partners BHCA L.P. y Hicks, Muse, Tate & Furst.

Em setembro de 2001, firmou-se uma aliança exclusiva de cinco anos com o eBay para toda a América Latina. O eBay, a maior empresa de compras e vendas pela internet do mundo e pioneira neste negócio, se converteu em um dos principais acionistas, iniciando um trabalho em conjunto com o MercadoLivre para oferecer um melhor serviço a nossa comunidade de usuários da América Latina, mediante o acesso a certos conhecimentos técnicos e experiência, que aceleraram alguns aspectos do nosso desenvolvimento. Como parte desta parceria estratégica, foi adquirida a então subsidiária brasileira do eBay, o iBazar. A aliança foi concluída em setembro de 2006.

Em novembro de 2002, adquiriu-se alguns ativos estratégicos do Lokau.com, uma plataforma brasileira de negócios concorrente e foram incorporados todos os usuários cadastrados neste site, na plataforma do Mercado Livre.

Em novembro de 2005, foi adquirida algumas operações de um competidor regional, DeRemate.com Inc. (Arremate, no Brasil), incluindo todas as suas operações no Brasil, Colômbia, Equador, México, Peru, Uruguai e Venezuela.

Em agosto de 2007, MercadoLibre, Inc. realizou a sua oferta pública inicial de ações na Nasdaq. No dia 22 de fevereiro de 2008, MercadoLivre adquiriu 100% do CMG Classified Media Group, Inc., o CMG e suas subsidiárias. CMG e suas subsidiárias operam como uma plataforma de classificados online dedicada principalmente à venda de automóveis por meio do site www.tucarro.com na Venezuela, Colômbia e Porto Rico; e de imóveis por meio do site www.tuinmueble.com, na Venezuela, Colômbia, Panamá, Estados Unidos, Costa Rica e Ilhas Canárias.

Em 31 de maio de 2008, MercadoLivre.com contava com um total de 26,5 milhões de usuários registrados confirmados. Em 2007, a quantidade de itens vendidos por meio do MercadoLivre.com superou os 17,5 milhões. Somente no primeiro trimestre de 2008, foram vendidos mais de 4,6 milhões de itens. Em 2007, o volume de transações alcançado em GMV (Gross Merchandising Volume - medida do valor total de produtos comprados e vendidos por meio da plataforma do MercadoLivre.com excetuando-se as categorias de serviços, veículos, embarcações, aeronaves e propriedades imobiliárias) foi de U$S 1,5 bilhão. No primeiro trimestre de 2008, o volume alcançado foi de U$S 449,7 milhões.

Os artigos mais populares publicados nos diferentes países onde opera o MercadoLivre.com são os relacionados à informática e eletrônica. Excetuando-se as transações relacionadas à automóveis, náutica, aviação, imóveis e serviços, aproximadamente 79.1% das transações realizadas pelo MercadoLivre.com foram de produtos novos e, cerca de 88,8% a preço fixo. MercadoPago

A plataforma de pagamentos online MercadoPago teve, durante o ano de 2007, um volume de operações de mais de U$S 158 milhões. Apenas durante o primeiro trimestre de 2008, este volume foi de US$ 52,3 milhões. As informações acima foram atualizadas em maio de 2008.

Operação

O serviço é muito parecido com a publicação de anúncios classificados. Inclusive, oferece versões gratuitas de anúncios – com limitações técnicas – assim como versões mais caras.

Primeiro, há a necessidade de cadastramento de usuários, a partir do preenchimento de um formulário e questões básicas como número de registro de CIC/CPF (Cadastro de pessoa física no Ministério da Fazenda), nome, endereço e contatos – email e telefone.

Em seguida, o vendedor publica sua oferta, indicando, basicamente:

  • Título do Produto: o nome da oferta. Este item é particularmente importante porque é a base pela qual o sistema vai realizar a busca de ofertas para os potenciais compradores.
  • Condição do Produto: informar se o produto é NOVO ou USADO. Esta informações é muito importante para evitar conflitos posteriores.
  • Quantidade de itens: caso tenha mais de um item do produto, indique a quantidade disponível. Muito utilizado na modalidade de venda imediata.
  • Localização do vendedor: indique a cidade onde encontra-se o produto. Útil na hora de calcular o frete.
  • Valor Mínimo: valor mínimo de lance para efeito de venda de produtos.
  • Especificações Técnicas: deve-se incluir o máximo de informações sobre o produto, inclusive fotos e links para o site do fabricante.

O comprador, ao acessar o site, pode navegar pelos links, visitando cada uma das seções, ou então realizar uma busca, a partir do preenchimento de um formulário específico.


Modelo de Negócios

O serviço de leilão – o leiloeiro – tem sua remuneração baseada em comissão por negócios realizados. Em geral, essa comissão é de 5% sobre o valor da venda, e deve ser pago pelo vendedor do produto.

Um dos motivos dos usuários – compradores e vendedores – manterem-se ocultos, sem possibilidade de contato direto, seja por email, telefone ou encontro pessoal, é justamente evitar negociações diretas ou paralelas, o que não viabilizaria a cobrança das comissões. Além disso, é claro, vem a questão de manter a privacidade de ambas partes do negócio, até que ele seja concretizado.

Em caso de tentativa de burlar esta regra, o leiloeiro pode advertir o usuário e até bani-lo por não operar dentro das normas do sistema. A exceção fica por conta de anúncios de veículos e imóveis, casos em que o conhecimento prévio

do produto é necessário para a concretização do negócio. Outra forma de remuneração do leiloeiro está no formato de anúncio:

  • Destaque: uma simples mudança do título para negrito, ou ainda a contratação de um formato mais destacado pode significar chamar mais atenção do potencial comprador e até melhor posicionamento do anúncio (ficará mais no alto da página).
  • E-Loja: os leiloeiros permitem que vendedores profissionais construam verdadeiros ambientes virtuais para exposição de ofertas, as chamadas e-lojas ou e-shops. Para tanto, cobram uma taxa para manutenção do cadastro.

Modalidades de Leilão

A modalidade mais simples é a que estamos acostumados a ver quando o assunto é leilão. Um produto é colocado a venda por um valor mínimo e os compradores interessados vão dando lances para aquisição do produto. Vence o leilão, com direito e dever de comprar, aquele que der o lance mais alto. No entanto, duas outras modalidades são interessantes para os negócios:

  • Negociação com Preço de Reserva: duas informações de lance são incluídas no cadastramento do produto. O lance inicial e o lance mínimo para concretização da venda. Este recurso permite que o produto seja ofertado a um preço muito baixo, mas desobriga o vendedor a comercializar o produto caso o lance mínimo não tenha sido atingido. Neste caso, o interessado que deu o lance mais alto (embora abaixo do valor mínimo) é informado que o leilão terminou sem vencedores, por não atingir o lance mínimo.
  • Compra Imediata: muito utilizado para quem se utiliza do ambiente de leilão para venda de produtos. O vendedor informa um valor. O comprador, ao dar o lance, tem o direito imediato de aquisição do produto – lance vencedor – encerrando a negociação. É como se o comprador aceitasse o valor pedido pelo vendedor e a transação começa neste instante.

É interessante ressaltar que as negociações que têm um grande número de lances recebem uma indicação no próprio site de “negócio quente”. No caso do Mercado Livre, aparece, ao lado da oferta, um ícone representando um “foguinho” e o número de lances.

Como é de se esperar, negócios que têm esta indicação chamam mais a atenção dos usuários. Afinal, se está tendo vários lances, é sinal de que a oferta é interessante.

Por isso, para aqueles que negociam em formato Compra Imediata podem trabalhar com uma quantidade maior de produto a um prazo de finalização de leilão extendido, aproveitando-se dos diversos lances para destacar-se de outras ofertas. Também no caso da Negociação com Preço de Reserva, pode-se utilizar este expediente para lançar uma oferta a preço muito baixo – gerando experimentação de lances – rapidamente alcançando estágio de “negócio quente”. A partir daí, receber ainda mais lances de outros usuários.


Reputação

Para cada transação, compradores e vendedores trocam qualificações, acompanhadas de um breve comentário. Elas podem ser:

  • Positiva: quando a negociação foi bem sucedida e o atendimento foi considerado bom.
  • Neutra: muito utilizado quando, por qualquer motivo, a negociação não foi realizada. Neste caso, há sempre um acordo entre as partes para que ambos não sejam prejudicados.
  • Negativa: quando a negociação não ocorreu por omissão de uma das partes, ou ainda quando uma delas sentiu-se prejudicada pelo negócio.

Normalmente, o vendedor realiza a qualificação assim que a negociação foi bem sucedida e o pagamento foi realizado pelo comprador. Assim, ao enviar a mercadoria, sua parte foi realizada. Já o comprador, quase sempre, deixa para fazer a qualificação no momento do recebimento do produto, quando tem condições de analisar se a entrega do produto foi bem sucedida.

Embora haja casos de fraudes – e são relativamente freqüentes – o sistema de reputação dos leilões colabora muito para que a análise do negócio seja realizada com uma certa margem de confiança.

O leiloeiro limita-se a receber as denúncias e acompanhar as transações, de modo a evitar fraudes. Os comportamentos considerados nocivos são penalizados com o banimento da comunidade. Neste caso, basta lembrar que o cadastro atrela o usuário a um número de CIC/CPF, podendo causar dificuldades ao usuário que pretende continuar a comercializar produtos e serviços pelo site de leilão.

Mesmo no caso de banimento, normalmente há ação da própria comunidade de usuários que denunciam outros de comportamento inadequado, iniciando uma apuração dos fatos, análise e ação efetiva.

Alguns serviços, ao atrelarem o usuário a um número de cartão de crédito válido, também o indicam “vendedor seguro” para a comunidade, uma vez que seus dados foram validados por outra instituição financeira.


Condições de Fornecimento

Formas de Pagamento

A forma de pagamento mais usual entre os usuários é o depósito bancário. No entanto, outras modalidades são possíveis:

  • Boleto Bancário: o vendedor emite um boleto bancário para pagamento da rede. A vantagem, além da comprovação de pagamento para ambas partes, é a facilidade para o comprador, que pode realizar o pagamento via HomeBanking.
  • Transferência Bancária: variação do depósito bancário, a transação é realizada eletronicamente, normalmente via Internet Banking.
  • Cartão de Crédito: modalidade normalmente atrelada ao uso de uma terceira parte, como o serviço Mercado Pago, em que esta instituição serve de intermediária no negócio. O Mercado Pago é um serviço do Mercado Livre, que oferece sua credibilidade no negócio. O comprador faz o pagamento ao intermediário que, por sua vez, repassa o valor ao vendedor, descontando uma comissão sobre a transação.
  • Pagamento na Entrega: muito utilizado no serviço de portador (motoboy ou transportadora), também pode ser realizado na modalidade SEDEX a cobrar.

Formas de Envio

A forma de envio mais usual é a utilização do serviço de logística dos Correios. Mas outras modais são possíveis:

  • Transportadora: principalmente quando o produto é volumoso, é muito útil a contratação de transportadoras (empresas especializadas ou mesmo companhias de transporte rodoviário, aéreo ou até mesmo marítimo), pois o custo do frete tende a ser menor do que pelo serviço dos Correios.
  • Portador: também conhecido como motoentrega, na maioria dos casos, é muito utilizado para entregas na mesma cidade, ou regiões próximas do vendedor.
  • Encomenda Normal (PAC): serviço da EBCT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos) de custo menor que a entrega expressa. No entanto, o prazo de entrega é maior, o que nem sempre compensa para o comprador.
  • SEDEX: serviço de entrega expressa da EBCT, é uma das modalidades mais utilizadas para entrega de produtos nos serviços de leilão e comércio eletrônico no Brasil.
  • eSEDEX: disponível apenas para vendedores cadastrados no serviço, oferece os mesmos prazos de entrega, mas com custos menores.
  • SEDEX A COBRAR: modalidade de entrega em que o destinatário recebe uma notificação em casa para retirar a encomenda em uma loja EBCT mais próxima de sua residência. Para retirar o produto, o destinatário deve pagar o valor do produto, conforme negociado no site de leilão. O valor será encaminhado para o remetente. A desvantagem para o vendedor é o tempo de recebimento – cerca de 7 dias após a retirada do produto. A vantagem para o comprador é desembolsar o valor do produto apenas no momento de sua retirada.

Normalmente, o frete é pago pelo comprador, em todas as negociações. Mesmo na modalidade SEDEX a Cobrar, é comum que o vendedor solicite que o comprador deposite o valor do frete antes do envio pois, caso o destinatário não retire o produto, o valor do frete entrará como prejuízo para o remetente.

No caso do SEDEX a Cobrar, a EBCT não se responsabiliza pelo conteúdo da encomenda. Pode ocorrer, por exemplo, do produto estar com defeito ou ainda ter sido enviado um outro material, inclusive por má fé do vendedor. Este é o principal do sistema.


Fatos relevantes

Tim O´Reilly, quando estudou formatos de negócios que sobreviveram ao estouro da bolha de 2001, classificou o serviço de leilão como sendo um espécime da chamada Web 2.0. Entre as principais características do serviço, que têm relação com este padrão, podemos citar:

  • Web como Plataforma: todas as operações do serviço são realizadas dentro da internet, podendo até mesmo chegar ao contato e aos meios de pagamento (e-mail, boleto bancário ou cartão de crédito).
  • Interatividade: compradores e vendedores podem trocar informações durante o processo a partir da publicação da oferta (incluindo especificações técnicas e condições de fornecimento) e da troca de perguntas e respostas.
  • Colaboração: No caso das perguntas e respostas, elas ficam abertas a outros usuários. A dúvida de um comprador pode ser a de outro, facilitando o intercâmbio de informações. Também há a questão da reputação de cada usuário que é realizada exclusivamente pela comunidade, com pouca ou nenhuma influência do serviço, que limita-se a excluir usuários de conduta inapropriada.
  • Conteúdo controlado pela comunidade: ofertas, perguntas e respostas são geradas pelos próprios usuários. Até mesmo o gerenciamento de usuários – e seu possível banimento – passam pela autogestão do sistema. O serviço de leilão fornece tão somente a infra-estrutura e o ambiente de negócios.
  • Peças frouxamente unidas: há possibilidade, na descrição do produto, de se criar links ou incorporar códigos HTML fornecidos por outros provedores de conteúdo, como o YouTube™ ou mesmo uma homepage de outro site.
  • Beta Perpétuo: embora esta definição não esteja claramente colocada no sistema, ele tem sido aprimorado ao longo dos anos, sem alardes, sempre melhorando a funcionalidade e o modelo de negócios.

Uso estratégico

Para empresas e negócios, embora a situação mais óbvia está relacionada com a formação de um novo e econômico canal de vendas e até mesmo de divulgação de produtos, indicando uma estratégia de Comércio Eletrônico, outras utilizações podem estar na pauta dos empreendedores, como teste de mercado.

Além da aceitação do produto em si, pode-se verificar qual faixa de preço é mais aceitável pelos compradores, com pouca ou nenhuma exposição da empresa vendedora.

Recentemente, uma empresa de produtos eletrônicos utilizou o Mercado Livre para testar a aceitação de um produto eletrônico – um conversor de áudio digital – testando a demanda pelo produto. Aparentemente, a solução encontrada foi o lançamento deste conversor embutido em um outro sistema da mesma empresa, decisão talvez impulsionada pelo teste de aceitação do sistema.


Bibliografia

DIAS, Kadu. Mundo das Marcas. eBay (Disponível em http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/ebay-doule-uma.html, acessado em 25 de junho de 2008)